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Feliz ano-novo

Infelizmente não está sendo mais possível atualizar o blog com a periodicidade de antes, mas aproveito o raro tempo livre para desejar aos alvinegros um 2016 pleno de saúde, paz, felicidades e com o brilho da Estrela Solitária a nos iluminar.

Que, no ano que começa, seja mais Jefferson do que Arão, mais Nilton Santos do que Carleto, mais Garrincha do que Gegê, mais o Botafogo que merecemos e amamos do que o Botafogo que tivemos de aturar nos últimos tempos.

Feliz 2016, alvinegros!!

 

O BOTAFOGO VOLTOU!

O Botafogo voltou de onde nunca poderia ter saído.

O Botafogo voltou no campo, na base da dedicação, mais transpiração do que inspiração.

O Botafogo voltou porque soube se impor durante toda a competição.

O Botafogo voltou porque trocou de treinador no momento certo.

O Botafogo voltou porque agora tem um presidente sério.

O Botafogo voltou porque tem um ídolo fora de série.

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O Botafogo voltou porque tem história, tradição e vergonha na cara.

O Botafogo voltou porque, na verdade, nunca se foi.

Tentaram apagar a Estrela, mas não conseguiram. Essa Estrela é a Nossa Estrela.

Essa estrela sempre brilhará. Essa estrela é eterna.

Feliz 2016, Botafogo.

vasco 1 x 0 Botafogo: Os erros e o castigo

Na primeira partida da final do Carioca, o vasco dominou durante mais tempo o Botafogo. Teve maior posse de bola, em especial na primeira etapa, quando merecia ter aberto uma vantagem no placar. Envolvido e improdutivo, o meio-de-campo alvinegro pouco fez. A saída de Gegê para a entrada de Tomas melhorou um pouco a nossa situação, e o Botafogo enfim criou as chances mais claras de abrir o marcador: Pimpão, Arão e Bill desperdiçaram as oportunidades de balançar as redes. Erros cruciais, que se tornaram mais lamentáveis por causa do castigo sofrido nos acréscimos, quando houve um vacilo coletivo da defesa e saiu o gol vascaíno.

Tudo está perdido? Sinceramente, não sei. A vantagem foi perdida, mas mesmo assim eliminamos os grenás nas semifinais. Mas tem um item em que o Botafogo já foi derrotado: a preparação física. De novo, o nosso time foi amplamente superado pelo adversário, e chegou ao fim do primeiro tempo já com sérias dificuldades para se impor do ponto de vista físico. Mais do que a conquista ou não da taça carioca, esse fato merece toda a atenção, pois desse jeito será muito difícil enfrentar o ritmo da Série B com uma sucessão interminável de jogos na terça e na sexta, sempre com uma viagem no meio.

No mais, é lamentar que o chute de Arão – o melhor jogador alvinegro da temporada até agora – tenha explodido no travessão e dizer que o Gilberto ainda precisa amadurecer muito para dar conta de marcar e apoiar em um jogo decisivo.

E, claro, não dá para depender de Bill. Cavadinha na decisão, Bill, é coisa só para um louco. Loco Abreu.

Noite feliz

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Parabéns, Gilberto, pelo belíssimo gol na vitória em cima do Tigres.

Depois de um primeiro tempo horroroso, o Botafogo deslanchou no segundo tempo com movimentação, troca de passes e gols na hora certa.

Ainda falta melhorar muito: acertar a defesa, fazer o meio-de-campo manter a produtividade, exigir que Jobson não seja tão fominha, que Tomas não oscile tanto, que Diego Jardel tenha condições físicas de jogar em alta intensidade o tempo inteiro…

Mas ao menos o golaço do Gilberto, há tanto tempo almejado pelo lateral, garantiu uma noite feliz.

Botafogo 1 x 0 Corinthians: Heróis e muralhas

No mesmo dia em que Jefferson pegou pênalti de Messi e Helton Leite teve noite de Jefferson, os jogadores que restaram no elenco do Botafogo honraram a camisa e fizeram a estrela brilhar.
Graças ao plano tático de Mancini, que armou um time fechado mas competitivo, e contando com a garra de jogadores limitados, mas com sangue nas veias e vergonha na cara, o Botafogo – com um a menos em boa parte do segundo tempo, com a expulsão de Bolatti – conseguiu uma vitória estupenda em Manaus. Uma vitória heróica.
Parabéns, Helton Leite, Junior Cesar, Rodrigo Souto, Wallyson e todos. Vocês foram heroicos. Com esse espírito de luta, e com o apoio incondicional da torcida, ainda há esperanças.
Obrigado ao Botafogo, por transformar uma mera noite de sábado em um sorridente SÁBADO À NOITE.

Botafogo 0x1 Palmeiras: Um retrato na parede

Décima-quinta derrota em 27 jogos.

Pior campanha do returno.

Lanterna do campeonato.

A grande questão do rebaixamento não é mais o “Se”, mas o “Quando”.

Como diria o poeta, o Botafogo é apenas um retrato na parede. Mas como dói.

Botafogo 1 x 0 Chapecoense: Mais uma goleada

Foi contra um time catarinense, o Criciúma, que o Botafogo conseguiu o seu mais elástico resultado no Brasileirão: 6×0, três gols do Daniel.

Nesse sábado, novamente no Maracanã, o alvinegro conseguiu mais uma importante vitória contra um time de Santa Catarina, dessa vez em cima da Chapecoense. Foi 1×0. Foi pouco? Não. Foi outra goleada.

Os gols não vieram com a mesma facilidade do que ocorreu contra o Criciúma por dois motivos: Daniel em noite apagada, e Tanque Ferreyra, pela segunda partida consecutiva, nos presenteando com incessantes e renhidos combates com a bola.

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Em compensação, não apenas pelo belíssimo gol, de repercussão internacional, Cachito Ramírez teve sua melhor atuação com a camisa alvinegra. O peruano, em especial no primeiro tempo, fez o que de há muito faltava ao alvinegro: ligação do meio com o ataque, o que estava sob responsabilidade exclusiva do Zeballos, que, obviamente, por causa das suas limitações, não dava conta.

Lá atrás, de novo Aírton foi soberano enquanto esteve em campo. É notável como o volante subiu de produção desde a chegada do Mancini, e tem impulsionado também a melhora do Gabriel. Com a sua saída, e a entrada do inócuo Bolatti, o Botafogo passou a correr riscos e, não fosse mais uma intervenção milagrosa do Jefferson (e das costas do Jefferson), quase sofreu o empate.  Só não sofreu por causa do goleiro que temos (“um dos melhores do mundo”, como destacou o zagueiro adversário Rafael Lima, no final do jogo) como também pela torcida que foi ao Maracanã. O incentivo dos torcedores foi FUNDAMENTAL para garantir três pontos importantíssimos na briga que nos coube no Brasileirão 2014: o combate  para escapar da parte mais baixa da tabela.

Percebe-se que, com Daniel e Cachito, não cabe Cazalberto nesse time. E que, para a iminente volta do Emerson, Mancini terá de testar o Sheik no lugar do Ferreyra ou do Zeballos (eu ficaria com Daniel e Cachito como titulares). De toda forma, ao repetir a escalação que ganhou dos grenás e perdeu para o Figueirense, o técnico demonstra ter encontrado o seu time titular – e são eles que tentarão nos salvar da degola, pois as outras opções no banco (Mamute, Rogério) só servem para um ataque de nervos.

PS I: Edilson fez uma partida lastimável. E, com a saída do Lucas, é a única opção para a lateral. Preocupante.

PS II: Quase 20 mil presentes. Bom público, pode melhorar.

PS III: André Bahia fez uma partida discreta e segura. Mas não concordo com a barração do Dória.

PS IV: A camisa cinza fica mais bonita quando o time ganha.

Foto: Lancenet!