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Sou Botafogo: o vídeo

Momento bem oportuno para estrear uma campanha publicitária, não?

Esclarecimento: A frase final do Joel não é  “A paixão é igual parafuso” e sim “A paixão é igual para todos”. Ou algo assim.

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CBF/CRF = Uma questão de “gentileza”

Na festa da CBF, o presidente do CRF, Márcio Braga, fez questão de agradecer efusivamente ao colega Ricardo Teixeira pelas “gentilezas” concedidas ao clube de ambos nos últimos anos.

Gostaria de saber quantas e em que circunstâncias  foram concedidas essas “gentilezas” a um clube, por coincidência o mesmo do coração do presidente e do assessor de imprensa da entidade. E se os outros times cariocas também foram agraciados com o tratamento gentilmente diferenciado.

A revelação em público me fez até lembrar o significado da sigla CBF: Como Beneficiar Framenguistas…

A estrela do Rio brilhou mais alto…

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Nem foi tão surpreendente, afinal de contas a candidatura do Rio às Olimpíadas 2016 era a de número 7, que, como nós sabemos desde os tempos do Mané Garrincha, é e sempre será um número vencedor…

Alô, diretoria alvinegra! Caprichem na reforma de General Severiano que, depois da Copa 2014, vêm aí mais milhares de visitantes!

E o Engenhão vai brilhar para todo mundo ver…

PS: Vocês também viram que, na primeira imagem da Praia de Copacabana após o anúncio do Rio como sede das Olimpíadas, a bandeira que apareceu foi a do Fogão?  

Foto: FogoEterno

Briga de urubus… e uma revelação

Não tem a ver com o Botafogo, mas a informação abaixo é leitura obrigatória para colocar sob suspeita a maior “façanha” da história do flamengo – e olha que a revelação foi feita por um jornalista que conhece tudo do clube, afinal de contas em seu peito bate um coração rubro-negro:

Trecho da coluna de RMP (Rubro-Mengo Profissional) em O Globo dessa terça-feira:

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“Finalíssima da Libertadores de 1981, contra o Cobreloa, no estádio Centenário (…). Revoltados, os rubro-negros chegaram a Montevidéu querendo vingança a qualquer preço e o ator Carlos Eduardo Dolabella chegou a dar comprimidos de Pervitin para alguns jogadores com os quais tinha mais intimidade – um remédio que, segundo ele, os faria entrar em campo “ligadões”, ou seja, dopados (…)”

Ou seja, segundo o jornalista rubro-negro, a tão badalada geração campeã do flamengo recebia comprimidos de substância dopante de um integrante da delegação do clube: Pervitin é um remédio altamente estimulante, à base de anfetamina pura, conta a literatura médica. Chegou a ser usado em grande escala pelas tropas nazistas para manter os soldados alemães ligadões durante as batalhas (ok, ok, eu também pensei o que vocês pensaram…).

A revelação explodiu na Gávea e provocou uma reação que é quase uma confissão de culpa. Confiram trecho da carta enviada ao RMP pelo Márcio Brega, um primor de estultice, porque só aguçou o interesse pelo assunto:

“Sua coluna dá conta de que o maior time da história do flamengo, campeão do mundo, jogava dopado, com a conivência do Antônio Augusto Dunshee de Abranches. Enfim, você e o mau-caráter do Antônio Augusto estão dizendo que o Zico, Junior, Andrade e o Adílio e cia jogavam dopados.  Com a falta de caráter e a leviandade costumeiras, você e o Antônio Augusto jogam lama na conquista da Copa Libertadores pelo flamengo e na lisura desportiva e no profissionalismo de alguns dos jogadores mais importantes da história do clube. Só mesmo dois grandes filhos da p*** como vocês…”, afirmou o presidente do clube, que fez questão de divulgar o seu xingamento publicamente.

Da minha parte, nessa briga de urubus em que voam penas para todos os lados e o cheiro de carniça deixa o ar empesteado, só quero saber duas coisas:

* Será que o Zico esqueceu de levar as suas cápsulas no Mundial de 1986, quando teve desempenho pífio e desperdiçou pênalti decisivo contra a França? E, se comprovada a ilegalidade, seu apelido mudará para Dopadinho de Quintino?  

* Quando será realizada a partida Cobreloa x Liverpool, a verdadeira final do Mundial de Clubes de 1981?

Condicionamento físico nas Laranjeiras

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Sempre inquieto e atento à importância da preparação física no futebol moderno, Carlos Alberto Parreira começa a implantar nas Laranjeiras um novo e revolucionário método de condicionamento.

A preparação, financiada por um conhecido plano de saúde, inclui corridas de curta distância, aulas de boxe e de tiro.

Importante: a atividade não se restringe ao gramado e, baseada no princípio da interatividade cada vez mais disseminado nas grandes empresas, também envolve a participação de torcedores.

No primeiro dia de aplicação do novo método, o grande destaque dos treinamentos foi o jogador Diguinho.

Assim como tinha acontecido com outro ex-jogador do Botafogo, Dodô, ele também quebrou a cara (ou melhor, teve a cara quebrada) em seu novo clube.

Parcerias de Botafogos: A crônica do Pereirão

Os jornais de quinta-feira de João Pessoa publicaram, inclusive com foto, a visita do presidente do Botafogo-PB a General Severiano para um encontro com o presidente do BFR, acompanhado pelo Vice-governador do Estado, Luciano Cartaxo que é um dos maiores torcedores do alvinegro carioca, aqui na Paraíba.

Espero que os entendimentos gerem resultados produtivos para os dois Botafogos, principalmente para o nosso paraibano que, há muito tempo, não consegue ganhar nada – este ano, lamentavelmente, não chegou sequer a participar dos quadrangulares finais dos dois turnos, isto é, terminou o campeonato em 5o. lugar, com dez clubes disputantes.

Esse fato é uma lástima, considerando a história de um clube que é o dono da maior torcida do Estado e que tem, no seu acervo, o maior número de títulos estalduais e ainda é o clube paraibano de melhor colocação no ranking da CBF, além de ser protagonista de jornadas gloriosas como, por exemplo, uma histórica vitória sobre o flamengo, em pleno Maracanã, pelo campeonato brasileiro de 1982 quando o rubro-negro tinha um dos seus melhores times de todos os tempos – Raul, Leandro, Junior, Andrade, Adílio e Zico, entre outros. E o Botafogo tupiniquim foi lá e o venceu o urubu por 2×1, em noite memorável que se tornou inesquecível.

Espero que esse compromisso firmado entre os dois Fogos (o Fogão e o Foguinho) resultem, entre outras, duas coisas importantes:

1 – o aproveitamento, pelo Fogão do Rio, de meninos bons de bola daqui de João Pessoa – hoje totalmente cooptados pelo flamengo que aqui mantém uma Escolinha

 2 – a liberação de alguns jogadores juniores e juvenis do BFR para passarem uma temporada aqui na Paraíba, reforçando o Botafogo-PB e adquirindo experiência de jogar contra adversários duros em campos ruins – como aconteceu na década de 70 com a parceria do Bota-PB com o S.Paulo. Vieram dez juvenis sampaulinos que, somados a alguns atletas experientes da casa, formaram um excelente time que conseguiu ganhar quatro campeonatos seguidamente (de 1975 a 1978).

A parceria entre os dois alvinegros é emblemática até porque o Botafogo daqui começou a crescer na década de 50 quando José Américo Filho (nome do estádio Almeidão e filho do grande político José Américo, à época Governador da paraíba) que fora jogador do BFR, montou um grande time do Bota-PB, sendo campeão em vários anos consecutivos e tendo, também, a glória de ter batido o mesmo flamengo em 1954, no estadinho do Cabo Branco, num segundo domingo de maio, dia das mães.

O rubro-negro tinha, também, um timaço do qual me lembram Garcia, Tomires, Bria, Jordan, Dequinha, Joel e Dida (jogaram pela seleção em 1958), Indio (paraibano de Cabedelo), Esquerdinha e o famoso “Doutor Rubens”, um dos maiores meias que já atuaram pelo flamengo.

Eu, à época, com 15 anos, me deliciei em assistir aos 3×2 que o Botafogo enfiou no fla, vendo o jogo, quase pendurado num tosco alambrado, atrás do gol de Garcia, arqueiro rubro-negro. Repito que o acordo entre os Botafogos é emblemático porque, o Bota-PB é, sem dúvida, o clube de maior torcida na Paraíba e é o único Botafogo, fora do Rio, que mantém as tradições do seu homônimo carioca em termos de uniforme (alvinegro, embora com estrela vermelha no peito).

Saúdo, com esperança, o entendimento entre os dois Botafogos, ambos habitantes (há muito tempo) deste velho coração.

E sobre o Fórum que vai acontecer em junho para discutir o futuro do Botafogo-PB, devo dizer que estou convidado (ou convocado?) para ser um dos expositores. Não precisa acrescentar que já topei a parada, por que não?

 

C. Pereira é pessoense, jornalista e botafoguense – em todos os lugares do Brasil e do mundo

A número 4 é linda, hein?

Serão divulgadas nessa quarta-feira as camisas do Botafogo para 2009.

A grande novidade, além da volta dos meiões cinzas, deve ser o lançamento de uma camisa número 4 – e, se for essa abaixo, terá sido um gol de placa.

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Mas que camisa linda, hein?

Sobre a nova número 1, prefiro comentar depois de confirmada oficialmente. Mas, do que vi, também gostei.