Botafogo 0x2 Atlético-PR: I know it´s over

Acabou.

Não pela matemática, mas pela ausência de qualquer poder de reação.

Não pelos jogos que ainda faltam, mas pelos que virão.

Não pelos próximos adversários, mas pelo bando que entra em campo, incapaz de produzir uma jogada decente.

Acabou.

Não por ter um clássico na próxima rodada, mas pelo fato de a principal arma ofensiva ser Régis, ex-lateral da… Portuguesa.

E, desse amontoado de jogadores medíocres, eu só ficaria com Jefferson (se ele ficar, duvido que aconteça), Gabriel e Aírton para a disputa da Série B no ano que vem.

Acabou. E acabou porque, nesse Brasileirão, nunca realmente começou.

A noite de sábado em Volta Redonda foi igual à todas as tardes e noites do segundo semestre de 2014.

Você conseguiu, Assumpção.

Que essa longa e humilhante  noite de novembro termine em algum dia de 2016.

 

 

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7 Respostas para “Botafogo 0x2 Atlético-PR: I know it´s over

  1. Tens toda a razão, é um bando treinado por um cara com experiência em mandar clube para o rebaixamento. O elenco não é dos melhores, mas, se bem treinado não era para está nessa situação.
    Nas jogadas de ataque, quem está lá na frente fica em linha, ninguém se posta na marca do pênalti para esperar uma sobra de bola, e quem está no primeiro pau nunca se antecipa aos zagueiros. Ontem, foram cruzamentos e mais cruzamentos e nada de aproveitamento.
    E, como agravante, tudo e todos conspiram para o rebaixamento, o Fogão é a bola da vez para a serie B,o que vai facilitar e muito a perda do Engenhão para os interessados, tudo isso acobertado por essa turma que se apossou de General Severiano.

    SB

  2. Os jornalistas deveriam poupar o Mancini das entrevistas coletivas de final de jogo. Basta colocar no ar uma das muitas já gravadas. São iguais.
    O que acontece é que ele, que tem pouquíssima culpa do que acontece, não pode falar a verdade. Ou acha que não deve.
    O time só perde porque:
    O elenco é horroroso. Um dos piores em qualidade e quantidade que já passaram pelo Glorioso.
    A demissão dos 4 “cavaleiros do apocalipse” piorou ainda mais a qualidade e agravou ainda mais a desmotivação.
    Os salários atrasados e eventualmente pagos a alguns, racham o grupo e causam um clima de revolta interna enorme.
    As constantes promessas da diretoria, encabeçada pelo irresponsável dentista e suportada estrategicamente pelo manipulador de pesquisas e índices de audiência, criam uma tensão e expectativa que deságua em frustração dos “pernas de pau”.
    A falta de uma estrutura mínima para um clube disputar um campeonato, qualquer série que seja, enfraquece o que já é uma “canja aguada” de elenco. Não existe verba para concentração, Depto. Médico, material de trabalho, etc, etc, etc.
    A verdade é que estamos virtualmente na série B. Mas, pior que isto.
    Estamos no caminho do América-Rj, Portuguesa-SP, Juventus-Sp.
    Lógico que o alvinegro sempre foi um “Gigante” em conquistas e representatividade no cenário mundial.
    Mas o caminho que estes senhores (inclua-se todos os conselheiros) nos levam é o da extinção.
    Seremos um clube social com: piscinas, bares, salões de festa, etc.
    Será que eles podem nos fazer isto???
    Yes. They can!

  3. A noite foi longa e longo será este fim de ano, será 2015 e, se ainda restar algo, talvez – talvez – 2016 seja um pouco menos pior.
    Não vislumbro volta a Série A ano que vem.

    Tudo nos foi arrancado, até o direito de sonhar. Se formos ficar somente com 2014, o sonho começou numa mágica noite de quarta-feira e 4 gols. Mas quem disse que temos esse direito?

    Empresas criadas para sonegar pagamentos à justiça, contratos em que sempre rolavam um “pro-labore” para alguém.
    Achar que pode negociar MELHORES CONDIÇÕES com a JUSTIÇA.
    Omissão no fechamento do Engenhão.
    Desmanche do time.
    Efetivação de estagiário para técnico.
    Contratações mais do que duvidosas.
    Desrespeito com a torcida em relação aos preços dos ingressos.
    Relação ruim com o consórcio Maracanã, o que prejudica ainda mais o torcedor.
    Dispensa de jogadores que poderiam fazer alguma diferença, sem nenhum motivo satisfatório a não ser o ego inflado de um presidente que se acha Luis XIV.
    Depois de analisar os fatos acima, ir para a Série B não é surpresa, é quase uma punição justa. Pena que quem paga por isso somos nós.

    Agora, nem o (des)prazer de ver nosso time no estádio temos, até isso nos foi tirado.

  4. Mancini é extremamente responsável por alguns insucessos. Entendo os seus méritos e sei que nao tem culpa do elenco ter sido enfraquecido por aquele que se diz Presidente.
    Mas é inadmissível que, com esse elenco risível, ele jogue com 3 “atacantes”. Com muitas aspas. O meio fica exposto, todos os times nos colocam na roda e nossos sofríveis zagueiros, ficam no mano-a-mano com atacantes muito mais rápidos.
    Ou seja, sempre saímos atrás e precisamos agir no desespero.

    Enxergar essa limitação e fechar o time, nao faria mal algum.

  5. Creio que talvez seja útil ir um pouco mais longe para entender o cenário desolador atual. Quando, no ano passado, o clube disputava os primeiros lugares e tinha dois ídolos em campo (além do Jefferson, Seedorf), o presidente disparava insistentemente contra a torcida. A culpa era nossa, dos torcedores, por um eventual fracasso. Vejam só: em vez de buscar a comunhão entre time, clube e torcida, o presidente dentista buscava responsáveis por futuros e possíveis fracassos (o que na época era ficar fora do G-4, sdds). Típico de quem busca alguém pra servir de trouxa e esconder a própria incompetência.
    Com a vaga da (pré)Libertadores na mão, ele bota o estagiário de técnico (como definiram aqui genialmente) e manda embora os melhores jogadores. A torcida, uma eterna desconfiada desde aquela maldita final de Copa do Brasil em 99, acreditou, abraçou o time e fez algo que eu, em 26 anos como alvinegro, não me lembrava. Havia uma confiança, uma eletricidade no ar que não era comum. E aí? Aí a gente encontrou a dura realidade, um time abaixo da crítica que caiu na primeira fase numa das Libertadores mais fáceis das últimas décadas. O presidente não podia mais apontar o dedo para torcida. As máscaras foram caindo, a tragédia escondida pelos capos que mandam em General Severiano foi aparecendo.
    Ano que vem vai ser difícil, muito difícil. E o outro também. E o outro também. O Botafogo precisa de um líder que abra o clube para o seu maior patrimônio: a torcida. Se o Botafogo somos nós, não podemos ser tratados como lixo, desrespeitados como torcedores, sendo obrigados a pagar preços de ingressos abusivos e ainda criticados pelo mandatário da vez. Nessa hora, eu me lembro de Alexandre Kalil, o homem que tirou o Atlético Mineiro do buraco. Kalil faz besteiras, deixará dívidas, mas ninguém pode questionar o quanto ele ama o clube. É passional, se equivoca diversas vezes, mas conseguiu reavivar uma comunhão entre time, clube e torcida. É isso que o Botafogo precisa.
    Com Rogérios, Murilos e Mamutes o caminho só poderia ser a Série B. As eleições estão próximas e admito que não tenho muitas esperanças de mudança. Mas, como alvinegro, não vou desistir do Botafogo. Aceitar um fim melancólico, trágico seria dar uma vitória para os canalhas que jogaram o clube num lugar que não é o dele. Esse prazer eu não vou dar.
    PS: O time é sofrível, depois do afastamento dos quatro é indigente, mas o Mancini erra tanto que não entendo como pode ser técnico profissional. Mesmo sendo obrigado a gerir um vestiário em frangalhos.
    Saudações alvinegras.
    Venceremos.

  6. Às vezes ainda espero o milagre.
    Mas, na verdade, se existe justiça divina, o Botafogo não merece milagre nenhum com o presidente que tem.
    Maurício Assunção tem que carregar pelo resto de sua vida o estigma do presidente que fez o rebaixamento do clube em 2014.
    Que Deus nos dê um novo presidente que faça o caminho inverso, mesmo precisando de outros milagres para recolocar o clube em situações compatíveis com a sua grandeza histórica.

  7. E o Céu abre as portas p/ mais uma alma Botafoguense! {O poeta Manoel de Barros morreu nesta quinta-feira (13), aos 97 anos, no Proncor de Campo Grande. Ele estava internado havia duas semanas e, durante esse período, passou por uma cirurgia no intestino. Conforme boletim médico assinado pela médica Carmelita Vilela, o falecimento ocorreu às 8h05 (de MS)}.

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