O maior desafio: estamos preparados?

quito

Esta cidade aí acima é Quito.

Na quarta-feira, o Botafogo começa a encarar o seu maior desafio em quase duas décadas.

Estamos preparados para superá-lo?

Anúncios

3 Respostas para “O maior desafio: estamos preparados?

  1. Marcelo, a altitude não assusta tanto quanto a apresentação horrenda que vimos hoje; não pelo horrendo em si (sabemos que os jogadores são fracos), mas porque o time não mostra evolução, ao contrário, parece piorar.
    O que equivale a dizer que um jogo ao nível do mar é também capaz de causar suores, tremedeiras, taquicardias e falta de fôlego.
    Termos um time reserva tão fraco é termos um elenco equivalentemente fraco.

    Já que, sob a pancada do jogo de hoje à tarde, não tenho estômago de comentá-lo, nem ânimo de falar do jogo de quarta, dou um pitaquinho na discussão que você propôs hoje à tarde no twitter, sobre os nossos ídolos.

    Tenho pensado bastante na questão da idolatria, que é uma viga mestra do modo de ser botafoguense. Pensei, e cheguei à conclusão de que, para um jogador alcançar ser ídolo nosso, existem dois critérios preliminares que podem ser alternativos ou cumulados: ou ter ele feito muito pelo futebol do Brasil, ou ter feito muito pelo futebol do Botafogo. Um e outro, ou um ou outro, são premissas da idolatria.

    Mas existe, ou deveria existir, um terceiro critério que é, digamos, eliminatório, e objetivo: um ídolo do Botafogo não pode,ou não poderia, em hipótese alguma, ficar com o coração dividido quando o Botafogo jogasse contra quem quer que fosse.

    É por isso que reconhecemos, sem disputa, Garrincha e Nilton Santos (este mais que aquele) como ídolos nossos, mas o Didi não.
    O Túlio sim, o Pantera não. O Heleno sim, o Gerson não. O Gonçalves sim, o Mauro Galvão não.

    A idolatria botafoguense precisa da declaração inequívoca, direta, desavergonhada, do amor do ídolo ao Botafogo.

    Por esse critério, nem Seedorf nem Loco poderiam ser ídolos nossos, embora tenham feito muito por nós. Mas o Jefferson poderia. Soa justo.

    (venho pensando disso desde que, ano passado, ouvi do Jair Furacão que ele ficaria com o “coração dividido” no jogo decisivo entre Botafogo e Cruzeiro, no Mineirão. Jairzinho é uma espécie de bardo da estirpe do Pelé.)

  2. Marcelo. Respondendo a tua enquete: Não. Não estamos preparados. Se passarmos dos equatorianos, não será anormal pelo baixo nível deles. Mas, não nos enganemos. Teremos que pegar o San Lorenzo. Campeão argentino, que anda embalado e conta com um reforço de respeito. É o time do Papa. A torcida não chega a ser a do Boca ou River, mas tem lotado os jogos e incentivado o time como nunca. Isso faz a diferença numa Libertadores. Ah se faz!
    Quanto ao jogo de ontem, o que dizer? O time B é fraco. Fraquíssimo. O Renan tem se revelado um goleiro inseguro. Os irmãos laterais são horrorosos. Acho que o Alex é menos pior. A zaga, de zagueiros zagueiros, só rebate. O Aírton parece um poste. Idem para o Elias. Acho que tinha um fio ligando um ao outro. O RS amigo do peladeiro jogando com a dedicação de quem esta em Copacabana num domingo de muito sol. O Renato mais perdido que todos, numa função que nem ele mesmo sabe explicar o que faz. E os moleques GG, Daniel, Cidinho, etc. Acompanhando o capitão em desorientação. Não vou falar do Henrique porque acho que ele só pode ter um caso com alguém do clube ou participação no passe. Só isso explica.

  3. Alguem que acompanha este blog vai ver o jogo no estádio Atahualpa em Quito?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s