O 5 é o craque

“Para a montagem do meio-campo você precisa do passador, de agressividade na marcação, de um jogador um pouco mais rápido. Na minha concepção, o número 5 tem que ser o craque do time, e o Bolatti tem me impressionado, tenho posicionado ele na frente dos zagueiros. Acho que tudo começa na saída de bola, e o Bolatti tem uma saída muito boa. Lógico que também não pode ficar com muito romantismo, tem que ter um nível de agressividade interessante naquele setor. Mas se você coloca um jogador que tem boa qualidade de passe, que tem boa visão, ele faz jogar os homens na frente. Nesses primeiros momentos, o Bolatti tem reunido essas condições.”

bolatti

Assim afirmou Eduardo Húngaro, no programa Bem Amigos na noite de segunda-feira, quando admitiu também que deve mudar o esquema tático e que o Botafogo terá a necessidade, “do meio pra frente”, de se reinventar, após as saídas de Seedorf e Rafael Marques.

Reinventa, Húngaro! Craqueia, Bolatti!

PS I: Por motivos de força maior, esse blog não terá como acompanhar detidamente os jogos do Glorioso no Cariocão que serão realizados durante a semana. Mas fiquem à vontade para comentar, elogiar – e cornetar.

PS II: Do que pude ver do chocho empate contra o Bangu, muita decepção com a dificuldade de criação no meio de campo e a crônica deficiência de finalização de Henriquasegol. Infelizmente, Daniel, Gegê e Octávio juntos não conseguiram o rendimento de um Fellype Gabryell. A culpa é deles? Não! A culpa é de quem os obriga a jogar juntos por falta de opções mais experientes. E Renato, mesmo quando tem tudo para comandar o time, continua absurdamente apagado.

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5 Respostas para “O 5 é o craque

  1. Desculpe, mas o craque do time é o 10, o resto é invenção!

  2. Botafogo 0 X 0 Mulatinhos Rosados.
    O nosso técnico Magyar atendeu ao comentário do amigo Anônimo. Transformou o no. 5 R. Souto (amigo de peladas do dentista) no no.8 e transformou o no. 8 Renato no no. 10. Acontece que não é uma simples troca de numeração que vc organiza as coisas.
    Resultado. Zero de criatividade, pouquíssima ofensividade e um resultado do tamanho das ambições da diretoria.
    Saudades de você Seedorf, que nos ensinou a levar tudo a sério. Seu nível de exigência é compatível com o nosso nível de torcedor apaixonado.
    Seu choro em varias ocasiões expressava o compromisso dos grandes vencedores.
    Bom! …. Agora temos Bolatti, R. Souto e El Tanque. Este, para substituir o Henrique no 2o. Tempo.
    Como diria Milton Leite: ” Que faaaaaaaase”!

  3. Ridículo, simplesmente ridículo ! O Botafogo realmente consegue sempre surpreender. Deve ser o único clube na história que, após passar quase duas décadas sem conseguir disputar um torneio internacional de peso, ao conseguir a duras penas uma vaguinha, opta por enfraquecer o elenco e o banco. Agora o nosso “craque” é o Bolatti, que quando estava aqui no Inter às vezes nem banco pegava. Dá-lhe diretoria !!!

  4. E, complementando, o nosso centroavante de fé é um tal de Tanque Ferreira (me parece algo semelhante com o Escalada. Na final com o Atlético teve a chance de decidir o título frente a frente com o goleiro, mas na hora de chutar … escorregou e caiu sentado), ladeado pelo Elias e tendo na reserva o Henrique, cracaço que não faz gol a quase um ano e meio (o último que fez, ironia das ironias, foi contra o Botafogo em 2012). Esse clube é uma piada pronta.

  5. Não achei mal o Botafogo ontem.
    Já dá pra perceber no time titular do Hungaro uma inspiração estratégica diferente do do Osvaldo.
    E, entre os jogadores, obediência tatica e disposição. Isso é a argamassa. É o que se pode esperar de um time que está começando a ser construído.
    Com o JW, em relação ao Seedorf, perdemos pouco com relação a visão de jogo e bom passe; perdemos, sim, força e potência, mas ganhamos bola parada.
    O que é temerário é a enorme distância que ainda existe entre os titulares e os reservas. Quando o Hungaro começou a mexer, o time se esfarelou, parecia outro, piorou dramaticamente.
    (o que, dado o grande número de garotos que compõem o nosso banco, faz nítida a diferença entre ter uma categoria de base bem estruturada, que é o que nós não temos, e ter boa vontade com os meninos vindos da base, que é só o que temos tido).

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