Resende 1 x 1 Botafogo: Emoção zero

Ainda não dá para ter ideia do que nos realmente reserva o ano de 2014, mas algumas sombras começam a assustar.

A estreia dos reservas no Cariocão foi tão previsível quanto decepcionante: quando Lima usa a camisa do Nilton Santos e vira o cobrador oficial de faltas do time, não dá pra ter muita expectativa.

Quem poderia ter aproveitado a chance para se destacar – Daniel, Gegê,  Henrique – simplesmente não apareceu. Com a falta de entrosamento e de talentos individuais (nosso novo camisa 10, Renato, fez o gol,e nada mais), o que se (não) viu foi uma partida modorrenta, tão emocionante quanto um jogo da terceira divisão do campeonato francês, disputada em gramado indecente, que deveria ser proibido para jogadores profissionais.

Só deu para perceber que, exceção da zaga, nosso banco continua limitadíssimo, ainda mais com as saídas de Bruno Mendes e, agora, de Rafael Marques.

E  continua sem fazer sentido o fato de a diretoria alvinegra ter priorizado a contratação de volantes, em vez de atacantes.

Por isso, a verdade é que o Botafogo 2014 começa com muito menos força do que o Botafogo de 2013, que tinha SEEDORF, Fellype Gabryell entre os titulares e algumas boas opções no banco.

Preocupante.

 

 

 

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2 Respostas para “Resende 1 x 1 Botafogo: Emoção zero

  1. O jogo foi péssimo. Mas foi pior para quem criou alguma expectativa sobre o time do Botafogo, mínima que fosse.
    O time de ontem era um rebotalho. Jogadores medíocres, nenhum entrosamento e nenhum esquema de jogo. De um time começando do marco zero era previsível uma atuação tão ruim.

    Me preocupa não o jogo de ontem, mas duas outras coisas:
    uma, que o nosso time tido como titular não tem, do ponto de vista técnico, jogadores muito melhores do que os que jogaram contra o Resende.
    duas, que o que poderia ser uma vantagem nossa, o entrosamento dos jogadores, o jogo coletivo, já não existe. A saída do Rafael Marques acabou de fraturar a espinha dorsal do time titular, arrematando, na pior hora, um processo de desmanche que começou no meio do ano passado.

    É possível um time ser campeão ser contar com um craque virtuose, desde que haja um elenco equilibrado, um bom esquema e ótimo entrosamento. E um bom time nesses termos, competitivo, leva um ano e meio, dois anos para madurar e dar frutos. O time do Botafogo que vai jogar a Libertadores começa o trabalho do zero.

    O que impressiona, nisso tudo, é a pasmaceira da diretoria do Botafogo, vendo e agindo no desmanche do time, durante um semestre inteiro, e se omitindo na obrigação de minorar os buracos para a disputa da Libertadores.
    Uma direção competente não conhece a palavra “surpresa” ___ seu dever é prever as “surpresas”, antecipá-las, e corrigi-las. É, numa frase, não deixar que as “surpresas” surjam.
    (mas a cada dia me convenço de que o primeiro propósito da diretoria, antes de preparar um Botafogo forte para as competições, é negociar jogadores).

  2. Pra diretoria, parece que ganhar a libertadores não é prioridade, mantém a postura amadora não respeitando a grandiosidade do Botafogo, com acordos financeiros medíocres, contratações sem coerência, o departamento de futebol parece que ficou pior depois da era Anderson Barros. Era de se esperar. No Brasil infelizmente, qualquer instituição que queira se fazer respeitável, tem que ter o mínimo de influencia política e econômica, coisa que o Botafogo ainda não tem.

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