O homem que fala magiar

hungaroring

Magiar é o idioma da Hungria, país da Europa Central e, desde ontem, o idioma falado em General Severiano, zona sul do Rio de Janeiro.

A facilidade de comunicação com o elenco tem tudo para ser o grande trunfo do estreante Eduardo Húngaro à frente da comissão técnica do Botafogo neste início de 2014.

Seu entrosamento com os jogadores é visível; tudo leva a crer que o treinador, egresso dos juniores,tem o respeito e confiança de seus comandados, como Rafael Marques.

rafahungaro

Para nós, que estamos do lado de fora da sede do Botafogo, contudo, Húngaro continua sendo uma grande incógnita. Como comentou o primo E.Sales no post anterior, é meio arriscado lançar um candidato a técnico profissional em momento crucial, bi ano que tem tudo para ser o mais importante deste século.

Caberá ao Húngaro, já a partir da estratégia que vai traçar para os dois confrontos contra o Deportivo Quito, justificar o investimento e superar a desconfiança inicial.

Para que todos, dentro e fora de General Severiano, possamos falar em 2014 a única linguagem que todo mundo entende no futebol: a das conquistas. Essa não precisa de tradutor.

 

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2 Respostas para “O homem que fala magiar

  1. Antes que possa ser mal interpretado, quero deixar claro que torcerei pelo Botafogo de Húngaro, como torci para os Botafogos de OdeO, Cuca, Joel, etc. Etc.
    Tenho a certeza que torceria até para o Botafogo de Luxa (Deus nos livre) ou de Dunga (Deus nos livre, Deus nos livre).
    Afinal, fui, sou e serei sempre alvinegro no mais alto grau que um torcedor se permite ser.
    Só pra manter aquecida a relação com o mestre blogueiro e companheiros de debates deste espaço, estendo o meu comentário anterior.
    “Professor”, termo constantemente utilizado pelos atletas para se referirem ao seu treinador, pressupõe alguém que ensina, orienta e guia os seus “alunos”. Transmite o seu aprendizado composto de hermenêutico (teórico) + empírico (prático).
    Ao se candidatar a professor, é necessário se apresentar um Curriculum que comprove esta “bagagem”. E é obvio que o Curriculum deve ser tão extenso quanto for o desafio.
    Por isso que para ensinar a crianças ou alunos do primeiro grau, o professor deve ser formado em pedagogia e ter um mínimo de experiência adquirida como monitor, professor adjunto, etc. E para ensinar a alunos de graduação ou Pos-graduação, o professor deve necessariamente ter o título de “Mestre” ou “Doutor”. Com o aprendizado comprovado e com varias horas de exercício.
    Para o desafio de comandar “alunos” experientes como Seedorf, Bolívar, Jeferson, etc. E principalmente numa competição de altíssima responsabilidade e complexidade face aos fatores extra-campo envolvidos e sobretudo pela representatividade para a história do clube, entendo que a cadeira é bem mais larga que a Bunda Magyar ocupante.
    Que estasalavras sejam apenas preocupações e baboseiras que acometem com frequência indivíduos cinquentões.
    Boa sorte “Professor”. Que Puskas intervenha em nosso favor lá em cima e nos ajude a tornar esta reflexão ridícula aos olhos do tempo.

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