Mais do que uma foto

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A imagem acima não é apenas uma imagem.

Essa foto carrega muito mais informações do que ela mostra.

Mostra um gigante do futebol mundial com a camisa do nosso time,  levantando a taça de campeão na sede histórica do nosso clube, diante da nossa torcida.

Com a taça na mão, Clarence Seedorf saúda os torcedores no mesmo casarão de General Severiano por onde passaram outro sgigantes como Mané Garrincha, Nilton Santos, Didi, Heleno, Jairzinho, Gerson, PC Caju e tantos ídolos alvinegros.

É o encontro do Botafogo do século 21 com as tradições e glórias do Botafogo do século 20.

É uma imagem que evoca o passado, celebra o presente e inspira o futuro.

É uma foto para se guardar para sempre em nossos corações.

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Fotos: Wagner Meier e Sátiro Sodré/Agif/ Botafogo Oficial 

PS: De parabéns à diretoria alvinegra, por ter caprichado nos detalhes da festa em General Severiano, como fazer os jogadores permanecerem uniformizados, com a camisa listrada, e a faixa de campeão no terraço da sede.

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3 Respostas para “Mais do que uma foto

  1. Pena que parte da torcida tenha estragado o final da da festa. Pode ser que a diretoria reveja essa forma de comemorar futuros títulos. Foram levados da sede computadores e outros equipamentos. Isso é coisa de bandido, não de torcedor do nosso glorioso!

  2. Marcelo,
    Conforme prometido seguem lances da decisão.

    Entrei no estadio na abertura dos portões 13:45. O clima do lado de fora era perfeitamente amistoso, ao contrario do que vejo aqui em SP. Botafoguenses e tricolores convivendo em harmonia no entorno do estadio.
    Ficamos no centro do campo, local ocupado pela Fúria que fez uma festa bem bonita. Alias, toda a torcida esta de parabéns. O local destinado aos alvinegros lotou completamente. Com direito a “Ola” e todos os hits.
    O Pau comeu nos primeiros 15 min. de jogo e o Rainer cansou de bater.
    O time estava nervoso no inicio, mas aos poucos foi se acalmando e fez um jogo seguro. Sem o brilho dos anteriores mas de muita marcação.
    Ao final a torcida cantou o nome de todos os jogadores e muito relutante, já no final cantou o nome do Oswaldo. O mais ovacionado foi o Seedorf, obvio. Mas o Lodeiro em sua comemoração foi quem mais emocionou. Impressionante a sua vibração sozinho e sem camisa no centro do gramado.
    O Lodeiro tirou a camisa e jogou pra torcida. Os demais jogadores jogaram chuteiras, meias e ate caneleiras. A torcida foi ao delírio.
    Lamentável uma final tão emocionante num estadio pequeno e bem distante.
    Que venha a Copa do Brasil. Acho que estamos preparados.

  3. Marcelo,

    a grande notícia de hoje para o Botafogo é a nota emitida pela associação brasileira de engenharia e consultoria estrutural ___ ABECE, entidade, em teoria, isenta para comentar___, sobre a interdição do Engenhão, a revelar que o estádio João Havelange não tem falha estrutural.
    A nota da ABECE (que confronta o laudo alemão de 2012, o qual aventara o risco de a cobertura do EOJH desabar) baseia-se nos cálculos estabelecidos para o laudo original de 2004, emitido por uma empresa canadense que é referência mundial na “tecnologia de tuneis de vento” (seja lá o que isso signifique).
    Havendo discrepância entre o laudo canadense de 2004 e o alemão de 2012, a ABECE, para tirar quaisquer dúvidas, valeu-se de um terceiro laudo, fornecido por uma empresa certificadora inglesa, também referência no ramo, que confirmou o laudo canadense.
    Ou seja, em suma, a empresa canadense mantém os cálculos realizados quando da concepção do Engenhão, que, por sua vez, foram avalizados por uma certificadora inglesa, e pela ABECE. Todos vão em mão contrária ao estabelecido no laudo alemão, que recomendou a interdição do estádio.

    O assunto é relevante por si, por envolver um equipamento esportivo importantíssimo da cidade, mas é ainda mais relevante em se considerando os prejuízos que pode acarretar ao Botafogo, num ano que começa promissor.

    É muito estranha a época em que esse laudo alemão apareceu, recomendando o fechamento do Engenhão e a urgência dos reparos, se por seis anos o laudo canadense original não foi sombreado por sequer uma brisa de contestação quando, de repente, um vendaval de descrédito o pos abaixo.

    E isso acontece justo no momento em que se dá a licitação para concessão do novo Maracanã. O Engenhão aberto representaria um maior poder de barganha para os clubes interessados (em tese, Fla e Flu) com relação ao concessionário vencedor. O Engenhão fechado significa diminuição do cacife para barganhar, e a submissão dos clubes aos valores que o concessionário exigir.

    É bom lembrar que a favorita destacada para vencer a licitação de concessão do Maracanã é a empresa IMX, do notório Eike Batista, amigo chegado do governador e do prefeito do Rio.

    O Botafogo e os botafoguenses não podem se deixar engrupir. Têm de provocar barulho para que, no mínimo, as coisas se façam às claras, e não na penumbra, como agora. O fechamento do Engenhão está nos trazendo um prejuízo doloroso e imerecido. Se soubermos que esse fechamento é desnecessário, podemos não minimizar a dor que já passamos, mas poderemos, ao menos, estancar os prejuízos.

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