Americano 2 x 4 Botafogo: Bola no chôn

Não assisti ao jogo dessa quinta-feira, só ouvi pedaços no rádio (sim o velho radinho foi acionado no segundo tempo, é ou não é o talismã?), e depois observei os melhores momentos. Vi também uma entrevista interessante do Herrera, em que ele, com seu portunhol característico, diz que tudo fica mais fácil quando o “Botafogo joga com a bola no chôn”.

As jogadas dos gols nasceram pelo “chôn”:  rapidez e intensa mobilidade, troca de passes curtos e muita movimentação. Graças ao Lucas, ao Renato, ao Herrera e até ao estreante Fellyyppe Gabbryyell, o artilheiro das letras dobradas.

Mas por que esse tipo de jogada não nasce com mais frequência quando estão no campo Elkeson, Maicosuel e Loco? Será que a crônica falta de movimentação do uruguaio está prejudicando o time ou ainda há outros fatores a nos atravancar? Ou foi apenas coincidência?

Como não vi o jogo, não me atrevo a responder com propriedade. Mas só destacaria também o fato de o Botafogo ter tomado dois gols do Americano – mais do que tomou da dupla fla-flu, o que obviamente é preocupante. E ainda a lastimável impressão, a julgar pelo que li no Twitter, que o Marcio Azevedo voltou a ser Marcio Azevedo.

Ah, e esse chororô supremo dos urubus por conta da arbitragem da quarta-feira, hein? Mais divertido do que isso, só o fato de eles terem perdido um jogo com o adversário improvisando um volante como zagueiro…

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