Botafogo 4 x 1 Bonsucesso: A garra e a técnica

Quem fez a torcida gritar, e se consagrou como o nome do jogo, foi o hermano aí de cima: dois gols, aproveitamento superior ao do Loco, garra, etc.

Mas quem está jogando o fino é esse cara aí de baixo, que, de tão discreto, quase não aparece nas fotos.

Com a técnica que utiliza na hora do passe, digo a vocês que o nosso camisa 8 teria lugar até no Barcelona. Ou melhor: quem tem Renato não precisa de Xavi.

Renato trata a bola com respeito e intimidade, nunca a menospreza. Vê-lo em campo, como diria um antigo comercial de cigarro, é um raro prazer.

Só não é maior do que a chance, rara por conta da distância, de ver um treino, digo, um jogo oficial do Botafogo ao lado do Pereirão e dos Pereirinhas. Três gerações alvinegras em frente à tevê, comemorando o lampejo do Maicosuel no primeiro gol, se irritando com a falha da zaga no gol do Bonsuça e outros vacilos imperdoáveis num jogo tão fácil, se enervando com as chances perdidas pelo Loco Abreu, acelerando mentalmente o Felipe Menezzzes, constatando a possibilidade de recuperação do Marcio Azevedo (Guarabira Fields Forever!), sorrindo com o ímpeto do Cidinho, vibrando com o Herrera e dando gargalhadas com a entrevista pós-jogo do argentino.

O Botafogo também pode ser lugar de gente feliz. Esse é o meu time.

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3 Respostas para “Botafogo 4 x 1 Bonsucesso: A garra e a técnica

  1. “O Botafogo também pode ser lugar de gente feliz. Esse é o meu time.”

    Acho que está nos faltando lembrar disso.

    Abs e SAN!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Voltei a ver um jogo do Botafogo. Estava de férias há muito tempo desse (prazer) sacrifício. Mas, foi muilto bom, ver um time melhor, com mais garra e com determinação de vencer. E, sobretudo, ver o jogo ao lado de filho e netos.
    Valeu ir a Brasília, também, por esse evento…

  3. Não pude ver o jogo. Aliás o primeiro que não assisto.
    Ao ver o VT me assustei com a impaciencia da torcida. Entendo que a irritação não é de hoje. Vem da frustração do ultimo Brasileirão e dos últimos estaduais. Também do osso de galinha atravessado de quase sempre jogar melhor ou ter vantagem numérica em campo e não abater os urubus que a cada jogo que passa, se aproximam mais e mais da derrota, mas sempre acontece um…mas. Mesmo asssim, não dá pra chamar o Oswaldo de burro tão cedo quanto foi “aclamado”, e nem crucificar o F. Meneses que deixou Abreu e outros na cara do gol sem que aproveitassem o presente. Sei que assistir ao VT já sabendo que tudo correu bem e o resultado foi excelente, não é a mesma coisa, porém sempre é bom lembrar que o Cortez esta jogando muito no S.Paulo, que o M. Azevedo melhorou bem e quase foi “derrubado” pelas vaias em 2011. Vamos ter um pouco de paciencia e deixar o barco andar um pouco mais. No final do jogo, pode tocar a corneta. Durante o jogo, é tiro no pé.
    Lembranças a familia alvinegra reunida.

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