Atlético-MG 0 x 2 Botafogo: A quarta força

No primeiro tempo, Marcelo Mattos reinou absoluto.

Na segunda etapa, a dupla Loco-Edno. E, depois, Edno-Loco. Dois gols de inteligência e frieza, três pontos dificílimos conquistados.

Sem contar a defesaça do Jefferson quando o jogo estava ainda 1 x 0. E, agora, estamos a 3 pontos do Corinthians. Somos a quarta força do Brasileirão.

“O Botafogo é um estranho no ninho. Quanto menos falarem da gente, melhor. Lembram quando disseram que a gente era a quarta força do Carioca e o que aconteceu depois?”. Foi o que disse Joel depois do jogo.

Ele tem razão. Estamos chegando, apesar de tudo que sofremos na competição – das contusões, das arbitragens e até do próprio Joel.

E, mesmo tomando sufoco em grande parte do tempo e com um a menos desde o início da partida (LFlavio, novamente inoperante), conseguimos a vitória que, convenhamos, foi inesperada – especialmente depois que entregamos o meio de campo ao adversário e deixamos os atacantes atleticanos-mulambos (Obina e Tardelli) brincar de tiro ao alvo com Jefferson.

No mais, os verdadeiros ídolos crescem nos jogos mais difíceis. Quando Lucio Flavio saiu do jogo, o Botafogo fez os dois gols que garantiram a vitória. E o Loco, mesmo depois de perder um gol claríssimo, mostrou que tem personalidade e inteligência – não se omitiu e acabou sendo decisivo, com direito à cavadinha (sutil, mas suficiente para deslocar o goleiro) no segundo gol.

É ídolo e ponto final.

PS: O Caio entrou bem na partida, fazendo o tempo passar e cavando faltas lá na frente.

PS II: Somália na lateral é uma temeridade. E um desperdício porque o time perde o meio já nos primeiro minutos da partida.

PS III: Alessandro tem que repassar metade do salário ao MMattos, que tem que se desdobrar pra fechar as avenidas abertas pelo cabeçudo.

PS IV:  E o Galo, hein? Perde sempre pra gente. Jogando bem, jogando mal, com bola na trave, não adianta. É freguês de carteirinha.

PS V: A alegria do Cajá, do Renan e de um reserva (me pareceu o Alex Lopes) ao comemorar o segundo gol com o Loco é de arrepiar.

Foto: Site oficial do Botafogo

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6 Respostas para “Atlético-MG 0 x 2 Botafogo: A quarta força

  1. Com certeza, esta foi uma vitória do talento + garra, aliados com a inteligência (principalmente do nosso grande ídolo Loco Abreu), pena que nosso treineiro continua insistindo com o inútil Lúcio Flávio, sempre dific ultando ainda mais aquilo que pra nós, sempre é difícil, parabéns FOGÃO, no mínimo Libertadores, eu acredito!

    Saldações Gloriosamente Alvinegras

    João David de Deus

  2. Lá de Lisboa, há duas semanas, depois do sétimo empate consecutivo do Botafogo, eu mandei dizer que, com três vitórias consecutivas, chegaríamos ao G-4 e, quem sabe, até a sonhar com o título. Ao G-4 já chegamos com duas e uma terceira contra o Atlético Goianiense – dependendo dos resultados de Corintians, Cruzeiro e Fluminense – nos colocam defintivamente na luta pelo troféu, depois de 15 anos.
    Tudo com a ajuda de Deus, que foi flamengo no ano passado, e que – cansado daquele milagre – em 2010 pode ter vestido a camisa alvinegra.
    Como todos sabem, Ele está bem mais perto do que nós, míseros mortais, da gloriosa estrela solitária…

  3. O jogo foi totalmente tenso. De arrepiar pq não dominamos nada daquele meio de campo. O LF inutil em campo, mas o Botafogo de 2010 é diferente do que vi nos últimos anos. Pode ter um pouco de Joel. Talvez muito de Jeferson. Mas o Loco é uma peça fundamental: ídolo, experiência e referência! Vamos com tudo!

  4. Foi a vitória da superação!

    Foi uma vitória para apagar um empate em casa!

    Foi a vitória do Joel!

    Foi a vitória do Loco Abreu!

    Vamos, FOGO!
    http://generalseveriano.wordpress.com/2010/10/31/vitoria-da-superacao/

  5. Ah Deus!!!

    Nos mandou a Dona Esperança de volta!!! Por favor, não seja em vão!

    Ao mesmo tempo que estou comedida, sendo realista, em alguns momentos me pego em frente à TV, no dia 05/12, sem unhas para roer, sem mais santos para apelar, gritando um grito sufocado na garganta, pensado em “porque eu não fui para Porto Alegre”.
    Imediatamente a realidade chama, e tento não pensar nisso para não ser pior depois.

    Quarta-feira estarei no Engenhão mais certa que Joel.

  6. Depois de ver por muito tempo aquela agonia em assistir o BFR jogando com um a menos, com o Fahel em pânico, querendo rasgar camisas dos oponentes dentro da área, me restava no fundo, minhas esperanças de um resultado positivo.
    Destaques p/ minhas esperanças:
    1) A freguesia do CAM;
    2) A performance DEZ do Jéferson. O Jéfferson crescia na frente dos Galos.
    Entrada do Edno: De imediato, o BFR igualou a quantidade de jogadores em campo. Do banco, o Edno fez a leitura do jogo com precisão. Entrou ligado, com muita atitude e mudou o panorama do jogo.
    Nota: Grande lance, segundo tempo, em que o M.Matos lançou o Jóbson, que exigiu defesa parcial do goleiro e que bastava o Loco pisar na bola e entrar com tudo. Jogada típica que deveria acontecer com mais freqüência, tornando os 03 pontos mais possíveis.
    Saudações Gloriosas.
    Cléto Martins

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