O verdadeiro culpado

Nada de Alessandro, Fahel, Leandro Guerreiro ou Joel. O Vieira, enviado especial do FogoEterno ao Serra Dourada, revela no relato abaixo o verdadeiro culpado pela goleada de quarta-feira. Confiram:

“Fretamos uma van e rumamos para Goiânia, distante 200km de Brasília. A euforia era total. A cada parada na rodovia uma confraternização com alvinegros vindos de várias localidades da região. A umidade relativa do ar estava abaixo dos 20%, para compensar, muita cerveja e muito ” ninguém cala esse nosso amor” dentro do carro. Já dentro do Serra Dourada, a euforia começou a dar lugar para a apreensão e, em seguida, a frustração: 4 x 1 para o goiás, time com passagem só de ida para a segunda divisão.

Na volta, a van era um silêncio só, entrecortado apenas por alguns comentários típicos de alvinegros. “Toda vez que visto esta camisa, o time perde”, “Foi aquela coxinha que comi na estrada que deu azar”.

Mas a frase mais chocante veio de um amigo que estava no fundo da van: “Eu estava naquele empate com o juventude na final da Copa do Brasil. Desde então, toda vez que venho ao estádio o Fogão perde”. Foi um silêncio sepulcral. Nos entreolhamos e dava para ouvir o pensamentos dos demais: “Esse cara nunca mais entra na van”, “A culpa é dele”, e assim o carro deixou cada um em suas respectivas casas. Pena que nunca mais iremos a um jogo do Glorioso com esse amigo. Azar dele…”

Eis o impressionante relato do Vieira, já de volta a Brasília e ainda impactado com a imobilidade do Lúcio Flávio (“A camisa dele saiu limpinha, sem uma gota de suor!), conferida ao vivo no Serra Dourada

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5 Respostas para “O verdadeiro culpado

  1. Todo mundo tem um amigo pé-frio…

  2. Pedir p/ o Lúcio Flávio não sair, não é coisa séria com o BFR.
    O Lúcio Flávio foi liberado pelo Santos por falta de produtividade e falta de perspectiva.
    Em seu retorno ao BFR, nada produziu e nada mais produzirá.
    O seu contrato termina em dezembro / 2010, e não se renovará.
    O Lúcio Flávio está se escondendo em jogos amistosos, jogos treinos e jogos oficiais.
    A manutenção do Lúcio Flávio não elenco é ruim para o próprio Lúcio Flávio e ruim para o elenco. É o maestro sem orquestra. É o cara que simboliza a desmotivação!
    Só na cabeça do Joel Santana o Lúcio Flávio poderia estar motivado e com atitude, na noite de 15/09/2010, em pleno cerrado brasileiro.
    Seu Joel Santana, ainda não perceberás que o Fahel não é jogador de futebol, mas sim, um atleta do futebol, com extrema dificuldade no trato da bola com os pés. No máximo a esperar dele, seria um reserva de zagueiro p/ o desarme.
    Saudações Gloriosas!
    Cléto Martins

  3. Vieira e amigos,
    Botafoguense é tudo igual, não importa a procedencia e nem a data do RG.
    É só usar a camisa 7 do Garrincha que espanta a macumba e destranca a rua.
    E.Sales

  4. Marcelo,
    Todo Botafoguense é supersticioso ou todo supersticioso é Botafoguense?!
    Perdoa o trocadilho, mas dê outra oportunidade para esse amigo. O problema não é ele e sim o se esconde, enceradeira, do lento flavio, esforçado alessandro, cone fahel e o leandro guerreiro! Quando se juntam formam o quarteto da tragédia!
    Abs e Sds, Botafoguenses!!!

  5. Me impressionou a euforia do Vieira no início da partida contra o Goiás. Camisa retrô do Nilton Santos na mão, entoando junto com a massa alvinegra (Sim, estávamos em maior número no Serra Dourada) ‘fogo olê, olê, olê’. Todo mundo da van estava no clima do Vieira, até o amigo Paulinho ouvir no radinho de pilha a escalação: Lento Flávio era titular e, para piorar, Fahel também. Vieira profetizou. “O Lento Flávio é o freio de mão do time”. Antes de o Fogão tomar o primeiro gol Vieira já estava novamente vestido com sua gloriosa camisa de número 6. O friozinho da barriga parecia se espalhar por todo o corpo de Vieira cada vez que LF e Fahel trocavam passes de meio metro no centro do gramado. Tomamos 1, 2, 3 gols… fomos embora. Ainda bem que não ficamos para ver o quarto. Do lado de fora do estádio, Vieira ainda lamentava a presença da dupla em campo, até um colega um pouco mais exaltado chegar a uma conclusão: “A culpa é da mãe deles”. Todos na van concordaram.

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