Do alvinegro Manoel de Barros: “Esse escudo é poesia”

Além de Paulo Mendes Campos, Vinicius de Moraes e Augusto Frederico Schmidt, outro grande poeta brasileiro torce pelo Botafogo. O mato-grossense Manoel de Barros – que tem uma bandeira alvinegra em sua casa, em Campo Grande (MS) – lembra do jogo do senta (quando os flamenguistas sentaram em campo, para protestar contra a arbitragem, durante a derrota por 5 x 2) e diz que suas maiores lembranças como torcedor são referentes ao “mito Heleno de Freitas”.

Confira trechos da entrevista publicada nesse domingo no caderno Super Esportes, do Correio Braziliense. Pura poesia!

“Os dribles de Garrincha tinham uma linguagem desconcertante e, portanto, poética”

“Penso que o Botafogo é um pássaro, com os seus alados seres Lêonidas, Jairzinho, Gerson”

“O Botafogo foi mais poético quando vi Garrincha alegria do povo jogar”

“Quero contar sobre o mais bonito escudo do mundo. Representa a estrela da manhã vista pelos remadores do Botafogo enquanto treinavam na Baía de Guanabara ao amanhecer. Esse escudo é poesia”

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2 Respostas para “Do alvinegro Manoel de Barros: “Esse escudo é poesia”

  1. BOTAFOGO___ tradição aos milhões_____ Parabens Campeão

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