Botafogo 2 x 1 D.de Caxias: as jogadas do Caio, os pênaltis do Herrera… e a trivela do Fahel

Algumas anotações fragmentadas de um jogo que, para mim, foi visto de forma igualmente fragmentada – um pedacinho do primeiro tempo, um pedação do segundo tempo.

* Vamos combinar que o Caio não pode mais ficar no banco, certo? Praticamente todos os lances perigosos passaram pelos pés dele. Caio meteu bola na trave, conseguiu fazer dois lances que viraram pênalti e ainda fez mais um adversário ser expulso. Se vira, Joel!

* “Vai chegar o momento de o Caio ser titular absoluto. Estamos trabalhando a cabeça dele para isso.  Ele é um rapaz que tem vontade de aprender, a hora dele vai chegar. Nós estamos preparando uma estrela”, de Joel, sobre o atacante, em entrevista depois do jogo.

* Na mesma entrevista, Joel elogiou bastante a capacidade ofensiva do time, com criação de jogadas pelas laterais e pelo meio. O técnico não falou, mas o fato se deveu à incrível movimentação do Caio – daí as faltas violentas que ele vem sofrendo a cada partida.

* No replay do gol do adversário, dá para ver claramente que três jogadores alvinegros – Fahel, Fábio Ferreira e Guerreiro – vão em cima de um único jogador do Duque de Caxias, pulam ao mesmo tempo… e os três perdem o lance.  Incompetência tripla.

* Jancarlos, especialmente por dois lances bisonhos no segundo tempo, me fez sentir saudade do Alessandro – e eu achei que jamais escreveria as palavras “saudade” e “Alessandro” na mesma frase.

* Se o Fahel ganhasse por bola que cabeceia na trave, no fim do mês receberia salário maior que o Fred e Imperador juntos.

* Aliás, o Fahel meteu um passe de trivela em longa distância (uns 40 metros) para o Somália que os que não viram devem procurar no YouTube: ele JAMAIS acertará outro igual.

* “Não sei porque essa perseguição ao Lucio Flávio”, comentário do Raul Quadros, diante da reação dividida (vaias, aplausos) da torcida na hora que o capitão foi substituído para a entrada do Sandro Silva. Nós sabemos, Raul; nós sabemos.

* Loco Abreu chegou às 16h da Suíça e foi para o jogo. Entrou no lugar do Eduardo, que, dois anos depois, ainda não chegou da Bahia.

* Herrera, que me pareceu o nome do jogo depois do Caio, bateu três pênaltis – o terceiro, depois de perder a segunda cobrança. E o Lúcio Flávio, capitão do time, nem tchuns: só assistiu passivamente à demonstração de gana e de superação do argentino.

* Aliás, o LF não bate mais pênaltis nem faltas na entrada da área, agora por conta do Marcelo Cordeiro. Ok, ele melhorou um pouco, tem se esforçado. Mas na boa o que ainda faz o Lúcio Flávio em campo? Tá na hora de, depois do clássico, se classificar e testar o Edno na função de camisa 10. O Brasileirão vem aí…

* Bom perceber, pelos gritos e esporros (especialmente nos alas), que o Joel não ficou satisfeito com o rendimento do time.

* O goleiro do Duque de Caxias chama-se Getúlio Vargas. Isso é um time de futebol ou uma aula de história do Brasil?

Foto: Lancenet!

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4 Respostas para “Botafogo 2 x 1 D.de Caxias: as jogadas do Caio, os pênaltis do Herrera… e a trivela do Fahel

  1. Felizes daqueles que viram a passagem do Cometa Halley; chegada do homem à lua; a queda do muro de Berlim, e agora, um lançamento de trivela (de mais de 30 metros) feito pelo Fahel!
    Essa é para a história!
    Abs e SA!!!

  2. Se Mané Pororonga – um ébrio que frequentava a mercearia do meu pai – tivesse visto o sol ficar amarelo de tarde e a esticada de Fahel, à noite, certamente diria, depois da terceira lapada de cachaça:
    – Se preparem todos para o Juízo Final. E’ o começo do fim do mundo…

  3. Rodrigo, sensacional! Está na hora de fazer a camiseta “Trivela do Fahel… Eu vi!”

    Pereirão, estamos muito próximos do fim do mundo: terremotos no Haiti e no Chile, e a trivela do Fahel, tudo no mesmo ano, não pode ser coincidência, certo?

  4. “Saudades do Alessandro”.

    Eu já cantei essa bola antes.
    Também ano passado puxei um grito no Engenhão.

    Somente pode ser uma praga do camisa 4.

    Gritamos para ele sair, mas quando o tiram sentimos saudades.
    Tem coisas que somente acontecem ao Botafogo.

    Em tempo: Meu primeiro Netinho nasceu hoje, dia 06, em Curitiba. O Téo. Sou Vovô agora.

    Abraços e beijos,
    Luis Celso

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