Um ataque de nervos

Qual dos três atacantes do Botafogo demonstrou, nas três partidas pelo Brasileirão, menos recursos técnicos? Jean Coral, Tony ou Victor Simões?

Confesso que ainda estou na dúvida. Foram tantos lances ruins e erros primários – posicionamento, por exemplo – que ainda não consegui eleger o pior deles.

Estou louco ou, no caso dos dois “reforços”, deu para perceber em duas partidas que são jogadores no máximo esforçados, para usar um eufemismo?

Alguém lembra de alguma sequência de jogadas (não vale lances fortuitos, tipo tentativa de bicicleta ou chutes fraquinhos) capazes de transmitir à torcida um mínimo de esperança?

Por enquanto, Tony e Jean Coral estão ali, correndo na mesma raia do Fábio Fabuloso – que, ao menos, às vezes jogava bem como pivô e cavava umas faltinhas.

Esses dois novatos, nem isso.

E pensar que o tal Coral foi a primeira contratação do badalado fundo de investimentos, a promessa mais reluzente da candidatura do Maurício Assumpção à presidência do Botafogo…

Enquanto isso, o Reinaldo, com uma lesão inexplicável, continua sem previsão de volta aos gramados.

Será que ele disputa o returno?

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5 Respostas para “Um ataque de nervos

  1. O pior é que eu não acho que o Reinaldo seja solução para o nosso ataque. Claro que é melhor do que os que estão jogando – o que não é garantia de absolutamente nada -, mas está longe de ser um jogador que, por exemplo, faça a diferença. Nosso time é medíocre, apenas um jogador acima da média seria capaz de mexer com a nossa qualidade ofensiva, fazer o time jogar – criar jogadas, finalizar com precisão, simplificar para os outros. Maicosuel exercia essa função, e muito bem. O Reinaldo é um bom jogador, nem um pingo a mais do que isso. É duro, mas apesar de concordar completamente com a visível incompetência do nosso treinador na leitura de jogo(sua cegueira e/ou teimosia é de deixar o mais tranquilo dos botafoguenses de ovo virado), com esse elenco que nós temos não há Telê Santana que faça a equipe lograr por alguma outra coisa que não seja a fuga desesperada do rebaixamento. O erro crucial do Ney Franco foi na hora de montar o elenco; ele teve a oportunidade de reformular o grupo, de começar um trabalho do zero, e só trouxe peso morto para o Botafogo. Todos nós conhecemos seus queridos protegidos. Agora ou nos livramos desses caras e trazemos gente nova para o clube – e que chegue para ser titular, se vier para compôr elenco é sacanagem, tem que ser muito ruim pra chegar e esquentar banco pra esses que estão jogando – ou toda rodada vai ser esse sofrimento, e máquina calculadora nas mãos trêmulas ao fim do campeonato.

  2. Com um detalhe, Marcelo: 5 (isso mesmo, cinco!!!) anos de contrato com o JC! Haja coração!
    Abs e SA!!!

  3. Desde a final da Taça Rio que o BOTAFOGO vem fazendo seus jogos optando por duas alternativas: perder ou empatar, ganhar só se a sorte ajudar.

  4. A diretoria tem uma atuação que impede a torcida de ter alguma esperança de melhora.

    Como o Rodrigo bem disse, são 5 anos de contrato com o Coral – o que deixa a próxima gestão (que não haja sucessão) com um trambolho por 2 anos.

    Saudações alvinegras!

  5. Se eu fosse presidente, pegava nos 3 cabeças de bagre e trocava por um atleta a sério. Tal comno prometido pelo presidente, que dizia preferir 1 craque a 10 cabeças de bagre… os tempos mudam depressa…

    Abraços Gloriosos!

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