Breve reflexão sobre o dom da invisibilidade

No esquema ofensivo do Cuca 2007/08, Lúcio Flávio deveria ser o elemento-surpresa. Mas, na verdade, era o homem invisível. Espécie de ímã ao contrário: se a bola estava num lado do campo, certamente ele estava do outro. Às vezes, mui esporadicamente, quando se encontravam, até que se davam bem.

invisibleman

No esquema defensivo de Ney 2009, Fahel deveria ser o elemento-surpresa. Mas, na verdade, é o homem invisível. Espécie de ímã ao contrário; quando o jogador adversário vem com a bola dominada, Fahel está marcando outro jogador. Às vezes, mui esporadicamente, encontra o seu marcador – e, quando isso acontece, não se dá muito bem.

Cada técnico tem o homem invisível que merece. E faz por merecer. E só eles não enxergam o que a torcida já viu há muito tempo: que seus diletos pupilos não podem ser titulares do Botafogo.

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2 Respostas para “Breve reflexão sobre o dom da invisibilidade

  1. Marcelo,
    Para completar a tua lista de invisível temos o lucas silva.
    LS é quele que ainda não conhecemos, aliás só quem o conhece é o treineiro.

    Abs e Sds, BOTAFOGUENSES!!!

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