Fogo Eterno

Entradas etiquetadas como ‘lúcio flávio’

Um livro para Juninho, Guerreiro e Lúcio Flávio

22 26UTC 10pmMon, 26 Oct 2009 17:41:51 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

postman

A tradução do livro aí de cima é algo como  ”O Carteiro sempre toca duas vezes” . É uma história de suspense bolada por um ótimo escritor, James M. Cain, e foi adaptada duas vezes para o cinema. Chegou às telas como ”O Destino Bate à sua porta”.

O que importa aqui, porém, é pegar a frase original do título para refletir um pouco do que representam Lúcio Flávio, Juninho e Leandro Guerreiro para o Botafogo.

Os três, é forçoso lembrar, participaram de lances cruciais em duas das três decisões contra o flamengo – me refiro às que foram decididas nas penalidades.

Na primeira, de 2007 (do fatídico Beltrami no apito), Lúcio Flávio foi o primeiro cobrador pois Dodô acabara de ser expulso.

LF bateu à meia-altura, no canto direito de Bruno, que adivinhou o canto e nem se esforçou muito pois a bola ficou entre o meio e a trave.

Na sequência do alvinegro, foi a vez de Juninho desperdiçar – dessa vez Bruno contou com a sorte, pois espalmou e a bola bateu na trave antes de sair.

Resultado: como o flamengo tinha convertido suas duas primeiras penalidades, a tarefa de reverter ficou praticamente impossível – ainda mais com o Max no gol…

Aí veio o Túlio ( 0 x 2 no placar…) e pegou a bola. Olhou para Bruno pouco antes de bater e jogou no canto oposto. Um chute seco, rasteiro, nem tão forte assim, mas o suficiente.

Túlio observa, enfim, o que os outros dois não tiveram competência de sacar: que o Bruno, nove entre dez vezes, indica CLARAMENTE qual é o canto que escolhe POUCO ANTES da cobrança. Ou seja, o goleiro urubu se adianta e se joga – com a boa envergadura, quase sempre consegue tapar um canto inteiro.

(Naquela primeira decisão, o Luciano Almeida também converteu, mas de forma saudavelmente irresponsável, dando um chutão no meio do gol, como o Bruno já tinha caído, não pôde voltar)

Pois bem, agora retornemos a 2009.

Vamos primeiro relembrar a segunda decisão por pênaltis – que, ironicamente, acaba no mesmo placar: 4 x 2.

Quem foram os dois alvinegros que conseguiram suplantar Bruno? Léo Silva (primeiro cobrador!) e Gabriel. Como conseguiram? Observando o canto que o goleiro se projeta – e empurrando a bola na outra direção.

Quem perdeu as cobranças? Logo eles, dois expoentes do time de 2007: Leandro Guerreiro (que entrega o canto ao bater à meia-altura no lado que Bruno já estava) e Juninho – que, ao contrário de 2007, resolveu bater no meio do gol. Só que mandou à meia-altura e Bruno afastou a bola com um dos pés.

Agora, enfim, chegamos ao último domingo.

Pênalti é, antes de tudo, uma batalha mental.

Lúcio Flávio deve ter pensado: na primeira decisão, bati no canto direito e o Bruno pegou. Agora, vou fazer o contrário – mandar no canto esquerdo e aí ele não pega.

Bruno antecipou a previsibilidade do raciocínio de nosso camisa 10 e se jogou, ANTES da cobrança, para o canto esquerdo.

Só que o LF simplesmente NÃO OLHOU para o goleiro rubro-negro. Tivesse vislumbrado ao menos o vulto caindo para um dos lados, teria tempo o suficiente para empurrar a bola para as redes no canto oposto que Bruno tinha escolhido.

Resultado: mais uma vitória do flamengo, graças a mais uma vitória particular de Bruno contra um de nossos principais jogadores.

Enfim, retorno ao título desse post para dizer que são raras as vezes que o carteiro (o sr.Destino) bate duas vezes na mesma porta – e nas mesmíssimas circunstâncias.

Se você não aproveitou a primeira, tem que pensar no que fez de errado. E, claro, se a segunda chance aparecer, ela não pode ser desperdiçada.

Leandro Guerreiro, Juninho e Lúcio Flávio foram agraciados com a segunda chance – de ser campeões, no caso dos dois primeiros; de converter um pênalti decisivo, no caso dos dois últimos. E a oportunidade, fato raríssimo, apareceu contra o mesmo adversário, e em circunstâncias extremamente parecidas.

Os três falharam novamente.

E, dessa vez, os três cometeram erros cruciais em uma só partida:  Juninho e Guerreiro, ao não conseguir impedir o gol de Adriano (escudados ainda por um titubeante Wellington, numa espécie de vingança tardia e sacana do Ney Franco, que o indicou); Lúcio Flávio, ao perder o pênalti.

Numa rápida comparação, Maurício só teve uma chance em 1989 – contra o mesmo adversário, e com a bola em movimento, num lance bem mais difícil. Ele não desperdiçou.

Túlio Maravilha teve duas chances em duas das partidas da decisão de 1995 – guardou as duas no fundo das redes.

Eis a diferença dos que nasceram para brilhar e dos que nasceram para se apagar.

E eu não quero mais torcer para quem tem medo de ganhar simplesmente porque tem um medo muito maior de perder.

Não adianta mais tentar se iludir – e olha que faço um mea culpa e admito que sou um dos mais facilmente enganáveis.

Mas a verdade é que o espírito derrotista dos jogadores Juninho, Lúcio Flávio e Leandro Guerreiro faz mal ao Botafogo.

Os três são fracos – tecnicamente (Guerreiro, nem tanto, vale ressalva) e psicologicamente.

Eles não têm mais condições emocionais de vestir a nossa camisa – não são dignos de ter a estrela no peito. 

Fazem mal ao time e fazem mal à torcida.

Que eles sigam seus rumos em 2010.  Longe de General Severiano, que não pode ser lugar de gente que fraqueja em decisões.

ondeosfracos

Caso contrário, até, em caso de desastre no fim do ano, a campanha de volta para a Série A em 2010 será um pesadelo – pois eles correm o risco de ganhar uma terceira chance e novamente desperdiçá-la. Isso sem contar os inevitáveis clássicos e eventuais decisões no Estadual.

E que o destino não nos engane novamente e coloque dessa vez em nosso rumo jogadores capazes de conquistar, dentro de campo, a condição de líderes. Jogadores fortes.

Não precisa nem ser craque nem amar a nossa camisa; basta ter uma imensa vontade de ganhar.

Categorias: Botafogo 2009
Etiquetado: , ,

Tá faltando palavrão, c***!!!

22 06UTC 08pmThu, 06 Aug 2009 23:15:08 +0000ç2009, 2008 · 4 Comentários

Tudo bem que o Renato se contundiu quando o time estava equilibrado, bem posicionado e com uma inesperada vantagem no placar.

Tudo bem que o Ney Franco fez uma de suas maiores barbeiragens ao colocar o Jean Coral e entregar o meio de campo para o São Paulo.

Tudo bem que os gols do tricolor nasceram de falhas individuais em lances discutíveis (o Castillo jura que não fez pênalti, eu acho que ele saiu de forma no mínimo imprudente, ainda mais na casa do adversário).

Tudo bem que o São Paulo fez um belo segundo tempo porque possui, por exemplo, um banco com mais qualidade técnica do que os titulares do alvinegro.

Mas não dá pra colocar na cota do Ney a passividade dos jogadores do Botafogo ao longo de todo o segundo tempo do jogo de quarta-feira no Morumbi.

Pareciam conformados, resignados, acomodados com a derrota. Esperando o tempo passar e torcendo para não tomar mais gols.

E, nas entrevistas pós-jogo, a impressão se confirmou: Juninho, que escutei no rádio, murmurou algo como “não fomos bem tecnicamente e não deu…”. Mas o capitão alvinegro não demonstrou vivacidade, não esboçou nenhum traço de incômodo com a derrota. Nem com o fato de ter tomado terceiro cartão e ficado de fora do jogo contra o atlético-pr.

Bem diferente do que declarou o André Lima após tomar terceiro cartão contra o Barueri e demonstrar revolta: “o juiz tirou do jogo mais importante da minha vida”.

 Garanto que, se estivesse em campo no Morumbi, o André ao menos teria mostrado vontade de ganhar e incomodado mais o adversário do que a maioria dos que estavam lá.

Mas o Ney repreendeu o centroavante pela declaração. Ou seja: quando alguém demonstra um mínimo de emoção, de comprometimento, mesmo se estiver jogando para a galera, ganha uma repreensão.

No Botafogo de 2009, tudo tem que ser levado em fogo brando.

O time precisa, de há muito tempo, ter alguns jogadores no elenco que vendam caro a derrota. E, em caso negativo, demonstrem sua contrariedade. Enfim, jogadores que realmente não gostem de perder. Como eram o Carlos Alberto e o André Luiz em 2008, por exemplo. E o Túlio (mesmo com seus excessos) e o Sandro, para falar em outros dois nomes recentes.

Não precisam ser muitos – uns três ou quatro seria suficiente. Mas não é o que acontece. E pior, alguns têm perfil psicológico muito parecido - Juninho, Guerreiro, Lúcio Flávio, por exemplo. E esses são os líderes do time… três candidatos ao Nobel da Paz, virtude inócua numa competição feroz como o Brasileirão.

Resumindo, é o seguinte: esse time do Botafogo precisa ouvir mais palavrões dentro de campo. 

Só assim, escutará menos palavrões vindos das arquibancadas.

Categorias: Botafogo 2009
Etiquetado: , , ,

Ao ataque… mas com quem? Nova enquete

22 02UTC 08pmSun, 02 Aug 2009 17:23:02 +0000ç2009, 2008 · 8 Comentários

O Ney Franco diz que não leva em conta a opinião dos alvinegros que frequentam a internet, só se preocupa com a opinião do torcedor que vai ao estádio.

Então, se ele despreza o internauta, não sei por que mantém um site todo turbinado, inclusive com suas mais recentes novidades como compositor…

Bem, mas isso fica para depois. Por enquanto, vamos dar uma mãozinha a ele e indicar qual deve ser o setor ofensivo do Botafogo? Ao lado, vejam as opções na nova enquete.

Ah, e na enquete anterior, deu Ney Franco na cabeça – 70% dos votos para a manutenção do treinador, caso a única opção fosse a troca pelo Cuca. O que me leva a crer que o prestígio do Alexis Stival entre os torcedores alvinegros está realmente na beira do caos…perder de goleada pra o Ney, essa foi demais!

Votem  e escolham o setor ofensivo do Botafogo para o resto da temporada!

Categorias: Botafogo 2009
Etiquetado: , , , ,

Atlético-MG 1 x 1 Botafogo: Um esboço de time

22 05UTC 07pmSun, 05 Jul 2009 19:01:07 +0000ç2009, 2008 · 3 Comentários

botafogoatletico

Dessa vez o treinamento da semana não foi inteiramente desperdiçado.

Pois a mão que apedreja tem que ser a mesma que, quando necessário, é cedida à palmatória. E, com as duas juntas, eu reconheço que o Botafogo de Ney Franco demonstrou evolução tática em relação ao desastre da partida anterior.

No Mineirão, o time de Ney soube congestionar o meio-de-campo e simplesmente anular o poder ofensivo do Galo.

E só não ganhou o jogo por limitações técnicas previsíveis e uma imprevisível – falo sobre ela mais à frente.

No 3-6-1, o Botafogo teve mais posse de bola quase durante toda a partida. Leandro Guerreiro e Thiaguinho se destacaram nas antecipações e Batista, mesmo um pouco inferior aos seus colegas, correu como um louco – o que significa que, se o Ney tiver enxergado o mesmo jogo, o Fahel perdeu em definitivo o seu lugar no time.

Mesmo com o Mineirão lotado, o Atlético-MG pouco produziu. Aliás, esse time é exageradamente badalado – o Galo ciscou, ciscou, ciscou e só fez uma boa jogada coletiva: justamente a do primeiro gol (falha de marcação de Juninho e Emerson dentro da área). Não vai demorar muito para começar a despencar na tabela e ficar ali na zona da Sul-Americana.

Do lado do Botafogo, muita disposição da maioria e pouca qualidade. O gol nasceu de bola parada, mais uma bela cobrança de nosso kicker, Juninho. E poderíamos ter feito o segundo ainda no primeiro tempo, em uma bela triangulação de Renato (não, ele não foi tão ridículo como nas outras partidas) e Alessandro – que o nosso ala desperdiçou cara a cara com o goleiro, evidenciando novamente a sua falta de qualidade técnica.

O primeiro tempo acabou 1 x 1.

Na segunda etapa, Renato foi liberado mais cedo para a noitada em BH e substituído por Toni. Começamos a perder força no meio. O jogo ficou mais perigoso quando Jean Coral deu lugar a Laio – porque, e essa foi uma boa surpresa, o Coral brigou muito lá na frente, fazendo faltas no lugar certo e atravancando a saída de bola atleticana – nesse sentido, atuou com eficiência como o nosso primeiro volante. (Sobre sua função de atacante, bem, é claro que ele não fez nada).

Já o Laio não produziu nada. Pelo contrário: quando foi para o mano a mano, demonstrou tibieza e hesitação, sendo facilmente desarmado.

Foi no terço final do segundo tempo que o Botafogo correu mais riscos, mas aí se destacaram o Castillo (bom retorno), Guerreiro e Juninho (boas antecipações).

Mas, então, dava para ter ganho a partida?

Sim, eu respondo. E com convicção.

E por que não ganhamos?

Ora, a resposta é fácil. Porque jogamos sem um camisa 10.

Lúcio Flávio não entrou em campo.

Em um sistema 3-6-1, é óbvio que o time vai depender como nunca de alguém que seja criativo e rápido na armação de bolas, visão de jogo e de eficiência no último passe, aquele que deixa um companheiro melhor colocado na cara do gol.

Ao longo de 90 minutos, o Lúcio Flávio não fez nenhuma das três coisas.

Exemplo de sua nulidade: mais da metade de segundo tempo, início de contra-ataque botafoguense, bola no pé do camisa 10. Ele, em vez de partir em arrancada, recua a pelota.

Lúcio Flávio foge do jogo.

Novidade!!! Gritariam o Hilário Muylaert, o Fábio “Snoopy”, o Thiago Pinheiro do MCR e outros botafoguenses que sempre criticaram o LF.

Sim, eu concordo. Mas ele conseguiu estar ainda mais ausente do que em 2007 e 2008 – agora nem falta o LF faz mais questão de bater: deixou uma cobrança que era ao seu feitio para o Juninho arriscar.

Então, se o time tivesse um pouco mais de capacidade de definição (não precisa ser um craque, talvez o André Lima já resolva) e de agressividade no meio-de–campo, teria ganho a partida do “líder do Brasileirão” nesse domingo – como quase aconteceu no último lance, quando Alessandro concluiu contra-ataque e a bola estava em direção ao gol quando o zagueiro atleticano apareceu para afastar.

Agora, contra o Avaí, a obrigação é de ganhar. Porque de nada adianta uma discreta melhora quando se está na ponta de baixo da tabela. A recuperação tem que ser a passos largos – e o time, volto a insistir, tem que ser reforçado com urgência.

Vamos às atuações:

Castillo - Poderia ao menos ter pulado no gol atleticano, mas fez um segundo tempo consistente, nos salvando em pelo menos dois ataques, um deles numa saída dificílima, aos pés do Tardelli. Bom retorno. Nota 7,5

 Alessandro – Alguns vacilos de marcação, menos passes errados e duas chances desperdiçadas. Nota 5

Emerson – Mal na jogada do gol atleticano, se recuperou na segunda etapa. Nota 5

Juninho – Boa partida. Mais uma vez, seu chute foi a nossa salvação. Nota 6,5

Eduardo – Um dos responsáveis pelo sumiço do (re)Tardelli. Precisa caprichar mais nos cruzamentos. Nota 6

Thiaguinho – Afobado no início, compensou com roubadas de bola e velocidade. Precisa parar com o cai-cai. Nota 6

Leandro Guerreiro – Grande partida por cima e por baixo. Ainda tentou armar o time, já que o LF sumiu. Nota 8

Batista – Muita seriedade, mas sem brilho. Mesmo assim, infinitamente superior ao Fahel. Nota 6

Renato – Para quem nunca jogou nada com a camisa do Botafogo, até que participou da partida, especialmente no primeiro tempo, com deslocamenos laterais e tentativas de tabela. Depois cansou. Nota 5 Deu lugar a Tony, que fez uma boa jogada na linha de fundo e nada mais. Nota 4

Lúcio Flávio – A nota destoante. Não armou, não atacou, não definiu, não existiu. Nota 1 (pelas chuteiras azul-piscina, bem bacanas)

Jean Coral – Uma surpresa pelo poder de marcação, daí a sua importância tática. Mas, como atacante, é uma nulidade. Nota 5,5 Foi substituído por Laio, decepcionante. Nota 3

Ney Franco – Enfim, apresentou um esboço de time. De time pequeno, retranqueiro, limitadíssimo, incapaz de grandes voos. Mas, depois do desastre contra o Goiás, não dá pra deixar de notar uma evolução. Nota 5

Uniforme do Botafogo – A camisa branca ficou show de bola: aliás, o conjunto inteiro, valorizado pelos meiões cinza, foi de encher os olhos – pena que alguns jogadores não merecem usá-lo. Nota 10

 

Categorias: Brasileirão 2009
Etiquetado: , , , ,

Eu vejo o futuro repetir o passado

22 02UTC 07pmThu, 02 Jul 2009 21:17:18 +0000ç2009, 2008 · 7 Comentários

Lúcio Flávio já voltou, Juninho já voltou, André Lima deve voltar, Zé Roberto quase voltou, Dodô pode voltar… se a ideia é fazer do Botafogo um clube eternamente preso ao passado, um “museu de grandes novidades”, como diria o Cazuza, então vamos ao que interessa:

Volta, Mané GARRINCHA!!!

Volta, João SALDANHA!!!

Volta, Carlito ROCHA!!!

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , , ,

Fahel +Franco + Flávio = Fracasso

22 07UTC 06pmSun, 07 Jun 2009 21:29:14 +0000ç2009, 2008 · 7 Comentários

fahelflu

Fahel erra passes de três metros. Fahel não consegue dar sequência a uma jogada. Fahel não marca. Fahel não cria. Fahel não finaliza. Fahel faz faltas primárias. Fahel só leva perigo ao adversário com a cabeça e com o peito, jamais com os pés.  Fahel é incompatível com o futebol profissional.

Fahel é o camisa 8 do Botafogo. E Fahel é insubstituível – permaneceu em campo por 93 minutos na derrota alvinegra para o fluminense.

L.Flávio não corre. L.Flávio não se apresenta para a partida. L.Flávio não acerta mais cobranças de falta. L.Flávio não leva perigo mais nem nos escanteios. L.Flávio não consegue dar um chute forte, mesmo quando está em frente ao goleiro, quase dentro da grande área. L.Flávio é inofensivo.

L.Flávio é o camisa 10 do Botafogo. E L. Flávio foi a aposta da diretoria para substituir Maicosuel.

N. Franco não consegue fazer o time render, mesmo tendo uma semana para trabalhar. N.Franco insiste com os mesmos jogadores na defesa e no meio-de-campo, entre eles o seu querido Fahel e o ressuscitado Emerson. N.Franco acha que o Botafogo jogou bem do ponto de vista defensivo, mas faltou finalizar bem – ou seja, a culpa é só dos jogadores. N.Franco mexeu no time pela primeira vez aos 30 minutos do segundo tempo, quando tirou Thiaguinho para colocar outro de seus favoritos, Léo Silva. N.Franco mexeu no time pela segunda vez para trocar o inoperante Tony pelo jovem Laio. N. Franco mexeu no time pela terceira vez nos acréscimos, para colocar o jovem Júnior no lugar de Alessandro. N.Franco é o responsável pela contratação desse bando de jogadores sem a menor condição de disputar a Série A do Brasileirão.

N. Franco é o técnico do Botafogo. N.Franco tem total confiança da diretoria do Botafogo.

Fahel + L.Flávio + N.Franco = Fracasso.

Os jogadores saíram de campo dizendo que é “preciso trabalhar mais”. Não, meus caros – boa parte de vocês não precisam mais trabalhar; já mostraram “tudo” o que podem fazer. Têm é que ficar desempregados. A diretoria é que deveria trabalhar e tomar a providência necessária – remontar o grupo para a disputa do segundo turno, a começar pela comissão técnica.

Mas a diretoria alvinegra confia no Ney Franco. Certamente, já deve pensar nele como comandante da campanha de volta à Série A em 2010.

Não, meus caros, não perderei meu tempo nem o de vocês com uma análise dessa pelada horrorosa que foi o clássico de domingo no Maracanã. Uma partida marcada pelas dezenas de erros bisonhos de passe, e que foi decidida pelo único jogador que tinha bola para fazer alguma coisa produtiva. Porque o resto, tirando o nosso goleiro e o Eduardo, é de uma mediocridade atroz.

Vamos às atuações:

Renan – Salvou o time pelo menos três vezes. Não teve culpa no gol. Nota 6

Alessandro – O de sempre: nada. Nota Um Deu lugar a Júnior, que nem teve tempo de tomar chuva. Sem nota

Juninho – Agora nem chute acerta mais. Nota 3

Emerson - Não comprometeu e até surpreendeu com algumas antecipações… até perder o último lance para o Fred – nem pênalti conseguiu fazer. Incrível: ele sempre participa do lance do gol do adversário – por que será, hein? Nota 4

Thiaguinho – Alguns desarmes, muitos passes errados. Cada vez mais consolida o perfil de peladeiro. Nota 3 Deu lugar a Léo Silva, que conseguiu errar dois chutes e três passes de forma ridícula. Nota 2

Guerreiro – Muito discreto, já jogou com mais eficiência em outras partidas. Nota 4

Eduardo – Disparado, o melhor em campo. Quase todas as jogadas ofensivas perigosas passaram pelos seus pés – do passe à finalização. Mas, salvo engano, foi dele o vacilo de ficar parado e dar condições para Fred entrar livre e marcar o único gol da partida.  Nota 7

Lúcio Flávio – Que decepção: nulo, omisso, apático. Mas, ao sair de campo, deu uma entrevista lúcida, articulada e ponderada. Nota 1

Victor Simões – Ele tenta muito, se esforça, mas não tem catxigoria para decidir – é tosco demais. Sem Maicosuel e Reinaldo, o rendimento caiu assustadoramente. Nota 3

Tony – Teve uma chance claríssima e jogou pela fora. No mais, só irritação Sério: hoje deu saudades do Fábio Fabuloso – que, ao menos cavava algumas faltinhas e sabia jogar de pivô. Nota 1 Deu lugar ao Laio, que não teve tempo de fazer nada.

Ney Franco – Perdido: treina a semana inteira, sem jogo na quarta e quinta, e não consegue fazer o time render – e ainda demora séculos para fazer alterações. E, enquanto ele e seus pupilos estiverem em General Severiano, nós também. Nota ZERO

 Parreira e o time do flu – Não tenho nada a ver com isso, mas, pela grana que eles despejam mensalmente nas laranjeiras, o time grená é uma decepção total. Thiago Neves não fez nada (aliás, nunca faz contra o Botafogo), idem Conca. E não há padrão de jogo, muito menos variações táticas – é um bando. O que torna a derrota desse domingo ainda mais irritante.

Categorias: Botafogo 2009
Etiquetado: , , , ,

Lúcio Flávio & Triguinho X Túlio & Jorge Henrique

22 20UTC 03amFri, 20 Mar 2009 00:49:44 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

Já que este blog continua firme na proposta de não comentar a “polêmica do broche” e o noticiário do Botafogo anda meio morno (ainda bem!), o FogoEterno teve uma recaída e resolveu dar uma olhada no retrovisor para jogar conversa fora sobre alguns dos jogadores que vestiram a nossa camisa ano passado.

                                                                               ***

Depois de ser barrado de forma até  humilhante, Lúcio Flávio desencantou no segundo tempo do Santos contra o Rio Branco: sofreu pênalti e ainda fez um gol de categoria, com classe. Estranho ele não ser o cobrador oficial de pênaltis na Vila – até porque o dono da função, Kleber Pereira, é bem irregular nas cobranças: nessa quarta-feira, mesmo, mandou a bola no poste esquerdo. Mas isso foi contra o Rio Branco… será que contra o Corinthians o LF também vai desencantar? Respostas educadas, por favor.

No mesmo jogo de quarta-feira, o Triguinho aprontou mais uma das suas. Pisou a mão de um adversário que estava caído e ainda saiu com aquela cara sonsa, que a gente conhece bem e nos deixou em tantos apuros ano passado. Para ele, os comentários não precisam ser tão educados, não…

                                                                                             *** 

- Tenho que jogar muito melhor para chegar ao nível que eu jogava no Botafogo. Ainda não encontrei o meu futebol no Corinthians.

Se tem uma coisa que admiro no Túlio é a sinceridade nas entrevistas. Sua franqueza inclusive o faz ficar exposto demais, mas pelo menos ele foge do lugar-comum e das respostas chavões. Domingo ele terá novamente uma chance como titular em um clássico – no primeiro sua performance foi desastrosa, com a expulsão contra o São Paulo.

E, curiosamente, entre suas atribuições, estará a de marcar… Lúcio Flávio. Conseguirá o volante alvinegro deter os avanços impetuosos do ponta-de-lança santista?

E ainda vai ter outro duelo no clássico paulista de domingo: Jorge Henrique encarando Triguinho - um se jogando para cavar falta, outro batendo sem dó. Vai ser, no mínimo, curioso.

E o Wellington Paulista no Cruzeiro, hein? Dois gols na Libertadores, um deles de pênalti. Até quando vai durar a safra de gols de nosso ex-centroavante?

                                                                              ***

Pronto, passou a recaída.

Mas, antes de voltar de vez à programação 2009, saciem minha curiosidade: alguém tem ideia onde foi parar o Fábio Fabuloso, o centroavante que não marcava? Não que eu esteja com saudades, mas vocês sabem: às vezes, eles voltam.

Categorias: fogo amigo
Etiquetado: , , , , ,

Mandou bem, Tite!

22 02UTC 02pmMon, 02 Feb 2009 22:03:38 +0000ç2009, 2008 · 2 Comentários

Cena do Bem-Amigos do SporTV nessa segunda-feira:

Enquanto Lúcio Flávio demorava 37 horas para dizer o que tinha achado do chororô do Souza, novamente trazido à baila pelo RMP (Rubro Mengo Profissional),  o técnico do Internacional interrompeu o ex-capitão alvinegro para dizer a sua opinião:

- Ele não vai querer falar porque é colega de profissão. Mas ali faltou respeito!

Lúcio Flávio não retrucou. Só lembrou da ironia de o Souza hoje dividir a mesma concentração corintiana com o Túlio e o Jorge Henrique.

Eu já admirava o técnico do Inter e, depois dessa declaração, o conceito dele subiu ainda mais aqui no FogoEterno.

Mandou bem, Tite!

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , ,

Retrospectiva 2008: As imagens do ano

22 09UTC 12amTue, 09 Dec 2008 00:26:07 +0000ç2008, 2008 · 4 Comentários

Era para ter sido essa…

          botacario

Mas a que entrou para a história foi essa aí debaixo…

botafogogb

Por que isso aconteceu? Por que a derrota foi muito mais marcante do que a conquista, se ambos correspondiam a um turno do campeonato carioca? Como deixamos isso acontecer (não, a culpa não foi só do Bebeto)?

E, mais importante, o que fazer para que, em 2009, não surja um novo fruto dessa coincidência da proximidade nas fotos do capitão e do centroavante reserva, criando o jogador que mais entrou em campo no Botafogo de 2008, essa nefasta criatura chamada Lúcio Fábio, também conhecido como O Quase? Pois foi esse ser de duas cabeças e quatro chuteiras descalibradas, que junta os defeitos do Lúcio Flávio com as crônicas deficiências do Fábio, que quase nos deu alegrias nesse ano. A saber: Quase o autor do gol redentor no último minuto da decisão da Taça Guanabara, quase um líder, quase um gol de placa contra o Náutico, quase um homem-gol, quase um dos craques do Brasileirão, quase nada…

Tenho minhas teorias, mas primeiro é com vocês.

Categorias: Botafogo 2008
Etiquetado: , , , , ,

Os Intocáveis: Mensagem Para Vocês

22 25UTC 09pmThu, 25 Sep 2008 23:06:42 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

                    

No comentário sobre o jogo contra o América, já espinafrei o suficiente Wellington Paulista, André Luiz, Zé Carlos e outros pernas-de-pau que me causaram engulhos com suas atuações ridículas na noite de quarta-feira.

Agora, o desabafo mira outro alvo – e vai atingir até o meu jogador predileto desse grupo do Botafogo. É hora de criticar as cabeças coroadas, justo os que dizem ter maior comprometimento com o clube: Os Intocáveis.

É inadmissível que Túlio, Jorge Henrique e Lúcio Flávio tenham atuado de forma tão apática na Colômbia. Por um motivo simples: os três, mais Renato Silva, estavam entre os titulares que entraram em campo no desastre monumental contra o River Plate, em Buenos Aires, no ano passado.

Eles sabem  – ou melhor, deveriam saber – o que representou para o torcedor alvinegro aquele jogo. E o que eles próprios sofreram nos dias seguintes à eliminação: calcinhas, pipocas, ironias, o desmantelamento precoce de um sonho alimentado durante todo o ano.  E, por isso mesmo e por serem sujeitos inteligentes, tinham consciência que haveria uma expectativa de redenção por parte da torcida quando surgisse novamente a oportunidade de disputar uma partida no exterior.

E aí, o que eles (não) fazem? Simplesmente desaparecem em campo na Colômbia. Somem da partida, cometem erros primários, têm dificuldades até de encontrar posicionamento. Em resumo: se omitem.

O time pode se classificar para a próxima fase da Sul-Americana, ainda mais depois que ficamos sabendo nessa quinta-feira que os salários dos jogadores do América de Cali estão atrasados.

Mas a segunda participação no exterior de Jorge Henrique, Túlio e Lúcio Flávio foi tão lastimável como a de 2007.

Nesse momento, não quero ouvir declarações de amor nem entrevistas ponderadas e inteligentes. Nem quero que nenhum dos três seja barrado – não, eles têm que começar jogando, sim, pois não há melhores opções no banco. Quero agora que os três façam o seu trabalho e classifiquem o Botafogo para a terceira fase da Sul-Americana. E aí, em outro jogo fora do território nacional, consigam enfim se redimir do papelão que desempenharam em dois anos consecutivos.

É pedir muito ou o máximo de ambição que esse grupo tem condição de oferecer à torcida é o tricampeonato da Taça Rio?

Categorias: Copa Sul-Americana
Etiquetado: , , , , ,

Uma dúvida pertinente – Fala, Vieira!

22 25UTC 09pmThu, 25 Sep 2008 17:04:46 +0000ç2008, 2008 · 4 Comentários

Para que serve um capitão?
Depois das últimas três derrotas, percebi mais uma vez que Lúcio Flávio sai de campo como entrou:  sem um pingo de suor na testa e o cabelo penteadíssimo.
Esse é o espelho de um Botafogo apático, omisso e preguiçoso. Para piorar, acho que o nosso camisa 10 e ninguém da comissão técnica e da diretoria sabem para que serve um capitão.
Não é só para o cara ou coroa ou tirar foto com o trio de arbitragem. Serve, isso sim, para “cobrar” dos jogadores em campo, arrumar a casa dentro das quatro linhas. Chega de passividade!!!!!!!!
Sou chato mesmo…
Vieira

Categorias: vieira!
Etiquetado: , ,

1 x 0, 1 x 0, 1 x 1: Um é pouco, rapaziada

22 25UTC 08pmMon, 25 Aug 2008 22:43:53 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

Há algo em comum entre as vitórias em cima do Cruzeiro e do Palmeiras e o empate desse domingo contra o vasco.

O Botafogo dominou amplamente o adversário. Empurrou-o para as cordas. Mas não teve forças para o nocaute – e, com o placar magro, o time se expõe a um resultado adverso, mesmo com esmagadora superioridade.

Falta poder de finalização.

E isso não se deve apenas a ausência gritante de um cara capaz de empurrar as bolas para as redes, a ausência de um goleador – Wellington é segundo atacante, não se pode cobrar dele uma eficiência que ele não tem (por isso ele mesmo ficou surpreso com o desempenho no Carioca…). Mas também da ineficiência de Lúcio Flávio e Carlos Alberto para, numa jogada diferenciada, matar a partida. O problema atinge especialmente o nosso capitão - porque o segundo, ao menos, tem chute forte, diretamente responsável pelo gol no clássico desse domingo. Já o LF, mesmo quando aparecem chances claras, sempre tenta um toque a mais ou distribui petelecos – pelo menos tem acertado as cobranças de pênalti, o que já nos salvou de grandes encrencas, vale lembrar.

Se o Zárate não tiver a mínima capacidade de definir e o time não recuperar a capacidade de converter chances em gols, o Botafogo não poderá sonhar com nada além de uma briga pela posição que ocupa atualmente.   

Porque o time tem produção muito maior do que o placar acaba refletindo (sendo o jogo contra o Sport a exceção que confirma a regra). Essa característica da Era Cuca, infelizmente, o Ney Franco ainda não conseguiu mudar.

Categorias: Botafogo 2008
Etiquetado: , , , , ,

Que meio-de-campo, hein?

22 12UTC 08pmTue, 12 Aug 2008 21:27:02 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

                     

Lúcio Flávio, Mendonça e Túlio no lançamento da camisa em homenagem ao maior ídolo alvinegro dos anos 80. Uma justa e bela homenagem ao dono de técnica refinada, que brilhou como Estrela Solitária em tempos de pouca luz.

Agora, pergunta que não quer calar: Será que, daqui a 20 anos, os dois da ponta também ganharão camisas personalizadas? Se continuarem fazendo o que fazem pelo time, e ganharem um título de expressão, certamente que sim.

E a do Túlio eu já quero deixar reservada…

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , ,

O dia que LF assanhou o cabelo: Fala, Vieira!

22 12UTC 08pmTue, 12 Aug 2008 17:22:06 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

O jogão contra o palmeiras foi MAIÚSCULO, foi CAIXA ALTA.

Todos jogaram bem, todos honraram a camisa alvinegra. Mas um se sobressaiu: Lúcio Flávio. O cara marcou, chutou a gol, fez coberturas, deu passes precisos, orientou o time, assanhou o cabelo… um verdadeiro capitão.

Em todos os treinos táticos, o Ney Franco podia passar o vídeo da partida para mostrar como um time de gente grande joga. Demos um show, o próprio Luxemburgo colocou o rabo entre as pernas.

Mas ainda me estranha a entrada do Fábio… O Alexandro é muito melhor.

Eu sei, eu sei… sou chato mesmo!

Vieira

Categorias: Brasileirão 2008
Etiquetado: , ,

Atacar para não ser atacado

22 09UTC 08pmSat, 09 Aug 2008 18:16:10 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

Tem tudo para ser um jogaço esse Botafogo x Palmeiras.

Além das nossas razões (time motivado e com confiança, torcida novamente em sintonia com os jogadores), há um outro fator que não pode ser desprezado: ao contrário de times como Atlético-PR, que têm que confiar a Rafael Moura (!!!) a tarefa de marcar os gols, o Palmeiras tem o ataque mais perigoso do Brasil. O do Cruzeiro chega perto, mas não tem a mesma força.

A qualidade dos jogadores que formam o “sistema ofensivo” do porco – Kleber, Valdivia, Alex Mineiro, Diego Souza, mais Denílson no banco – é de impressionar (idem a folha salarial, mas vamos deixar de lado a força da Traffic no esquema verde). E, com a vocação para o ataque que é tradição dos times dirigidos por Luxemburgo, arrisco dizer que a zaga alvinegra passará por um dos maiores  testes de fogo nesse domingo. Senão, o maior.

Porque duvido que, sabendo que sua defesa não é tão forte quanto o ataque, Luxemburgo vá jogar retrancado, à espera do contra-ataque.

Acho que o Palmeiras vem para cima.

Aí, para contenção do poder ofensivo adversário, será fundamental o trabalho dos volantes alvinegros: Diguinho, Túlio, e, provavelmente, Guerreiro no lugar de Carlos Alberto.

E, claro, Lúcio Flávio, que terá a função de dar as cartas e ditar o ritmo do jogo para impedir que o objetivo de Luxemburgo seja alcançado.

A chave do jogo passa pelos pés do capitão alvinegro. Se acionar Jorge Henrique na hora exata, como no segundo gol contra o Atlético-PR, a insegura zaga verde vai penar. 

Por isso, antes que eles venham pra cima da gente…

Pra cima deles, Botafogo!

Categorias: Brasileirão 2008
Etiquetado: , , ,