Fogo Eterno

Entradas etiquetadas como ‘Juninho’

Inter 0 x 1 Botafogo: Tudo ao contrário…ainda bem!

22 01UTC 11pmSun, 01 Nov 2009 20:56:30 +0000ç2009, 2008 · 7 Comentários

fogointer

Quem costuma tomar gol nos primeiros minutos da partida é o Botafogo.

Quem costuma fazer gol nos outros times é o centroavante, não o zagueiro. 

Quem costuma ser expulso por segundo cartão amarelo nos outros times é o zagueiro, não o centroavante.

Quem costuma ser medíocre e mostrou futebol vistoso (!) e inteligente (!!) foi o Léo Silva.

Quem costuma ceder diante da pressão dos atacantes adversários é a defesa do Botafogo. Não no Beira-Rio.

Quem costuma desperdiçar a vantagem de ter um homem a mais durante quase um tempo inteiro é o Botafogo.

Quem costuma(va) falhar em momentos decisivos da partida eram os goleiros do Botafogo. Não com Jefferson.

Quem tropeçou na bola foi o craque D`Alessandro.

Quem escalou errado e mexeu errado no intervalo foi o técnico do adversário.

Quem fez um gol no início da partida e conseguiu segurar o resultado, mais de 90 minutos depois, foi o Botafogo.

Quem demonstrou equilíbrio psicológico, mesmo quando perdeu um jogador por expulsão, foi o Botafogo (viu, Paulo César Vasconcellos?.

Quem, portanto, imaginaria que as coisas acontecessem tão inversamente proporcional às expectativas como o que ocorreu na tarde desse domingo no Beira-Rio?

Quem de nós não temeu, após o primeiro gol, que o time recuasse e tomasse uma virada ainda no primeiro tempo?

E quem de nós não ficou surpreso com a consistência defensiva do Botafogo e com a completa desordem tática e técnica do Inter, com jogadores colorados tropeçando, escorregando, diversas vezes apanhando da bola?

Por tudo isso e muito mais, foi um jogo atípico.

O que não fugiu do padrão foi a segurança do Jefferson – como destacou o Pereirão, a nossa melhor contratação do ano. Quantas vezes ele foi acionado (cruzamentos, chutes à queima-roupa, escanteios), quantas vezes ele correspondeu: e com tranquilidade, sem espalhafato.

Já falei por aqui que a nossa salvação está nos Jotas: Jefferson, Jônatas, Jobson e nos gols do Juninho. Pena que, mais uma vez, o Jobson tenha tido as melhores chances e não as tenha convertido – era para matar a partida, e ele desperdiçou: ou seja, é bom ciscador, mas péssimo finalizador.

No mais, a última pergunta: quem de nós imaginaria que o Botafogo conseguiria vencer uma partida (fora de casa!) tendo no gramado, AO MESMO TEMPO, os seguintes jogadores: Fahel, Léo Silva, Thiaguinho, Emerson e Victor Simões?

É ou não é uma proeza?

Vamos às atuações:

Jefferson – Segurança, sobriedade, senso perfeito de colocação. Sensacional. Nota 10 (a pedidos) Nota 9

Thiaguinho – O de sempre: alguns desarmes, muitos erros de passe. E muito espaço ao adversário. Nota 5

Juninho – Um belíssimo gol, bem nas antecipações e divididas. A faixa valeu a pena! Nota 7

Wellington – Limitado, mas esforçado. Ganhou mais do que perdeu. Nota 6

Diego – Discreto mas seguro, contribuiu na marcação. Nota 5

Guerreiro – Erros bobos de passe, mas muita luta. Nota 5

Emerson – Seriedade. Está melhorando ou é porque passa menos tempo em campo? Nota 5

Fahel – Muito pouco, como sempre. Mas ainda assim alguns lances surpreendentes, que pareciam de quem sabe jogar futebol. Nota 4

Léo Silva – A surpresa do século. Uma bela partida.  Nota 8

Lúcio Flávio – Mais participativo no primeiro tempo, com direito a arrancadas e ótimos passes desperdiçados pelo Jobson . Só que ainda está devendo: poderia ter segurado mais a bola no campo do adversário. Nota 5,5

Jobson – Decepção. Teve duas ou três chances de definir o placar, mas não sabe finalizar. Nota 4

André Lima – Decepção. Sua expulsão (não precisava do chilique, pois foi correta) quase derruba o time – bem, pelo menos vai poder animar a torcida no Engenhão contra o Coritiba sem se preocupar em jogar. Nota 1

Victor Simões – Está melhorando ou é porque passa menos tempo em campo? Nota 5

Rodrigo Dantas – Pouco tempo, nenhum brilho individual. Sem nota

Estevam Soares – Apostou num time cheio de cabeças-de-bagre, digo, cabeças-de-área, e se deu bem porque conseguiu um gol no primeiro minuto. Acertou também nas alterações.  Nota 7

Categorias: Brasileirão 2009
Etiquetado: , , , , ,

Um livro para Juninho, Guerreiro e Lúcio Flávio

22 26UTC 10pmMon, 26 Oct 2009 17:41:51 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

postman

A tradução do livro aí de cima é algo como  ”O Carteiro sempre toca duas vezes” . É uma história de suspense bolada por um ótimo escritor, James M. Cain, e foi adaptada duas vezes para o cinema. Chegou às telas como ”O Destino Bate à sua porta”.

O que importa aqui, porém, é pegar a frase original do título para refletir um pouco do que representam Lúcio Flávio, Juninho e Leandro Guerreiro para o Botafogo.

Os três, é forçoso lembrar, participaram de lances cruciais em duas das três decisões contra o flamengo – me refiro às que foram decididas nas penalidades.

Na primeira, de 2007 (do fatídico Beltrami no apito), Lúcio Flávio foi o primeiro cobrador pois Dodô acabara de ser expulso.

LF bateu à meia-altura, no canto direito de Bruno, que adivinhou o canto e nem se esforçou muito pois a bola ficou entre o meio e a trave.

Na sequência do alvinegro, foi a vez de Juninho desperdiçar – dessa vez Bruno contou com a sorte, pois espalmou e a bola bateu na trave antes de sair.

Resultado: como o flamengo tinha convertido suas duas primeiras penalidades, a tarefa de reverter ficou praticamente impossível – ainda mais com o Max no gol…

Aí veio o Túlio ( 0 x 2 no placar…) e pegou a bola. Olhou para Bruno pouco antes de bater e jogou no canto oposto. Um chute seco, rasteiro, nem tão forte assim, mas o suficiente.

Túlio observa, enfim, o que os outros dois não tiveram competência de sacar: que o Bruno, nove entre dez vezes, indica CLARAMENTE qual é o canto que escolhe POUCO ANTES da cobrança. Ou seja, o goleiro urubu se adianta e se joga – com a boa envergadura, quase sempre consegue tapar um canto inteiro.

(Naquela primeira decisão, o Luciano Almeida também converteu, mas de forma saudavelmente irresponsável, dando um chutão no meio do gol, como o Bruno já tinha caído, não pôde voltar)

Pois bem, agora retornemos a 2009.

Vamos primeiro relembrar a segunda decisão por pênaltis – que, ironicamente, acaba no mesmo placar: 4 x 2.

Quem foram os dois alvinegros que conseguiram suplantar Bruno? Léo Silva (primeiro cobrador!) e Gabriel. Como conseguiram? Observando o canto que o goleiro se projeta – e empurrando a bola na outra direção.

Quem perdeu as cobranças? Logo eles, dois expoentes do time de 2007: Leandro Guerreiro (que entrega o canto ao bater à meia-altura no lado que Bruno já estava) e Juninho – que, ao contrário de 2007, resolveu bater no meio do gol. Só que mandou à meia-altura e Bruno afastou a bola com um dos pés.

Agora, enfim, chegamos ao último domingo.

Pênalti é, antes de tudo, uma batalha mental.

Lúcio Flávio deve ter pensado: na primeira decisão, bati no canto direito e o Bruno pegou. Agora, vou fazer o contrário – mandar no canto esquerdo e aí ele não pega.

Bruno antecipou a previsibilidade do raciocínio de nosso camisa 10 e se jogou, ANTES da cobrança, para o canto esquerdo.

Só que o LF simplesmente NÃO OLHOU para o goleiro rubro-negro. Tivesse vislumbrado ao menos o vulto caindo para um dos lados, teria tempo o suficiente para empurrar a bola para as redes no canto oposto que Bruno tinha escolhido.

Resultado: mais uma vitória do flamengo, graças a mais uma vitória particular de Bruno contra um de nossos principais jogadores.

Enfim, retorno ao título desse post para dizer que são raras as vezes que o carteiro (o sr.Destino) bate duas vezes na mesma porta – e nas mesmíssimas circunstâncias.

Se você não aproveitou a primeira, tem que pensar no que fez de errado. E, claro, se a segunda chance aparecer, ela não pode ser desperdiçada.

Leandro Guerreiro, Juninho e Lúcio Flávio foram agraciados com a segunda chance – de ser campeões, no caso dos dois primeiros; de converter um pênalti decisivo, no caso dos dois últimos. E a oportunidade, fato raríssimo, apareceu contra o mesmo adversário, e em circunstâncias extremamente parecidas.

Os três falharam novamente.

E, dessa vez, os três cometeram erros cruciais em uma só partida:  Juninho e Guerreiro, ao não conseguir impedir o gol de Adriano (escudados ainda por um titubeante Wellington, numa espécie de vingança tardia e sacana do Ney Franco, que o indicou); Lúcio Flávio, ao perder o pênalti.

Numa rápida comparação, Maurício só teve uma chance em 1989 – contra o mesmo adversário, e com a bola em movimento, num lance bem mais difícil. Ele não desperdiçou.

Túlio Maravilha teve duas chances em duas das partidas da decisão de 1995 – guardou as duas no fundo das redes.

Eis a diferença dos que nasceram para brilhar e dos que nasceram para se apagar.

E eu não quero mais torcer para quem tem medo de ganhar simplesmente porque tem um medo muito maior de perder.

Não adianta mais tentar se iludir – e olha que faço um mea culpa e admito que sou um dos mais facilmente enganáveis.

Mas a verdade é que o espírito derrotista dos jogadores Juninho, Lúcio Flávio e Leandro Guerreiro faz mal ao Botafogo.

Os três são fracos – tecnicamente (Guerreiro, nem tanto, vale ressalva) e psicologicamente.

Eles não têm mais condições emocionais de vestir a nossa camisa – não são dignos de ter a estrela no peito. 

Fazem mal ao time e fazem mal à torcida.

Que eles sigam seus rumos em 2010.  Longe de General Severiano, que não pode ser lugar de gente que fraqueja em decisões.

ondeosfracos

Caso contrário, até, em caso de desastre no fim do ano, a campanha de volta para a Série A em 2010 será um pesadelo – pois eles correm o risco de ganhar uma terceira chance e novamente desperdiçá-la. Isso sem contar os inevitáveis clássicos e eventuais decisões no Estadual.

E que o destino não nos engane novamente e coloque dessa vez em nosso rumo jogadores capazes de conquistar, dentro de campo, a condição de líderes. Jogadores fortes.

Não precisa nem ser craque nem amar a nossa camisa; basta ter uma imensa vontade de ganhar.

Categorias: Botafogo 2009
Etiquetado: , ,

Tá faltando palavrão, c***!!!

22 06UTC 08pmThu, 06 Aug 2009 23:15:08 +0000ç2009, 2008 · 4 Comentários

Tudo bem que o Renato se contundiu quando o time estava equilibrado, bem posicionado e com uma inesperada vantagem no placar.

Tudo bem que o Ney Franco fez uma de suas maiores barbeiragens ao colocar o Jean Coral e entregar o meio de campo para o São Paulo.

Tudo bem que os gols do tricolor nasceram de falhas individuais em lances discutíveis (o Castillo jura que não fez pênalti, eu acho que ele saiu de forma no mínimo imprudente, ainda mais na casa do adversário).

Tudo bem que o São Paulo fez um belo segundo tempo porque possui, por exemplo, um banco com mais qualidade técnica do que os titulares do alvinegro.

Mas não dá pra colocar na cota do Ney a passividade dos jogadores do Botafogo ao longo de todo o segundo tempo do jogo de quarta-feira no Morumbi.

Pareciam conformados, resignados, acomodados com a derrota. Esperando o tempo passar e torcendo para não tomar mais gols.

E, nas entrevistas pós-jogo, a impressão se confirmou: Juninho, que escutei no rádio, murmurou algo como “não fomos bem tecnicamente e não deu…”. Mas o capitão alvinegro não demonstrou vivacidade, não esboçou nenhum traço de incômodo com a derrota. Nem com o fato de ter tomado terceiro cartão e ficado de fora do jogo contra o atlético-pr.

Bem diferente do que declarou o André Lima após tomar terceiro cartão contra o Barueri e demonstrar revolta: “o juiz tirou do jogo mais importante da minha vida”.

 Garanto que, se estivesse em campo no Morumbi, o André ao menos teria mostrado vontade de ganhar e incomodado mais o adversário do que a maioria dos que estavam lá.

Mas o Ney repreendeu o centroavante pela declaração. Ou seja: quando alguém demonstra um mínimo de emoção, de comprometimento, mesmo se estiver jogando para a galera, ganha uma repreensão.

No Botafogo de 2009, tudo tem que ser levado em fogo brando.

O time precisa, de há muito tempo, ter alguns jogadores no elenco que vendam caro a derrota. E, em caso negativo, demonstrem sua contrariedade. Enfim, jogadores que realmente não gostem de perder. Como eram o Carlos Alberto e o André Luiz em 2008, por exemplo. E o Túlio (mesmo com seus excessos) e o Sandro, para falar em outros dois nomes recentes.

Não precisam ser muitos – uns três ou quatro seria suficiente. Mas não é o que acontece. E pior, alguns têm perfil psicológico muito parecido - Juninho, Guerreiro, Lúcio Flávio, por exemplo. E esses são os líderes do time… três candidatos ao Nobel da Paz, virtude inócua numa competição feroz como o Brasileirão.

Resumindo, é o seguinte: esse time do Botafogo precisa ouvir mais palavrões dentro de campo. 

Só assim, escutará menos palavrões vindos das arquibancadas.

Categorias: Botafogo 2009
Etiquetado: , , ,

Eu vejo o futuro repetir o passado

22 02UTC 07pmThu, 02 Jul 2009 21:17:18 +0000ç2009, 2008 · 7 Comentários

Lúcio Flávio já voltou, Juninho já voltou, André Lima deve voltar, Zé Roberto quase voltou, Dodô pode voltar… se a ideia é fazer do Botafogo um clube eternamente preso ao passado, um “museu de grandes novidades”, como diria o Cazuza, então vamos ao que interessa:

Volta, Mané GARRINCHA!!!

Volta, João SALDANHA!!!

Volta, Carlito ROCHA!!!

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , , ,

Agora é com vocês

22 25UTC 04pmSat, 25 Apr 2009 20:43:31 +0000ç2009, 2008 · 1 Comentário

maicos2

reinaldo21

vsimoes1

juninleandro

Bom trabalho pra vocês.

Boa sorte pra gente.

Bom domingo para todos.

E uma boa vitória para nós.

Categorias: Uncategorized
Etiquetado: , , , , ,

Seus problemas acabaram, Juninho!

22 07UTC 04pmTue, 07 Apr 2009 23:18:19 +0000ç2009, 2008 · 2 Comentários

anoes

Mais uma vez disposto a surpreender Ney Franco e aplicar um nó tático no colega alvinegro, Dorival Júnior optou por escalar um vasco inteiramente diferente para o próximo sábado. Em vez de medalhões como o espalhafatoso Carlos Alberto, a opção é por um time bem discreto, com sutil mudança no uniforme (com a troca do preto pelo verde) a ser envergado por um autêntico exército de formiguinhas, capazes de praticar um futebol pé-no-chão, sem insistir nas chamadas bolas altas.

Na foto, o técnico cruzmaltino faz a última preleção antes do clássico. Para completar o escrete dos gigantes da colina, ele conta com a volta do brioso Madson, que estava no Santos e retorna apenas para esta grande partida. E, claro, com o oportunismo do marrento Baixinho, que tentará pela 37a vez contra o Botafogo, chegar ao milésimo gol.

Quem respirou aliviado com a novidade vascaína foi o zagueiro botafoguense Juninho, que desabafou:

- Enfim, poderei enfrentar os atacantes adversários de igual para igual!

O goleiro Castillo, na fase final da recuperação de lesão na língua por ter falado demais ao reivindicar a condição de titular, também comemorou:

- Tranquillo, tranquillo! La garantia, ahora, soy yo!

Categorias: fogo amigo
Etiquetado: , ,

Fogo amigo – Notícias de ex-alvinegros

22 25UTC 07pmFri, 25 Jul 2008 18:20:11 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

Na noite de quinta-feira, pelo Grêmio, Reinaldo marcou três vezes: salvo engano, fez mais gols do que na temporada inteira do ano passado pelo Botafogo. E olha que ele entrou no segundo tempo…

Juninho, em rara oportunidade como titular na zaga do São Paulo voltou a falhar feio contra o Inter na quarta-feira. A torcida tricolor, louca de fúria, pede a sua imediata dispensa.

Cuca conseguiu a proeza de saltar da panela de pressão para a caldeira do inferno.

E a divulgação do resultado do julgamento do Dodô, hein? Era pra junho, se estendeu para pós-Eurocopa… será que ficou para depois das Olimpíadas? Estranho, muito estranho…

Categorias: fogo amigo
Etiquetado: , , , ,

Juninho, de zagueirão a zagueirinho

22 18UTC 07pmFri, 18 Jul 2008 23:04:45 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

                       

Em primeiro lugar, a ressalva.

Não acho que o Juninho tenha traído o Botafogo ano passado quando, menos de uma semana depois de jurar que ficaria no clube, a imprensa divulgou que ele tinha sido negociado com o São Paulo. O grupo de investidores que comprou seu passe aproveitou a oportunidade para ganhar dinheiro; simples, assim.

E desconfio que, de todos os jogadores que saíram do Botafogo ano passado, o Juninho deve ser o que mais sente a mudança de endereço – na verdade, talvez ele e o André Lima sejam o únicos, mas deixemos essas mágoas para depois. Tanto é que, como revelou o site Arena Alvinegra, foi ele quem fez a ponte entre o Carlos Alberto e a diretoria botafoguense. 

Juninho deve lembrar com saudade dos tempos de Botafogo pelo simples fato que não conseguiu se firmar no São Paulo, muito longe disso: já virou até chacota na internet por conta de um drible que tomou do Valdivia no Campeonato Paulista. E, pior, com a chegada de mais dois zagueiros essa semana (Rodrigo e Anderson) no Morumbi, sequer será relacionado em algumas partidas.

Juninho: De capitão-xerife-ídolo para ”jogador que compõe o elenco” em menos de seis meses.

Juninho: De zagueirão, coisa que nunca foi mas nós insistíamos em não enxergar, a zagueirinho. 

Só espero que, no próximo domingo, quando Juninho pode fazer uma de suas últimas partidas como titular do time de Muricy, ele não resolva lembrar dos tempos de golaços com a camisa do Botafogo.

                                             

Categorias: fora de campo
Etiquetado: , , ,