Fogo Eterno

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Lúcio Flávio & Triguinho X Túlio & Jorge Henrique

22 20UTC 03amFri, 20 Mar 2009 00:49:44 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

Já que este blog continua firme na proposta de não comentar a “polêmica do broche” e o noticiário do Botafogo anda meio morno (ainda bem!), o FogoEterno teve uma recaída e resolveu dar uma olhada no retrovisor para jogar conversa fora sobre alguns dos jogadores que vestiram a nossa camisa ano passado.

                                                                               ***

Depois de ser barrado de forma até  humilhante, Lúcio Flávio desencantou no segundo tempo do Santos contra o Rio Branco: sofreu pênalti e ainda fez um gol de categoria, com classe. Estranho ele não ser o cobrador oficial de pênaltis na Vila – até porque o dono da função, Kleber Pereira, é bem irregular nas cobranças: nessa quarta-feira, mesmo, mandou a bola no poste esquerdo. Mas isso foi contra o Rio Branco… será que contra o Corinthians o LF também vai desencantar? Respostas educadas, por favor.

No mesmo jogo de quarta-feira, o Triguinho aprontou mais uma das suas. Pisou a mão de um adversário que estava caído e ainda saiu com aquela cara sonsa, que a gente conhece bem e nos deixou em tantos apuros ano passado. Para ele, os comentários não precisam ser tão educados, não…

                                                                                             *** 

- Tenho que jogar muito melhor para chegar ao nível que eu jogava no Botafogo. Ainda não encontrei o meu futebol no Corinthians.

Se tem uma coisa que admiro no Túlio é a sinceridade nas entrevistas. Sua franqueza inclusive o faz ficar exposto demais, mas pelo menos ele foge do lugar-comum e das respostas chavões. Domingo ele terá novamente uma chance como titular em um clássico – no primeiro sua performance foi desastrosa, com a expulsão contra o São Paulo.

E, curiosamente, entre suas atribuições, estará a de marcar… Lúcio Flávio. Conseguirá o volante alvinegro deter os avanços impetuosos do ponta-de-lança santista?

E ainda vai ter outro duelo no clássico paulista de domingo: Jorge Henrique encarando Triguinho - um se jogando para cavar falta, outro batendo sem dó. Vai ser, no mínimo, curioso.

E o Wellington Paulista no Cruzeiro, hein? Dois gols na Libertadores, um deles de pênalti. Até quando vai durar a safra de gols de nosso ex-centroavante?

                                                                              ***

Pronto, passou a recaída.

Mas, antes de voltar de vez à programação 2009, saciem minha curiosidade: alguém tem ideia onde foi parar o Fábio Fabuloso, o centroavante que não marcava? Não que eu esteja com saudades, mas vocês sabem: às vezes, eles voltam.

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30 mil acessos! E, para comemorar…

22 28UTC 10amTue, 28 Oct 2008 00:06:55 +0000ç2008, 2008 · 3 Comentários

                              

                          O FogoEterno chegou, com muito orgulho e graças exclusivamente a vocês, aos 30 mil acessos nesse início de semana. Obrigado, pessoal! Aos amigos dos blogs, aos comentaristas que sempre comparecem e aos leitores anônimos, valeu de verdade! Vocês são Gloriosos!

E, já que o presente encomendado não veio esse ano (a taça de campeão brasileiro), fiquem com dois singelos recuerdos de General Severiano. O primeiro deles, assinado acima, é do jogador que o curíntia já colocou olho-grande para 2009. Então, como parece que a transferência é apenas uma questão de tempo, aproveite as últimas rodadas do Brasileirão para gritar:

- Ah, é Jorge Henrique!  Ah, é Jorge Henrique!

Que o baixinho marrento seja a nossa esperança de gols contra o São Paulo… enquanto ele não se muda para o Parque São Jorge (Henrique??)!

                

(Não, não há ninguém da diretoria do Fogo Eterno na foto, mas o flagrante mostra o assédio aos jogadores em General Severiano após um dia rotineiro de treinamento, mesmo com salários atrasados e campanha pra lá de irregular - imaginem se o time fosse confiável…)

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Os Intocáveis: Mensagem Para Vocês

22 25UTC 09pmThu, 25 Sep 2008 23:06:42 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

                    

No comentário sobre o jogo contra o América, já espinafrei o suficiente Wellington Paulista, André Luiz, Zé Carlos e outros pernas-de-pau que me causaram engulhos com suas atuações ridículas na noite de quarta-feira.

Agora, o desabafo mira outro alvo – e vai atingir até o meu jogador predileto desse grupo do Botafogo. É hora de criticar as cabeças coroadas, justo os que dizem ter maior comprometimento com o clube: Os Intocáveis.

É inadmissível que Túlio, Jorge Henrique e Lúcio Flávio tenham atuado de forma tão apática na Colômbia. Por um motivo simples: os três, mais Renato Silva, estavam entre os titulares que entraram em campo no desastre monumental contra o River Plate, em Buenos Aires, no ano passado.

Eles sabem  – ou melhor, deveriam saber – o que representou para o torcedor alvinegro aquele jogo. E o que eles próprios sofreram nos dias seguintes à eliminação: calcinhas, pipocas, ironias, o desmantelamento precoce de um sonho alimentado durante todo o ano.  E, por isso mesmo e por serem sujeitos inteligentes, tinham consciência que haveria uma expectativa de redenção por parte da torcida quando surgisse novamente a oportunidade de disputar uma partida no exterior.

E aí, o que eles (não) fazem? Simplesmente desaparecem em campo na Colômbia. Somem da partida, cometem erros primários, têm dificuldades até de encontrar posicionamento. Em resumo: se omitem.

O time pode se classificar para a próxima fase da Sul-Americana, ainda mais depois que ficamos sabendo nessa quinta-feira que os salários dos jogadores do América de Cali estão atrasados.

Mas a segunda participação no exterior de Jorge Henrique, Túlio e Lúcio Flávio foi tão lastimável como a de 2007.

Nesse momento, não quero ouvir declarações de amor nem entrevistas ponderadas e inteligentes. Nem quero que nenhum dos três seja barrado – não, eles têm que começar jogando, sim, pois não há melhores opções no banco. Quero agora que os três façam o seu trabalho e classifiquem o Botafogo para a terceira fase da Sul-Americana. E aí, em outro jogo fora do território nacional, consigam enfim se redimir do papelão que desempenharam em dois anos consecutivos.

É pedir muito ou o máximo de ambição que esse grupo tem condição de oferecer à torcida é o tricampeonato da Taça Rio?

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Botafogo 1 x 0 Palmeiras: De Pai Para Filho

22 10UTC 08pmSun, 10 Aug 2008 19:30:47 +0000ç2008, 2008 · 5 Comentários

                

Uma vitória de gente grande. Daquelas que fazem a diferença. E fazem a alegria de pais e filhos alvinegros.

 

Engano quem pensa que não alterou nada na tabela – pelo contrário, uma derrota ou um empate nos deixaria atolados na zona intermediária, pois quase todos os concorrentes pela vaga na Libertadores venceram: só que a maioria deles conseguiu três pontos contra adversários mais fáceis (framengo em cima do atrético, São Paulo em cima do Goiás, por exemplo, Vitória em cima do vasco) do que o rival do Botafogo nesse domingo no Engenhão. Que, por sinal, é um dos que brigam pela vaga… 

O time demonstrou novamente consistência e pouca vulnerabilidade. A única grande chance do Palmeiras, ainda no primeiro tempo, no único vacilo da zaga alvinegra, foi neutralizada em cima da hora pelo Thiaguinho, que desarmou Alex Mineiro na hora do chute de forma precisa: se fosse basquete, o locutor teria gritado: “Um toco sensacional!”.   

Thiaguinho em dia de Lebron James…

Mas, além desse lance e de uma ótima intervenção de Castillo no segundo tempo, o Palmeiras nada criou de perigoso. Valdivia, o mago, fez a mágica do sumiço; graças à marcação implacável de Diguinho e Túlio, não teve liberdade para brincar de feiticeiro. Alex Mineiro, também, pouco ameaçou, sempre vigiado pelos zagueiros.

                      

A rigor, o Palmeiras só equilibrou as ações entre os 10 e os 30 minutos do segundo tempo, quando Diego Souza entrou e aprontou algumas jogadas. Logo, porém, também foi neutralizado e, na sequência, Zé Carlos ganhou de Jorge Henrique um cruzamento raçudo, que resultou no gol que definiu o placar. Um presente de pai pra filho, pra ficar no espírito desse domingo.

Voltando ao primeiro tempo, o Botafogo não sentiu tanto a falta de Carlos Alberto, mas sim do Wellington Paulista, do Zárate ou qualquer outro centroavante capaz de definir o lance. Porque, assim como fez contra o Atlético-PR, o time criou muito, mas fez pouco. No lance mais claro, JH deixou Gil na cara do Gol e, novamente, o Gil perdeu o gol depois de demorar séculos para tirar do goleiro. Mérito do Marcos? Nem tanto. Um centroavante razoável teria balançado as redes.

As melhores chances nos 90 minutos foram alvinegras, especialmente por conta da movimentação incansável de Jorge Henrique e dos avanços de Thiaguinho. Ele correu de um lado para o outro, inverteu posicionamento, tomou pancada; enfim, fez tudo o que o Gil ficou devendo.

Ou seja: Gil, com a 9, não dá. A camisa dele tem que ter sempre o número 1 na frente – mas não vale a 10 nem a 11. Tem que ser 14, 15, 16… banco de reserva nele.

Mesmo com o desfalque logo nos primeiros minutos de Leandro Guerreiro, substituído pelo lamentável Zé Carlos (não, o gol não vai me fazer aliviar a análise do péssimo desempenho dele, dessa vez perdendo até nos lances de força física), o sistema defensivo encaixou: ainda que sem brilhantismo, Túlio e Diguinho estavam sempre ajudando os laterais e os zagueiros a marcar em cima os atacantes palmeirenses. E a união da solidez defensiva com a consistência do ritmo de ataque foi premiada aos 35 minutos.

Em resumo: mesmo com desfalques importantes, e dessa vez sem recursos no banco de reservas, o Botafogo voltou a jogar bem e conseguir a vitória.

Assim eles jogaram:

Castillo - Uma defesa dificílima no segundo tempo e outras boas intervenções. Sempre ligado. Nota 7

Thiaguinho – Grande atuação no primeiro tempo. No segundo, caiu de ritmo, mas mesmo assim é titular absoluto e, junto com JH e Túlio, um dos responsáveis diretos pelo volume de produção do time. Nota 8 Saiu contundido e foi substituído por Lucas Silva, que ainda não mostrou nada contra nem a favor para merecer nota.

Renato Silva – Enfrentou o ataque mais perigoso do campeonato e não tomou conhecimento dos caras. Muito bem, e, hoje, sem ressalvas. Nota 8

André Luiz – Uma única falha no primeiro tempo, sanada pelo Thiaguinho, mas no resto uma atuação impecável. Parou de bater e tem se posicionado com mais eficiência. Nota 8,5

Triguinho – O feijão-com-arroz que ele é capaz de fazer. Melhorou no segundo tempo. Nota 7

Leandro Guerreiro – Sentiu a virilha e foi substituído logo no início. Sem nota. Entrou Zé Carlos, que, no caso desse domingo, é o caso de usar o clichê: o gol e nada mais. Nota 4

Diguinho - Muito bem, mesmo sem o brilho de jogos anteriores. Nota 7,5

Túlio – Começou mal, mas logo se recuperou. Cresceu na segunda etapa até cansar. Nota 7

Lúcio Flávio – Errou escanteio e uma cobrança de falta, mas fez bem o seu papel. Não fugiu do jogo e comandou a distribuição de bolas ao longo dos 90 minutos. Dá equilíbrio ao time. Nota 7,5

Jorge Henrique – O nome do jogo (pronto, antecipei a escolha do Herói…). Movimentação incrível, como em 2007, e uma jogada de pura raça para o cruzamento que resultou no cabeceio de Zé Carlos. Nota 9

Gil – O anti-nome do jogo. Assim como contra o atlético-pr, demonstrou displicência e falta de condicionamento físico, pecados mortais para um atacante. Não acerta um passe, fica impedido, é facilmente desarmado, sem contar o gol que perdeu. Com a camisa 9 não dá. Nota 2 Foi substituído por Fábio que, segundo Caio Ribeiro, “é mais artilheiro” do que Gil: a revelação do comentarista me provocou uma gargalhada que aliviou a tensão quando ainda estava 0 x 0. Nota 4

Ney Franco – Sob o seu comando, o Botafogo demonstra maior solidez defensiva (mais um jogo sem tomar gols) e inteligência na marcação. E ataca sem ficar desprotegido, o que é um grande mérito. Nota 8

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Ao SporTV: Fechem as janelas!

22 04UTC 08pmMon, 04 Aug 2008 19:17:28 +0000ç2008, 2008 · 3 Comentários

Antes, um serviço de utilidade pública para os digníssimos locutores do SporTV.

Já deveria ter colocado o alerta depois do São Paulo x Botafogo, narrado pelo Milton Morumbi, mas como houve reincidência, eis agora o lembrete, e de forma bem didática, para não ter mais erro:

Jorge WAGNER, meia do São Paulo

Jorge HENRIQUE, atacante do BOTAFOGO

Quem sabe, daqui pra frente, os locutores do canal param de trocar os nomes. Nesse domingo, até na hora do segundo gol o cara pago pra dizer os nomes dos jogadores conseguiu errar de Jorge e chamar o Henrique de Wagner. Também, estava distraído, tentando entender porque o Edson tinha entrado de luvas: ora, o cara sentiu frio, pô!  

Agora, a bronca: Dá para parar de abrir exasperantes “janelinhas” que se transforman em “janelões” para mostrar gols de outros jogos (e com replay!) DURANTE a transmissão, INCLUSIVE COM A BOLA ROLANDO??!! É de matar do coração, a gente nunca sabe como está o jogo quando a imagem volta. Estamos pagando para ver o jogo na íntegra, todos os segundos, incluindo paralisações, ceras, etc. Aqueles closes nos torcedores já dão nos nervos; agora, pegou essa mania de cortar a transmissão ao vivo para mostrar coisas imperdíveis, tipo o gol de honra do Ipatinga ou o lance perigoso do Coritiba.  Quem tiver interesse por essas partidas, que pague para vê-los. Simples, assim. Nós, alvinegros, nos contentamos em ver esses gols no intervalo, JAMAIS durante o jogo do Botafogo. E, já pensou, se numa dessas janelas abertas, o Diguinho ou o Jorge Henrique escapam para a Europa??

Passar bem.

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A estréia de Jorge Henrique – Fala, Vieira!

22 04UTC 08pmMon, 04 Aug 2008 16:33:58 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

 Enfim, o jogador resolveu entrar em campo com a camisa imortal de Garrincha. Jorge Henrique deu um show no último domingo. Marcou, acertou passes, fez gol, sofreu pênalti e o melhor ficou em pé quase a partida toda. Objetividade! É isso, Jorge! Objetividade!

É isso que Ney Franco está impondo ao Botafogo. Um time que marca bem e acerta passes tem 99% de chance de sair vencedor numa peleja. Foi o que aconteceu.

Vocês estão percebendo que desde a saída do Geninho eu me tornei um otimista… Com Ney Franco, pretendo continuar assim…

 Vieira

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Atlético-PR 0 x 3 Botafogo: Herói em cada jogo – JH

22 04UTC 08pmMon, 04 Aug 2008 13:38:15 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

                  

Diguinho jogou muito, Lúcio Flávio também foi muito bem (salvo engano, foi ele que fez o lançamento primoroso do segundo gol), idem Túlio, Thiaguinho e outros.

Mas o radinho de pilha destinado pelo Fogo Eterno ao Herói Em Cada Jogo vai para o Jorge Henrique pendurar no berço do bebê que vem por aí – daí a comemoração “grávida”.

Que partidaça!

Sozinho, ele simplesmente desmontou a defesa adversária com dribles secos e muita, mas muita velocidade. E mais: fez um golaço como há tempos devia, além de ter servido o Gil que desperdiçou uma chance mais clara do que a convertida pelo Jorge no segundo tempo.

Um jogador, como diriam os mais experientes, insinuante. E, por isso, ganha a eleição do Herói do Jogo.

É o tal negócio: quando Diguinho, Túlio, Lúcio Flávio e Jorge Henrique jogam bem, eles fazem a diferença – pela capacidade diferenciada, acima da média, que os quatro têm de destruir e construir jogadas.

Salve, Jorge!

 

P.S: Ainda sobre a rodada desse domingo: Não que eu tenha mais nada a ver com isso, até porque, dos rivais, é o que menos me causa urticária, mas o vasco conseguiu perder para o Cuca e para o André Lima. Que coisa…

 

 

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Conexão Santa Fé-Mooca

22 17UTC 07pmThu, 17 Jul 2008 18:12:35 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

                      

Ao assistir a partida de ontem no Engenhão, o recém-contratado Zárate mencionou como destaque alvinegro o Jorge Henrique. Por motivos óbvios: o argentino está de olho na camisa 9 e também já quer entrar em sintonia com aquele que pode fazer as jogadas para ele concluir.

Mas acredito que o ex-centroavante do Unión Santa Fé, que terá duas semanas para entrar em forma e estrear no início do mês que vem, terá maiores chances de formar uma boa dupla de ataque com o próprio jogador que ele quer substituir: Wellington Paulista.

Nas três últimas partidas, especialmente contra o Santos, o Wellington desempenhou exatamente o que se pode esperar dele – a função de segundo atacante que atua fora da área e, quando aparece a chance, define o lance. Em relação ao JH, WP perde na habilidade mas, em compensação, corre o tempo todo, sabe chutar e não é fominha – parece se satisfazer tanto com as assistências quanto com os gols. Outra coisa importante: WP parou de cair o tempo todo, de chegar atrasado nas jogadas, de fazer tantas faltas e destroçar os nervos da torcida.

Enfim, Wellington readquiriu confiança. E dois lances no domingo, na Vila Belmiro, mostram sua importância para o setor ofensivo alvinegro;

1) No primeiro tempo, deixou Jorge Henrique na cara do gol e o baixinho não soube fazer o elementar (partir pra cima do Fábio Costa e forçar uma falta ou obter o drible).

2) Com apenas um toque de cabeça, tirou goleiro e zagueiro adversários da jogada, deixando Zé Carlos de frente para o gol  – e ZC desperdiçou ao cabecear pra fora.

Faltará, sempre, ao Wellington a força física para disputar com os zagueiros as bolas dentro da área. E essa parte crucial, a partir de agosto, pode ficar por conta do argentino.

Se o Zárate corresponder à expectativa, pode se entender muito bem com o Wellington, que poderá cair ainda mais pelos lados e puxar a marcação para fora da área, desorganizando as zagas adversárias.

Não se pode é cobrar do WP o estilo “matador” – essa não é sua característica.

E, antes que me perguntem: Não acredito no Gil em forma suficiente para barrar WP ou JH.

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Lá vem o sol…

22 04UTC 07pmFri, 04 Jul 2008 23:24:12 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

                       

 
 O adeus de Abedi, Bruno Costa e Adriano Felício, a provável chegada de um centroavante argentino (Zárate),  Jorge Henrique (foto) fazendo dois (!) gols no coletivo…

Parece que, mesmo tímidos, bons ventos sopram em General Severiano. O próprio Geninho, agora bancando o meteorologista, garantiu: “não tem chuva que dure o tempo inteiro, uma hora o tempo muda”.

 Só não ponho a regularização inesperada de Lucas Silva nessa conta porque ninguém, a não ser os que acompanham atentamente a segunda divisão do futebol mexicano, conhece o futebol desse rapaz. Que, pelo que li, tem uma bela história de vida – foi ajudante de pedreiro, teve que se superar depois de ser abandonado no México, etc. Mas futebol, que é bom… terá que nos convencer dentro de campo.

Agora, a pergunta que não quer calar: se tivesse a garantia que Geninho seria demitido em caso de nova derrota, você torceria contra o Botafogo no próximo domingo e deixaria o time sob risco de mais chuvas e trovoadas?

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Oração para São Jorge

22 23UTC 04pmWed, 23 Apr 2008 14:18:17 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

                               

São Jorge Guerreiro,

Infelizmente, não podemos pedir sua entrada em campo no domingo para interceder por nós, alvinegros, no primeiro jogo da decisão contra o Dragão da Maldade.

Por isso, peço que você se dedique com total intensidade aos 90 minutos da partida dessa quarta-feira. Diante de milhares de devotos, nos ajude a atingir o nobre objetivo da classificação para a próxima fase da Copa do Brasil. Afinal de contas, hoje é o seu dia!

Mesmo sem cavalo, não pare de correr em direção ao gol! 

Caia apenas quando os adversários não tiverem mais como detê-lo! 

Drible, chute, dê passes abençoados, parta para cima dos lusos, balance as redes!

Lembre que a camisa que você usa, a número 7, já foi de um certo Mané, igualmente santo na capacidade de conceder alegria aos seus fiéis devotos…

São Jorge, faça a diferença!

Mostre que os santos de casa também sabem fazer milagre!

É tudo que nós, na imensa expectativa de alcançar mais uma graça, rogamos para essa jornada.

 

 

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Botafogo x fluminense: Pequena-grande incógnita

22 20UTC 04amSun, 20 Apr 2008 01:07:59 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

                                

Uma das grandes incógnitas da decisão de hoje nem é tão grande assim. Mede exatos 1,69m.

O Jorge Henrique que entrará em campo hoje será o decisivo da primeira metade da Taça Guanabara ou o inoperante de toda a Taça Rio? Desconfio que, ao vislumbrarmos essa resposta, lá para os 30 minutos do primeiro tempo, já saberemos para onde os ventos poderão soprar até o fim da partida.

Como ainda dá tempo de mandar bons eflúvios, lá vai:

Pra cima dos grenás, Jorge!

Queremos você como forte concorrente ao radinho de pilha virtual do Fogo Eterno, destinado ao Herói de Cada Jogo!

foto: Staticblog.hi-pi.com

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Salve, Jorge!

22 11UTC 04amFri, 11 Apr 2008 00:54:37 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

Em vez de onze-contra-onze, acredito que o clássico de domingo vai ser um cinco-contra-cinco.

Eles devem decidir o jogo. Os outros serão coadjuvantes.

Do lado de lá: Bruno, Léo Moura, Juan, Ibson e Renato Augusto.

Do nosso lado: Cuca, Diguinho, Wellington Paulista, Lúcio Flávio e Jorge Henrique.

E  a grande incógnita alvinegra é: será que JH vai voltar a jogar o que sabe? Porque o futebol dele, tão eficiente para o time durante a Taça Guanabara, simplesmente não apareceu até agora na Taça Rio. Claro que ele ainda se recupera de contusão, mas Jorge parece sem a explosão, sem fôlego para aqueles piques tão característicos dele.

Mais do que qualquer um dos listados, o baixinho pode ser o ponto de desequilíbrio. Um drible fará a diferença.

Por isso, de antemão, já surge o pedido:

(Nos) Salve, Jorge!

 

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