Fogo Eterno

Entradas etiquetadas como ‘General Severiano’

30 mil acessos! E, para comemorar…

22 28UTC 10amTue, 28 Oct 2008 00:06:55 +0000ç2008, 2008 · 3 Comentários

                              

                          O FogoEterno chegou, com muito orgulho e graças exclusivamente a vocês, aos 30 mil acessos nesse início de semana. Obrigado, pessoal! Aos amigos dos blogs, aos comentaristas que sempre comparecem e aos leitores anônimos, valeu de verdade! Vocês são Gloriosos!

E, já que o presente encomendado não veio esse ano (a taça de campeão brasileiro), fiquem com dois singelos recuerdos de General Severiano. O primeiro deles, assinado acima, é do jogador que o curíntia já colocou olho-grande para 2009. Então, como parece que a transferência é apenas uma questão de tempo, aproveite as últimas rodadas do Brasileirão para gritar:

- Ah, é Jorge Henrique!  Ah, é Jorge Henrique!

Que o baixinho marrento seja a nossa esperança de gols contra o São Paulo… enquanto ele não se muda para o Parque São Jorge (Henrique??)!

                

(Não, não há ninguém da diretoria do Fogo Eterno na foto, mas o flagrante mostra o assédio aos jogadores em General Severiano após um dia rotineiro de treinamento, mesmo com salários atrasados e campanha pra lá de irregular - imaginem se o time fosse confiável…)

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Antes do vendaval: O Botafogo no dia-a-dia (I)

22 23UTC 10amThu, 23 Oct 2008 11:30:12 +0000ç2008, 2008 · 3 Comentários

                          

Com atraso, mas com afeto, o FogoEterno compartilha algumas cenas do cotidiano alvinegro. As fotos foram feitas na semana passada, em General Severiano, três dias antes do Botafogo x Santos. Na primeira imagem, o grupo aquece antes de iniciar um coletivo usando quatro traves e quatro goleiros, com reposição instantânea de bola, tipo showbol.

Na imagem acima, alguém consegue reconhecer o primeiro jogador à direita? Ele participou do coletivo como se fosse do grupo, mas nunca o vi mais calvo – não, não é o Túlio Souza.

 

           

Os argentinos em ação: Ferrero, por duas vezes no treino, desarmou Zárate com uma facilidade impressionante. E o zagueiro não consegue nem ser relacionado para as partidas do Brasileirão… Já o centroavante pega na bola e já se posiciona para bater – e não tem bola perdida, todas ele manda em direção ao gol.

 

Wellington Paulista pede bola durante todo o treino. E, justiça seja feita, seu rendimento é coerente: nos treinos, ele perde gols tão inacreditáveis quanto nas partidas…

Aos poucos, vou incluindo por aqui mais algumas fotos e vídeos da última semana alvinegra antes do vendaval que começou no Engenhão e ganhou força na Argentina, impulsionado por ventos montenegrinos…

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FogoEterno no Rio (II) – O autógrafo mais cobiçado

22 17UTC 10pmFri, 17 Oct 2008 21:03:47 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

E cá estamos de volta, com mais notícias direto de General Severiano, sem o filtro das agências de notícias:

Praticamente não havia fila para compra de ingresso nessa sexta-feira. O movimento, porém, era constante – alguns que conhecem bem o filômetro estimaram em 15 mil o público para amanhã. Vamos aguardar.

De toda forma, o assunto entre os botafoguenses na fila e entre os que assistiram ao último treino antes do jogo era a punição absurdamente rigorosa imposta ao Jorge Henrique e ao Carlos Alberto – este último, com novo visual, cabelo alisado e escorrido (o que o fez, segundo o Túlio, ficar a cara do Elymar Santos…).

- Os caras prejudicaram Botafogo e Grêmio para beneficiar quem? Nós sabemos quem!

Em rápida conversa com o FogoEterno, entre um autógrafo para a molecada e um beijo na bochecha das fãs mais entusiasmadas, Jorge Henrique resumiu assim o seu estado após o comunicado da punição, com um meio-sorriso metálico por conta do aparelho fixo:

-Fiquei um pouco chateado…

“Um pouco” não era o que estava estapando na cara do atacante alvinegro que, de toda forma, tem presença garantida por conta do efeito suspensivo. 

Em tarde bem nublada, mas sem chuva, o treinamento foi acompanhado por algumas dezenas de torcedores e alguns jogadores concederam a tradicional sessão de autógrafos no final. Ney Franco também saiu pra galera e atendeu à torcida com gentileza.

Carlos Alberto, o jogador escolhido para a entrevista tradicional de fim de treino, também se encaminhava para a turma dos autógrafos quando foi chamado pelo supervisor Márcio Tousson para se juntar ao grupo dentro da concentração. Lá dentro, já estavam Bebeto de Freitas, Rotemberg, Montenegro e outros que não consegui identificar. O palpite se confirmou agora há pouco, pelo que andei lendo: tratava-se de uma reunião da diretoria com os jogadores para comunicar o pagamento de parte dos salários e, sabe-se agora, que a outra parte da grana será paga no fim da próxima semana. Motivação extra para o jogo desse sábado.

Ou seja, o autógrafo mais cobiçado dessa sexta-feira em General Severiano não era o do Carlos Alberto nem do Lúcio Flávio, mas do próprio Bebeto ou de algum outro cartola - nos cheques de pagamento dos salários dos jogadores…

Autógrafo bom, para os jogadores, é aquele que vem acompanhado de um cheque…

Até sábado, já com comentários após o jogo no Engenhão!

P.S: Pra finalizar, a manchete do tablóide Meia Hora de Notícias, ainda no assunto da punição do STJD, foi a seguinte:

- “DEDINHO SAFADO!”

E o texto que acompanha a manchete é outra pérola:

- “Patolada de Carlos Alberto no buzanfã de adversário provoca suspensão de oito jogos.”

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FogoEterno no Rio – Direto de G.Severiano!

22 16UTC 10pmThu, 16 Oct 2008 21:18:46 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

Mais cedo do que o previsto, eis um post atualizado – e direto da fonte!

Pois é, amigos, estou no Rio por conta de compromissos familiares e aproveito para trazer para vocês a cobertura do pacote completo: treino+jogo. Os amigos cariocas, acostumados com a possibilidade de conferir semanalmente a rotina de seu clube, vão perdoar se não encontrarem grandes novidades nesse e nos próximos posts, mas para quem mora fora do Rio, talvez essas observações sejam interessantes.

Por isso, nos próximos dias, vocês terão por aqui comentários in loco do jogo Botafogo x Santos, mais alguns flashes de General Severiano, onde estive ontem e acompanhei um treinamento assaz curioso, com quatro traves e quatro goleiros em ação, mais, claro, quase todo o grupo de reservas e titulares (exceto Jorge Henrique, provavelmente por conta do julgamento ridículo ao qual seria submetido no início da noite, Castillo, em trânsito, e André Luis).

Detalho as impressões a partir de segunda-feira, mas só queria dizer, por enquanto, que:

* No geral, apesar dos salários atrasados, o clima entre os jogadores é bom, com muitas brincadeiras e, aparentemente, nada de corpo mole. É visível o maior entrosamento entre alguns, enquanto outros ficam um pouco mais afastados – como em todo o grupo de trabalho, diga-se de passagem.

* O Zárate nem parece tão pesado pessoalmente quanto nas transmissões – está comprovado: televisão engorda! Mas, o mais importante, o argentino pega a bola e já procura a finalização O TEMPO INTEIRO – e não tem bola perdida, bate de qualquer jeito. E foi aplaudido pelos torcedores que assistiram ao treino, toda vez que acertava o gol. Ou seja: pode contar com o apoio da torcida.

*  Wellington pede bola o tempo inteiro, grita muito, se desloca, mas… errou quase todos os chutes que tentou – e olha que ele tentou muitos…

* Lopes está plenamente recuperado e treinou muito bem – temos um terceiro goleiro também de confiança.

* A procura por ingressos ainda estava fraca – na verdade, apesar do anúncio que estariam à venda já na quarta, os guichês só começaram a funcionar em G. Severiano nessa quinta-feira.

Por enquanto, é só. Se der, antes do jogo, pode surgir algum outro post - caso não dê, a gente compensa a partir de domingo e ao longo da próxima semana, com fotos e até vídeos (!) exclusivos…

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As Crônicas do Pereirão: Valei-me, Nossa Senhora!

22 22UTC 08amFri, 22 Aug 2008 00:52:15 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

                         

C.Pereira

Enviado especial do Fogo Eterno a General Severiano!

Carlito Rocha foi, é e sempre será um dos maiores nomes em toda a história do Botafogo de Futebol e Regatas. O seu nome se transformou em lenda e, ainda que a imensa maioria dos torcedores jovens que amam o clube não consiga entender o papel que ele desempenhou, o certo é que o homem se transformou em mito e as histórias que sobre ele são contadas podem formar uma antologia, além de, naturalmente, encher de dúvidas os mais descrentes sobre a veracidade dos atos e fatos, a si atribuídos.

Muitos foram os cronistas de nomeada que escreveram sobre Carlito Rocha. Ao que me lembre, sem consultar os sites de busca, Armando Nogueira, Paulo Mendes Campos, Sandro Moreira, João Saldanha, Odemário Touguinhó, Luiz Mendes, Nelson Rodrigues e  outros que não me ocorrem no momento. Em quase todos pairava o misto da fantasia dos sonhos com a realidade dos resultados. E, em todos, se mostrava a admiração pela figura emblemática do grande presidente, ou como alguém denominou “o grande timoneiro do Botafogo”,  talvez querendo assemelhá-lo a Mao, na condução dos destinos da China.
Tudo isso é dito para relembrar o enorme acervo que Carlito Rocha legou ao Botafogo, em termos de administração, amor e, sobretudo  paixão – quase loucura. Ele se identificou tanto com o clube que ao falar o seu nome, imediatamente se vincula ao alvinegro de General Severiano.

                                         

Pois bem, foi lá na antiga sede do Botafogo, exatamente na rua General Severiano que estive no último final de semana e, interessado em comprar algumas peças alvinegras para a minha coleção e para presentear alguns pequenos seres cujos pais insistem em fazê-los rubro-negros,  dei de cara com uma preciosidade que não conhecia: um oratório com a imagem de Nossa Senhora da Conceição, construído em 1948 por Carlito Rocha e restaurado em 1994 na administração de Carlos Augusto Montenegro.

Eu, que acompanhei pelo rádio o campeonato carioca de 1948, inclusive o jogo final contra o Vasco, quando ganhamos de 3 x 1 e sabia das excentricidades de Carlito – a maior delas a escolha do célebre cachorrinho Biriba, alvinegro tanto quanto as camisetas oficiais do clube, como mascote do time, não conhecia  a religiosidade de Carlito Rocha.

Agora está definitivamente explicado porque “há coisas que só acontecem com o Botafogo” e porque (quase) todo botafoguense é supersticioso. A raiz não está nos idos de 1910, quando o time ganhou o primeiro título. Quem começou tudo mesmo foi o grande, o inolvidável Carlito Rocha – provavelmente o maior botafoguense de todos os tempos que conseguiu juntar símbolos vivos com santos do céu e práticas não muito ortodoxas para um clube de futebol, sem esquecer, é claro, de ter um bom time em campo.
Saí de General Severiano feliz por saber que Carlito também buscou na crença religiosa um apoio para algumas providências que, aqui na terra, seriam necessárias e oportunas para ajudar o trabalho da Santa milagrosa. Como, por exemplo, espalhar uma providencial camada de pó de mico no vestiário do Vasco, no jogo decisivo do campeonato de 1948…

                                            

Bastante satisfeito com a descoberta que acabara de fazer na entrada do belo conjunto arquitetônico que, por muito tempo, abrigou a sede social do clube de coração, ainda tive o deleite de ver, à saída, já no canteiro central da avenida, a estátua do  Manequinho esbanjando saúde e qual fonte histórica, jorrando água pura pelo canal natural, molhando rubro-negros, vascaínos e tricolores indistintamente, como a lembrar:

 - Respeitem essa camisa alvinegra, afinal somos – novamente – os melhores do Rio de Janeiro!

 Para terminar e voltando ao começo, evoco a fé de Carlito Rocha e faço uma simples oração, cheio de esperança:

 - Valei-me minha Nossa Senhora da Conceição! Fazei com que essa fase tão boa do nosso time não acabe nunca. Amém!

C.Pereira é jornalista, alvinegro e devoto de Nossa Senhora da Conceição… e de São Carlito Rocha

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André Lima e Zé Roberto: Chega de saudade

22 10UTC 06pmTue, 10 Jun 2008 16:54:52 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários

                      

Zé Roberto (foto) visitou General Severiano na manhã dessa terça-feira.

André Lima fez o mesmo na semana passada.

Ambos se dizem “em período de adaptação ao futebol alemão”. Eufemismo para o fato que foram pouco aproveitados, quase nada, em seus respectivos times e bastante criticados pela imprensa.

Ou seja: estão ganhando muito, em euro, e esquentando banco, quando são relacionados.

Na Alemanha, André Lima e Zé Roberto são reservas dos reservas.

Eis a sina de parte dos jogadores brasileiros nos primeiros anos no futebol europeu.

Agora, pensa bem e encare a situação pelo lado deles (e lembre-se que os empresários de ambos é quem decidem os rumos profissionais dos jogadores, pois ganham gordas comissões para isso): Pra que voltar ao Brasil? Para ganhar menos e ainda correr o risco de ficar sem pagamento (os salários do Botafogo estão atrasados) e chegar sob imensa pressão, na condição de salvadores da pátria e com um elenco inferior ao do ano passado?

Posso estar redondamente enganado, e torço especialmente para que isso ocorra no caso específico do André Lima, mas desconfio que os dois não voltam tão cedo para o Botafogo. A não ser que arrumem problemas sérios com o seu clube, como foi o caso do Carlos Alberto, que só foi parar no Botafogo em um lance de oportunidade+sorte. E que, se mostrar a sua recuperação, logo logo irá embora de novo, não se iludam.

Portanto, meus caros, de nada adianta sonhar com André Lima se, ao abrir os olhos, quem estará no ataque alvinegro é a incógnita Vanderlei, WPaulista em péssima fase, Fábio Fabuloso e o esforçado Alexsandro. 

É tudo o que nossos combalidos cofres nos permitem nesse ano de 2008.

 

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