E a gente estava reclamando da atuação contra o River…
O pior jogo do ano. Fácil, fácil.
Era para ter sido de goleada. A trave nos salvou de um vexame histórico.
Nem nas peladas há uma falta de comunicação como a do Edson e do Castillo no primeiro gol do Boavista.
O esquema de três zagueiros se mostrou uma peneira. E Ferrero, (sono)lento e pesadão, fez sua pior partida com a camisa alvinegra.
Os volantes não protegeram, a armação de jogadas inexistiu, o ataque foi uma nulidade. Uma sucessão de chutes ridículos de fora da área. Criatividade zero.
Túlio Souza, mais uma vez, completamente perdido. Sem ritmo de jogo, ok. Mas errar passes de meio metro também é decorrência da falta de condicionamento? E mais importante, quando ele vai adquirir ritmo de jogo, no final do Brasileirão?
Zé Carlos = zé-ninguém.
Abedi? Meu Deus, o que é Abedi?
Fábio? O que é Fábio, que só sabe jogar bem de costas para o gol?
Wellington Paulista deu um gol para o Fábio (que preferiu treinar mergulho e ganhou um pênalti de presente pela performance) e perdeu mais um gol feito.
Pela segunda vez consecutiva, a atuação no segundo tempo foi muito pior do que no primeiro. Preocupante.
E, enfim, o que jamais pensei que iria escrever. Ou não tão cedo: a atuação da zaga deu saudade do Renato Silva!
Resumo da ópera bufa: o que era para ser um jogo para cumprir tabela se tornou uma fonte de intranqüilidade para uma semana com dois jogos decisivos.
Cuca, chegou a hora de se preocupar.