Fogo Eterno

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Decisão no domingo? Não, é na quarta!

22 22UTC 10pmThu, 22 Oct 2009 21:09:34 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

Eis a parte que nos resta nesse Brasileirão 2009:

Botafogo x flamengo

Botafogo x náutico

Inter x Botafogo

Botafogo x Coritiba

Barueri x Botafogo

Botafogo x São Paulo

Atlético-PR x Botafogo

Botafogo x Palmeiras

Destaquei na relação os quatro jogos nos quais o time têm obrigação de marcar ao menos dez pontos para tentar escapar da degola. Desses dez, seis pontos têm que ser conquistados dentro de casa – e o primeiro desafio será na próxima quarta-feira, contra o náutico do geninho (coincidência ou não, a outra partida que o Botafogo tem que ganhar de todo jeito é contra o time de um outro ex-técnico, o senhor Ney “Na beira do caos” Franco, responsável por boa parte da herança maldita que atracou e grudou em General Severiano). Na minha opinião, esses são os jogos que valem seis milhões de pontos – pelo motivo simples de serem disputados contra adversários diretos na luta pelo rebaixamento.

É o princípio da gangorra: nossa vitória os empurrará ainda mais para baixo.

Incluí na lista dois jogos fora de casa nos quais o Botafogo tem que obter ao menos quatro pontos: Barueri e Atlético-PR. Entre nós, devido à irregularidade de ambas as equipes, talvez seja até menos espinhoso bater o Inter no Beira-Rio, mas, como essa é uma análise conservadora, decidi seguir a campanha dos times nesse Brasileirão.

Quanto às outras partidas (São Paulo, Palmeiras e flamengo), tudo pode acontecer: o fato de serem todas em casa, hoje em dia, não faz muita diferença – não por conta de alguma “maldição do Engenhão”, bobajada da imprensa, mas pelo fato de o time do Estevam Soares ter se apresentado com mais consistência quando esteve por conta do contra-ataque (com exceção, claro,  da vitória maiúscula em cima do Atlético-mg).

Tudo isso para dizer que o clássico de domingo está sendo tratado como jogo decisivo por conta da rivalidade dos dois clubes, a polêmica envolvendo a utilização do Engenhão, a ascensão roubo-negra, o retorno alvinegro à zona de rebaixamento, etc etc.

A vitória vai cair bem? Claro! Mas de nada adiantará, por exemplo, conseguir os três pontos em cima do maior rival e depois vacilar diante do náutico, quando até o empate será um desastre.

E que, na última rodada, a gente já esteja a salvo para não ter a obrigação de vencer um Palmeiras ainda em busca do título…

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A Globo calou a torcida do Botafogo

22 26UTC 04pmSun, 26 Apr 2009 22:53:32 +0000ç2009, 2008 · 12 Comentários

Tinha ficado intrigado durante a transmissão da Globo.

Ué, por que toda vez que o Botafogo ataca, o som desaparece?

E mais: será que ninguém nas arquibancadas alvinegras reagiu com o empate e após a virada? Será que a torcida ficou calada o tempo inteiro, mesmo com a boa atuação do time?

Nada disso, meus caros.

A prova dos nove veio com a reprise no SporTV.

A torcida do Botafogo, mesmo em menor número (fato compreensível por conta da atuação ridícula na final da Taça Rio), se esgoelou de cantar o “Fogo, olê, olê, olê”, o “Ninguém cala” (entre o primeiro e segundo gol alvinegros) e o arrepiante Bó-tá-fooooo-go. Mas o fato é que…

A REDE GLOBO SIMPLESMENTE EMUDECEU A TORCIDA DO BOTAFOGO.

Isso já tinha sido feito outras vezes, mas com maior sutileza – eles deixavam um som ambiente baixinho, para não ficar tão discrepante.

Nesse domingo, não: o som ambiente, quando a favor do alvinegro, simplesmente ficava mudo – só se ouviam os locutores e comentaristas.

E, na reprise do SporTV, nos mesmos lances em que não havia som na transmissão da Globo, os gritos da torcida alvinegram eram perfeitamente audíveis.

Maior prova de parcialidade, de favorecimento de uma torcida, e de manipulação de uma transmissão de futebol, eu confesso que nunca vi.

Sem contar os comentários do J.R. Wrong, SEMPRE a favor do flamengo.

Por exemplo: no primeiro tempo,  a insistência em afirmar que o Ibson não cometeu pênalti no Léo Silva, MESMO COM A IMAGEM MOSTRANDO O TOQUE CLARÍSSIMO DO JOGADOR RUBRO-NEGRO NO PÉ ESQUERDO DO JOGADOR DO BOTAFOGO.

Não vou nem falar das seguidas inversões de faltas marcadas contra o Victor Simões.

Mas quero, ao final, deixar registrado outro lance grave que passou batido – pelo juiz e pela transmissão globalmente rubronegra. A falta recebida pelo Maicosuel que provocou sua saída de campo. Quero chamar atenção para a expressão aturdida do zagueiro flamenguista Wellinton. Ele se entrega legal. Tá na cara que ele estava na dúvida se levaria amarelo ou cartão vermelho (era o último homem). Não levou nenhum dos dois, até porque nem falta o juiz marcou.

E foi assim, com seguidas demonstrações de favorecimento ao flamengo dentro e fora de campo, que se desenrolou mais uma partida da final do Campeonato Carioca.

Nós podemos ficar indignados, p***, revoltados. Mas jamais podemos dizer que fomos surpreendidos.

Acréscimo: A flamengada global continua na edição impressa de O Globo dessa segunda-feira. Maicosuel ganhou nota 7,5, a mesma de… Bruno, aquele que quase toma um frangaço no segundo tempo. E o melhor em campo para O Globo, com nota 8, foi Williams. Leandro Guerreiro teve nota 7! Já sobre o juiz, a maior crítica é que ”poderia ter sido mais enérgico na parte disciplinar”…

Ainda sobre Williams, eis o comentário de O Globo: “Um guerreiro. Foi recompensado com o gol que empatou a partida”. Só que toda a edição, da capa do jornal à capa do caderno de Esportes (“Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar… caiu!”), atribui o gol ao Emerson. Faltou combinar a tabelinha na hora de flamengar…

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A feijoada do Vieira

22 25UTC 04pmSat, 25 Apr 2009 13:27:34 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

Enquanto traço uma feijoada, vou comentando a semana do Botafogo com amigos.

O assunto principal é o treino secreto feito por Ney Franco. Rezo para que ele tenha ensaiado jogadas ofensivas e tenha dito ao Alessandro para ficar quietinho na lateral direita e não se achar o Carlos Alberto Torres.

E que o Emerson se restrinja à sua mediocridade e faça o feijão com arroz.
 
Pedi mais uma cerveja e destaquei meu otimismo. É como o meu amigo Sérgio disse: se o juiz não complicar e o Fogão jogar pelo menos metade da goleada contra o Vasco, a gente vence essa primeira partida com folga.

O que não pode é fazer um a zero e recuar covardemente. Teremos chances de matar o jogo e partir para o segundo jogo com folga. Quem viver, verá…

Vieira

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Nós Contra Eles (Parte III). E o fator Jorge Henrique

22 24UTC 04amFri, 24 Apr 2009 00:22:42 +0000ç2009, 2008 · 7 Comentários

Foram quatro jogos decisivos em dois anos consecutivos na final do Campeonato Carioca.

Em 2007, empatamos as duas partidas: 2 x2 e 2 x 2.

Em 2008, perdemos as duas partidas: 0 x 1 e 1 x 3.

Em três das quatro vezes, tivemos a vantagem do placar e permitimos o empate ou a derrota.

Em pelo menos um dos jogos (a segunda decisão de 2007), fomos clamorosamente prejudicados pela arbitragem. O impedimento erroneamente marcado, e a consequente expulsão do Dodô no último minuto da partida, até hoje estão atravessados na garganta. Até hoje queremos ser justiçados, indenizados pelo prejuízo moral. Mesmo sabendo que futebol não tem nada a ver com justiça. Longe, muito longe disso.

Tive a pachorra de me submeter ao sacrifício de rever os “melhores” momentos das quatro partidas e, além de algumas constatações pueris (como era feia a camisa do Botafogo em 2007! Mangas brancas, nunca mais!), ficaram algumas certezas.

O nosso ano de campeão foi mesmo 2007. E só não o fomos por uma série de erros individuais - Júlio César, Max, Joílson (na marcação do Juan, no segundo gol urubu), e, claro, Beltrame. Porque o time, meus caros, aquele time do Cuca jogava muito! Revejam o volume de jogo no primeiro tempo da primeira partida, que culmina com o golaço do Lúcio Flávio, e o segundo tempo do segundo jogo. Um Botafogo frágil defensivamente? Sim. Com goleiros longe de inspirar confiança? Também? Com um técnico instável emocionalmente? É verdade!

Mas um Botafogo de empolgar, de arrepiar, de emocionar.

Grande Botafogo.

valeufogo

Um time que detinha a posse de bola como deve ser exercida em decisões, não se acovardando defensivamente ou trocando passes laterais inócuos. Mas utilizando a intermediária adversária até se aproximar com frequência da área rubro-negra, esperando a chance aparecer, envolvendo o sistema defensivo urubu, com jogadores (Zé Roberto, Túlio, Lúcio Flávio, Dodô, até Joílson) capazes de, num lance individual, fazer a diferença.

Resultado? Muitas chances de gol criadas em 45 minutos, só não inteiramente aproveitadas por conta do Bruno e da incompetência na hora da conclusão (os gols que o Joílson e Lúcio Flávio perdem quando o Botafogo já tem 2 x 1 no placar, na segunda partida, são particularmente inadmissíveis).

Já em 2008, penso agora que até fomos longe demais.

Porque, ao rever o replay e dar de cara com a imagem do Zé Carlos, não é necessário mais nenhuma explicação. E, na sequência, ver o Fábio Fabuloso levando as mãos à cabeça ao perder um gol também não ajuda muito.

A qualidade individual caiu drasticamente. Pior: a defesa continuou mais fraca do que a do adversário (Angelim e F. Luciano são superiores às três duplas armadas pelo Botafogo nesses três anos) e o time já não tinha mais centroavante com capacidade de finalizar – Wellington Paulista como substituto de Dodô? Essa piada não tem graça. Dependia dos lampejos (raros) de Lúcio Flávio e poucos outros.

Mas sabe quem realmente fez diferença nas decisões e, de todos do elenco 2007/2008 é o que fará maior falta nos jogos de 2009?

jh1001

Sim, porque o Jorge Henrique desempenhava dupla função no Botafogo 07/08: além de provocar o desequilíbrio com fintas rápidas e cavar faltas com maestria (até hoje ele é odiado pelos rubro-negros por isso), também segurava as arrancadas do Juan – de longe, a jogada mais perigosa do flamengo nesses três anos. Pela constância e pela crônica inoperância de nossos marcadores.

Como observou o Mano Menezes do curíntia, o JH “taticamente é perfeito”. Porque ele inicia a marcação lá na frente, infernizando a saída de bola do adversário. E, quando está com a bola no pé e está inspirado, também aumenta a chance de conseguir o elemento-surpresa tão necessário em um clássico naturalmente equilibrado.

Então, meus caros, está explicado um dos motivos de o Juan ter tanta liberdade no último domingo e partir direto para o mano-a-mano com Alessandro. Falta combate lá na frente – nem Victor Simões nem o vetusto Reinaldo são capazes de fazer a função que já foi do Jorge.

Se nada for mudado por nosso cognitivo treinador e o Botafogo não tomar a iniciativa de comandar a partida desde os primeiros minutos nos próximos domingos, correremos o risco de cair pela terceira vez consecutiva. E, dessa vez, com uma trajetória mais próxima de 2008 do que de 2007.

Tripla humilhação.

Por fim, permitam-me um desabafo: se é para perder novamente para os urubus, mas agora de forma apequenada e sem ímpeto de vencer, eu preferia perder com o Cuca no banco de reservas.

Pelo menos seríamos derrotados como Botafogo, jamais como Ipatinga.

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Friburguense 1 x 5 Botafogo: Mané Maicosuel

22 12UTC 02pmThu, 12 Feb 2009 23:40:11 +0000ç2009, 2008 · 10 Comentários

maicosuel

Do que eu vi, foi assim:

quando Maicosuel apareceu, o Botafogo dominou.

quando Maicosuel brilhou, o Botafogo encantou – e goleou.

quando Maicosuel perdeu a cabeça, o Botafogo perdeu o brilho. E se apagou.

Todos os outros jogadores foram coadjuvantes nessa quinta-feira, inclusive o eficiente Reinaldo e o surpreendente Fahel. Alguns até tentaram, novamente, roubar as atenções como os vilões da noite – e o Emerson se empenhou especialmente na tarefa de nos irritar, com outra atuação bisonha, cheia de lances patéticos, como no gol do adversário.

Os defeitos do Botafogo continuam os mesmos – são graves, gravíssimos. Até pertinho do final do primeiro tempo, era o Thiaguinho quem tentava armar as jogadas e a defesa tomava um passeio dos atacantes da Friburguense.
Mas aí o Maicosuel acordou e fez a melhor exibição individual de um jogador alvinegro em 2009 – além da astúcia no pênalti e do golaço na segunda etapa, o mais bonito da temporada até agora, ainda entregou um tento de mão-beijada para o Reinaldo marcar.

Mais importante: jogou para frente, para cima do adversário, com velocidade, objetividade e malícia.
Entortando os joões como se fosse Mané.
E também deu uma de mané, agora no mau sentido, ao ser expulso após se envolver num pueril empurra-empurra. Claro que o juiz exagerou, mas ele podia ter ficado quietinho, no canto dele.

Porque, na mesma hora, todo torcedor alvinegro pensou:

- PQP, a gente queria você domingo entortando o Fábio Luciano e o Angelim no Maracanã, como é que você faz uma coisa dessas com a gente?

Fico devendo as notas individuais. Mas só quero dizer que o Lucas Silva jogou fora, novamente, a sua chance de brilhar, mesmo quando a partida já estava definida. Não fez nada, nada, nada.

E, no domingo, a gente terá que ir de Lucas Silva e não de Maicosuel.

Mas ele volta na semifinal…e domingo tem Victor Simões!

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CBF: Como Beneficiar framenguistas (2)

22 07UTC 11pmFri, 07 Nov 2008 14:19:59 +0000ç2008, 2008 · 6 Comentários

          Flagrante do momento do sorteio do árbitro do próximo domingo,

          e a felicidade de Marcelo Henrique ao saber que tinha sido o escolhido       

            metralhas1

Não bastava a criminosa inversão do mando de campo, já esquecida pela mídia.

A CBF tem que se certificar que o resultado será o desejado.

A escolha no “sorteio” de Marcelo de Lima Henrique para apitar o Botafogo x flamengo é um escárnio não só com o Botafogo.

Mas com o campeonato e, em última instância, com o futebol.

Pois a escalação de um juiz carioca para uma partida em que um dos times cariocas tem interesse muito maior do que o outro representa, claro, a admissão que esse juiz entra em campo com o objetivo de beneficiar o time que precisa do resultado para continuar a movimentar o campeonato.

E esse time é o… tchan-tchan-tchan-tchan!

E o juiz é o…tchan-tchan-tchan-tchan!

E, para comprovar o escárnio e a desonestidade, o outro juiz escalado pela comissão de arbitragem da CBF para o sorteio foi… o Djalma Beltrami. Ou seja, o Botafogo teve o direito de deixar a sorte decidir:

 - Qual dos dois ladrões vai apitar ? O da decisão de 2007 ou o da final da Taça Guanabara de 2008?

Ficou sendo o de 2008. Que não é o juiz do chororô, como a mídia insiste em dizer, mas o inventor de pênaltis, que só enxerga puxões de camisa de um lado do estádio – o lado da defesa alvinegra, obviamente.

Por que não uma arbitragem de outro estado? Ora, meus amigos, porque é preciso fazer o resultado para o time carioca que precisa dele. Simples, assim.

Por isso, que faço questão de repetir o real significado da sigla CBF.

Como Beneficiar framenguistas.

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Dois reforços para o clássico

22 26UTC 07amSat, 26 Jul 2008 04:13:53 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

E lá vamos nós contra eles de novo…

Sobre o clássico de amanhã, não pretendo dar uma de Nostradamus e fazer profecias que se auto-destruirão em 48 horas.

Mas chamo atenção para duas diferenças no Botafogo que enfrenta a flamengada no domingo para o time que perdeu três jogos decisivos no início do ano.

                                    

1. Carlos Alberto em campo - Com torcida quase única, a urubuzada vai pegar no pé do Carlos Alberto do início ao fim da partida. E ele, se tiver um pouco de inteligência e não perder a cabeça, pode transformar essa aparente adversidade em virtude e comandar as ações da partida, irritando seus marcadores e cavando faltas – mas sem ser desleal, para não correr o risco de ser expulso. Afinal, o próprio já afirmou que enfrentar o flamengo lhe rende motivação especial. Então, é chegada a hora de usar essa motivação na medida exata.

                                   

2. Ney Franco no banco – Como conhece muito bem o time do flamengo, o técnico alvinegro deve tentar neutralizar as principais jogadas rubro-negras e mostrar o caminho das pedras para o elenco alvinegro. Sua preleção, por motivos óbvios, será bem diferente das que o Cuca fez contra o mesmo adversário. E ele, ao contrário de seu antecessor (Geninho não conta, foi apenas um soluço), tem opções ofensivas à disposição que podem entrar no decorrer da partida e alterar a forma de jogar do time.

No resto, é saber administrar a partida nos primeiros minutos, pois a pressão pela vitória está do outro lado. Um empate no fim da etapa inicial pode ser considerado um bom resultado e assim, teremos tranquilidade para a definição da partida no segundo tempo. 

Palpite otimista: 2 x 0, gols de Wellington e Diguinho.

Ah, sim: Nostradamus apareceu por aqui para garantir que haverá expulsões na partida. Só não quis me dizer pra qual dos lados…

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