Fogo Eterno

Entradas do Julho 2009

Troca-troca no Engenhão: uma sugestão

22 31UTC 07pmFri, 31 Jul 2009 22:33:34 +0000ç2009, 2008 · 4 Comentários

Por que o Ney Franco não aproveita sua experiência com times sem tradição e volta para Barueri na delegação do time que enfrentará o Botafogo no sábado?

Por que o Estevam Soares não assume no lugar do Ney e faz o que a diretoria quer, de iniciar o planejamento para 2010, mas já dando um jeito no atual elenco, com as mudanças necessárias e a imposição de uma voz de comando?

Técnico bom, meus caros, é o que obtém bons resultados com um time de mediano para fraco. É o que tem conseguido o Estevam no Barueri – ele já tinha feito um bom trabalho na Portuguesa no ano passado.

Não adianta se iludir: na administração Assumpção, não veremos Muricy, Mano Menezes ou qualquer outro treinador de primeira linha em General Severiano.

O pensamento é bem modesto – do ponto de vista financeiro e também de ambição.

Então, que ao menos tenhamos um técnico capaz de montar um time limitado, mas aguerrido, que não entregue jogos ganhos e saiba administrar egos de jogadores nada brilhantes.

Nem um desses técnicos da moda – Mancini, Sérgio Guedes, Caio Júnior – tem esse perfil. Muito menos o Cuca, claro.

Então, para 2010, minha sugestão é Estevam Soares no comando do Glorioso. Mas se quiser começar na segunda-feira, tá ótimo.

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Não, Ney. Ney, não. Não, Ney. Ney, não.

22 30UTC 07pmThu, 30 Jul 2009 23:40:39 +0000ç2009, 2008 · 2 Comentários

Parece que, para enfrentar o Barueri, o Ney Franco vai fazer uma alteração no ataque alvinegro.

Vem aí Reinaldo no lugar do André Lima.

Sou contra.

O Reinaldo, apesar de ter declarado que tem condições de jogar por 90 minutos, ainda me parece fora de forma. Sem fôlego, sem força, sem gana: inofensivo, enfim.

Já o André Lima, apesar de ter jogado muito mal contra o Coritiba, parece mais útil ao time – a começar pelo papel que desempenha de pivô, dando trabalho aos zagueiros. É uma referência na área.

Se é para sacar alguém para a entrada do Reinaldo, eu tiraria o Victor Simões. Mas acho que não é o caso. Ainda não.

Eu tentaria um esquema que sacasse o Renato, se o desejo de entrar com Reinaldo é tão irrefreável. Ah, não dá, são três centroavantes… será?

Só acho que barrar o André Lima é cometer o mesmo erro de 2007: dessa vez, em vez do Dodô descafeinado, quem vai mandar o André para o banco é o Reinaldo desmilinguido…

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Coritiba 2 x 2 Botafogo: Ê, André…

22 29UTC 07pmWed, 29 Jul 2009 22:32:42 +0000ç2009, 2008 · 4 Comentários

alima

Quase ganhamos. E quase perdemos.

Mais um empate de 2 x 2.

E, dessa vez, eu tenho que concordar com o Ney Franco.

“Não tivemos a capacidade de meter o gol quando estava 1 x 0 e esse campeonato castiga quem não mata o jogo quando tem oportunidade”, declarou o treinador.

Sem dar nome aos bois, ele obviamente está se referindo às três chances – sendo duas claríssimas – que o André Lima teve de ampliar a vantagem antes do primeiro empate dos coxas.

André, meu caro: você é sangue-bom, botafoguense criado em Engenho de Dentro, legal você ter voltado. Mas tua função é, antes de ser botafoguense, atuar como centroavante. E um centroavante de verdade tem que carregar uma característica, a mais importante delas: eficiência. Você não pode desperdiçar as chances nem chutar tão fraquinho quando aparece de cara para o gol.

(Por falar em ficar de cara para o gol: o Reinaldo algum dia vai voltar a jogar olhando para o goleiro adversário, em vez de ficar virado para o Castillo o tempo inteiro, inclusive perdendo bolas fáceis por conta desse vício?)

Mas o que eu não concordo com o Ney é o fato de ele se referir apenas à falta de poder de decisão de seus atacantes e esquecer que errou ao não identificar a vulnerabilidade de seu lado esquerdo. Por que não colocar alguém descansado para tentar conter os avanços do adversário?

Não pude ver o jogo inteiro – apenas pedaços das duas etapas. Mas vi também os melhores momentos. Do que pude observar, eis um resumão:

Vi um Lúcio Flávio aparecendo bem na partida (apesar de um chute bisonho), correndo (segundo o Pereirão, deu um pique de 30 metros!) e dando dois passes preciosos (desperdiçados pelo André), Castillo muito seguro (apesar do vacilo no último lance, que quase nos custou o suado pontinho), Batista bem abaixo da média (errando passes e descuidando da ala esquerda, por onde o Coritiba jogou quase todo o segundo tempo até obter o empate), Juninho com chutes fraquinhos e facilmente batido no mano a mano com o adversário como no lance do segundo gol (perder no ombro a ombro, Juninho!), Renato resolvendo o que três centroavantes não conseguiram fazer na segunda etapa, Eduardo com muita raça e técnica e Wellington dando uma de Leandro Guerreiro: jogando razoavelmente bem mas cometendo uma falha em lance crucial – o do primeiro gol dos paranaenses.

Foi um resultado ruim? Em termos.

Quase perdemos no último lance – o vacilo do Castillo foi de gelar a espinha (e se alguém desvia a bola, babau). Mas quase ganhamos – e só não saímos com os três pontos da fria capital paranaense por conta da ineficiência de nossos atacantes e de nosso treinador.

Agora, fica a obrigação de bater o Barueri do bom técnico Estevam Soares: empatar fora de casa, ganhar no Engenhão. Com essa receita, a gente liberta as dores de um novo rebaixamento.

E fica aqui a sugestão do Pereirão: em caso de vitória parcial, aos 40 minutos do segundo tempo, todos os onze alvinegros vão para a linha do gol do Castillo e lá ficam perfilados para impedir o balançar das redes.

Porque, desde 2007, essa maldição de levar um gol nos últimos minutos parece ter grudado no Botafogo.

(Vedar os espaços deixados para o adversário, como nessa quarta-feira, também ajuda a não tomar gol…)

Foto:Futurapress

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Esse corre mais do que o Lúcio Flávio!

22 28UTC 07pmTue, 28 Jul 2009 18:11:16 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

manuel

Campeão brasileiro de 1995, Sérgio Manoel faz trabalho de recuperação de contusão em General Severiano.

Ele, que atualmente está no elenco do Bragantino, reiterou o desejo de encerrar a carreira no Glorioso.

Informantes em General Severiano me juraram, em tom maldoso, que, mesmo aos 37 anos e contundido, Sérgio Manoel deu três piques que o Lúcio Flávio não conseguiu acompanhar…

Aliás, por falar em meias: a torcida alvinegra já pode comemorar a chegada do Celsinho, ex-Portuguesa. O Botafogo informou que, para assinatura do contrato, só falta o jogador passar no exame médico. Como não me recordo de alguém que tenha sido vetado pelo departamento médico alvinegro nos últimos 37 anos, então vai dar a lógica e o Celsinho já vestirá a camisa alvinegra nessa quarta-feira. Mesmo que, como o Teco, permaneça sem condições de jogo por alguns meses.

Foto: Lancenet!

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Agosto é mês de maratona

22 28UTC 07amTue, 28 Jul 2009 00:57:09 +0000ç2009, 2008 · 2 Comentários

O campeonato entrou em fase crucial: onde os fracos não têm vez e vão ficando pelo caminho, sem tempo para grandes debates nem reflexões – são dois jogos por semana.

Se o Botafogo quiser afastar em definitivo o fantasma do rebaixamento, tem que fazer a lição de agosto: pontuar fora de casa e vencer no Engenhão. Sempre.

Porque, meus caros, a luta lá de baixo vai ser encarniçada esse ano – pelo visto, não vai pintar um América-RN ou Ipatinga, que já estavam rebaixados desde as primeiras rodadas.  Quem deveria já estar por lá, tipo Avaí e Barueri, acumulou pontuação suficiente para sonhar com algo melhor no fim do ano.

E, sinceramente, não acredito que o Cruzeiro vá permanecer muito tempo lá embaixo também. Então, além de um Santo André a caminho, sobram apenas fluminense, atlético-PR, náutico e o nosso próximo rival, o Coritiba. 

Pelo menos dois deles têm estádios-alçapões e torcidas fanáticas, que podem fazer diferença nas rodadas finais.

Então, melhor afastar logo agora essas assombrações antes de começar a malfadada e emocionalmente arriscada Sul-Americana.

Porque, não sei se vocês lembram, foi há dois anos, na Sul-Americana, que nossos sonhos ruíram de vez.

Ainda em agosto, quando só estávamos no Brasileirão, até mesmo a derrota em casa para o São Paulo, no Maraca, não derrubou nossa moral – tomamos um 2 x 0 mas aos 45 minutos estávamos ainda cantando o “Ninguém cala”. Porque a gente ainda acreditava naquele time, naquele técnico, naquela diretoria e naquele grupo de jogadores.

Depois do Monumental, caiu tudo. A moral, a confiança, a certeza do campeonato… e da forma mais humilhante possível quando, na boa, ser eliminado pelo River Plate não era nenhum bicho de sete cabeças. O problema foi a forma cruel e humilhante como tudo aconteceu.

Para mim, mais até do que as derrotas garfadas para o flamengo, aquele foi o momento mais duro de 2007 até agora: quando os heróis (que nem eram tão heróis assim…) viraram vilões.

Então, antes do início de setembro, quando começa novamente o mata-mata da Sul-Americana que é sempre um teste para cardíaco, eu gostaria de ter um pouco de tranquilidade na tabela e assistir a mais algumas partidas convincentes do time do Ney Franco no Brasileirão.

De preferência, sem Fahel, Léo Silva e Emerson dentro de campo. E com  Reinaldo e Jônatas em forma, ameaçando as vagas dos atuais titulares.

Estou pedindo demais?

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Botafogo 3 x 2 Internacional: Pequenas e esparsas notas de uma grande e providencial vitória

22 25UTC 07pmSat, 25 Jul 2009 21:21:09 +0000ç2009, 2008 · 9 Comentários

andrelimainter

* Nos primeiros 45 minutos, o Botafogo fez a sua melhor atuação no Brasileirão.

* Um pecado a cobrança de faltas do Juninho terem esbarrado por duas vezes na trave. Não lembro de outro jogador recente alvinegro com tamanha precisão nas cobranças. Juninho, por sinal, fez uma excelente partida.

* O passeio no bosque, o domingo no parque, o pôr-do-sol na praia, aquele sentimento estranho de idílica tranquilidade do primeiro tempo acabou aos 2 minutos da segunda etapa, quando Leandro Guerreiro, imprudente, permitiu que o árbitro interpretasse como pênalti e o Inter diminuísse a vantagem. O empate, todos sabíamos, era uma questão de tempo.

* Algum dia o Castillo vai acertar o canto do cobrador do pênalti?

* Por outro lado, desde que o uruguayo substituiu Renan, o Botafogo não perdeu mais. Castillo está invicto no Brasileirão (valeu, Rodrigo!) . Castillo foi o titular nos cinco últimos jogos – três empates e duas vitórias. O que isso quer dizer? Sei lá!

* Comentário do Pereirão, eufórico ao fim da partida: “Tem que fechar essa janela porque senão o Real Madrid vai querer levar o Alessandro!”

* Vocês sabem que o Pereirão não vê mais os jogos, mas tem um informante na família (e não sou eu) que o mantém a par do resultado – e dessa vez o Pereirão quase caiu pra trás no último telefonema de seu informante: “E aí, perdemos no final?” “Não, dessa vez ganhamos!”  

* Aliás, o jogo foi do Alessandro, e não do D`Alessandro - o ataque titular do colorado teve uma atuação ridícula. Taison foi nocauteado pela marcação do Wellington e do Eduardo.

* A melhor partida do André Lima (foto acima) desde a volta. Gol típico de centroavante do jeito que precisamos – já o Victor Simões perdeu um gol feito, apesar de ter sido mais produtivo (especialmente na tentativa de tabelas) do que seu companheiro de ataque. E pode ser populismo, mas eu sou torcedor e por isso sou bem facinho de enganar – gosto quando ele comemora mostrando a estrela solitária e puxando a torcida.

* O Ney quis dar sua estragadinha habitual ao tirar o Victor para colocar o Jônatas. 

* O Renato continua sendo a peça destoante. Hoje Reinaldo entrou bem. Substituição acertada.

* Foi impressão minha ou o Leandrão não comemorou o gol do empate colorado? Se foi isso mesmo, um gesto surpreendente de um cara que, apesar das limitações, foi muito importante pra gente em tempos recentes. Valeu, Leandrão! Nós também gostamos de você!

* Além da evidente superioridade técnica, o Wellington tem outra diferença fundamental para o Emerson: um faz gol a favor, outro faz gol contra.

* O Ney precisava ter demorado oito meses para descobrir que o Wellington é muito melhor que o Emerson?

 * Batista está fazendo o que todos nós queríamos: qualidade no passe e jogadas pelas laterais do adversário – foi num cruzamento que nasceu o terceiro gol alvinegro.  A-deus, Fa-hel! A-deus, Fa-hel!

* Eu já vi Jorge Henrique, Wellington Paulista e até o Dodô perderem gols como o que o Alessandro fez ao decretar a vitória.

* Comentário do Pereirinha nos últimos minutos quando o Inter chegou com perigo e a síndrome do golzinho no final passou pela cabeça de todo botafoguense: “Valhei-me, Mané Garrincha! Valhei-me, Nilton Santos, iluminem essa defesa!” Como é bom ter ídolos de verdade a quem recorrer, não?

* Não vou comentar os erros da arbitragem. Até porque, ao contrário da última quarta-feira, dessa vez não houve má intenção.

* Foi impressão minha ou a torcida no Engenhão cantou “ô,ô,ô, vice é o Inter!” quandos os torcedores colorados ensaiaram um grito de guerra?

* Essa vitória foi de gente grande. Mas é claro que ficou mais fácil sem Guiñazu e Nilmar. Tem coisas que só acontecem quando alguns times vão enfrentar o Botafogo…

Acréscimo: Ia deixar quieto, mas, como aqui vocês é quem mandam, seguem as atuações:

Castillo – Pouco exigido, fez uma defesa relativamente difícil no primeiro tempo e não teve culpa nos gols. Nota 6

Alessandro - E não é que ele fez falta no jogo contra o Náutico? Sua segunda atuação consecutiva que fica acima de 6 – parabéns, Tássia! Desse jeito, vai passar de ano… Nota 7,5

Wellington – Apenas um vacilo; no resto, soberano. Detalhe – das duas vezes que subiu, participou de dois gols (fez um e  outro foi erradamente anulado). Nota 7,5 Sentiu cãibras e Foi substituído por Thiaguinho, sem nota.

Juninho – Vacilo no segundo gol do Inter, mas muita força e precisão nos chutes e no apoio. Nota 7

Eduardo – Seguro nos desarmes, ótimas subidas – o garoto está amadurecendo… Nota 7

Leandro Guerreiro – Por que ele joga com tanta raça mas comete ao menos uma falha importante por jogo? Dessa vez, foi a imprudência no lance do pênalti, que quase nos custou a vitória. Nota 5

Batista – Muito bem nos desarmes, melhor ainda no apoio – está ganhando confiança e fazendo ultrapassagens que dão gosto de ver. E pensar que era a terceira opção do Ney, atrás do Fahel e do Léo Silva… Nota 7,5

Lúcio Flávio – Um primeiro tempo razoável, os sumiços de sempre na segunda etapa – a cobrança de escanteio na cabeça do Renato foi precisa. Mas ainda continuo à espera de um chute a gol – não precisa entrar, só chutar, mesmo. Nota 5,5,

Renato – Tudo bem que ele executa com eficiência a jogada aérea no escanteio, mas é muito pouco, não? Nota 4,5. Deu lugar a Reinaldo que, dessa vez, soube usar a experiência a seu favor – ainda que fora de forma. Nota 6

Victor Simões – Muito esforço, muita luta, muita procura por um parceiro para tabela e avançar em direção ao gol. Ainda está viúvo do Maicosuel. Nota 6,5 Deu lugar ao Jônatas, que acertou alguns passes e chamou o jogo, ainda que a alteração tenha sido estapafúrdia, pois o placar estava empatado. Nota 5,5

André Lima – Menos presente do que o Victor, cavou umas faltinhas, fez o gol e agitou a galera. Tá bom, não? Nota 7

Ney Franco – Demorou oito meses, mas enfim parece se convencer quer Batista e Wellington são titulares. Pela primeira vez, o seu time não dependeu apenas das faltas do Juninho – pelo contrário, especialmente no primeiro tempo, criou jogadas pelo meio e pelas pontas, além de marcar de forma implacável. Com um time bem mais limitado, ganhou, com folgas, o duelo com Tite. Nota 7

Time do Inter – Não tenho nada com isso, até porque realmente tenho uma certa simpatia pelo colorado, maior do que pelo tricolor gaúcho. Mas o primeiro tempo do tão badalado Internacional (“campeão de tudo”) foi simplesmente medíocre – D`Alessandro e Taison não jogaram chongas. No segundo tempo, porém, o time do Tite deu calor com as entradas do Giuliano e do nosso velho conhecido Leandrão – mas, ao longo dos 90 minutos, o time inteiro cometeu falhas bisonhas – o Cleber, então, parecia completamente desinteressado. Pela expectativa criada, NOTA ZERO.

Repórter gaúcha do pay-per-view – A moça é até esforçada, mas é mais lenta do que o Lúcio Flávio. Demorava hoooooooooooooooras para completar informações desimportantes, tipo o salário do Nilmar no Villarreal. Mas a vingança veio no final, quando ela fez uma pergunta para o Alessandro e ele demorou hoooooooooooooooooooooras para responder, falando sem parar e ocupando quase dois minutos da programação!!!

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2009: O Ano Que Não Começou. Estrelando…

22 24UTC 07pmFri, 24 Jul 2009 21:21:34 +0000ç2009, 2008 · 1 Comentário

BOTAFOGO/TREINO

O maior reforço do Botafogo para a temporada 2009, Reinaldo, ainda não disse a que veio. Alguns golzinhos fáceis no Carioca, pouca movimentação, seguidas contusões e uma imensa dificuldade de recuperação.

Será que até dezembro ele consegue fazer uma sequência de jogos em que mostre o porquê de tanto entusiasmo no início do ano?

A julgar pelo que vi contra o náutico na quarta-feira, eu duvido.

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Nova enquete: Franco ou Stival?

22 23UTC 07pmThu, 23 Jul 2009 22:09:21 +0000ç2009, 2008 · 16 Comentários

Lúcio Flávio voltou, Juninho voltou, André Lima voltou, Leandro Guerreiro e Alessandro nunca foram embora…

Com alguns desses jogadores, em 2007, o Botafogo liderou o Brasileirão.

Então, se o conceito de retorno virou moeda corrente no Botafogo de 2009, vamos direto ao ponto na nova enquete, que homenageia a célebre brincadeira do Domingo no Parque, do programa Silvio Santos:

Você trocaria um Ney Franco por um Alexis Stival?

A luz vermelha da cabine acendeu e você tem que clicar a resposta:

Sim ou não???

Vamos lá, votem!!

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náutico 2 x 2 Botafogo: Com juiz ou sem juiz?

22 23UTC 07amThu, 23 Jul 2009 00:47:27 +0000ç2009, 2008 · 2 Comentários

Há duas formas de analisar a partida dessa quarta-feira.

A primeira delas é simplesmente esquecer do que aprontou o senhor juiz José Henrique de Carvalho ao longo dos 90 minutos.

Ignorando a responsabilidade do juiz no placar da partida e no próprio andamento do jogo, é possível lembrar que o Botafogo fez um primeiro tempo razoável, mas suficiente para estabelecer vantagem. A defesa se mostrou sólida, com destaque para Wellington, pecando apenas na ala esquerda, onde o Batista não deu conta totalmente de seu setor , apesar de ter feito uma boa partida do ponto de vista ofensivo. Lúcio Flávio, ligado na partida,  e Renato, de quem eu nunca espero nada, até que teve alguns  lampejos. A nota destoante foi o nosso ataque: Victor Simões e André Lima, apagadíssimos – não eram municiados e também não conseguiam jogadas individuais. Tivemos então que recorrer ao nosso kicker – graças ao Juninho, pela enésima vez, o Botafogo abriu o marcador. E o time só não repetiu o placar inicial contra o Avaí porque o Renato dessa vez não balançou as redes – preferiu, burramente, tentar rolar a bola para o André Lima no último minuto da etapa inicial.

Mas não dá para separar o juiz do resultado final. Não dessa vez.

Na primeira etapa, o senhor José Henrique de Carvalho fraquejou pela primeira vez ao ignorar a cotovelada do zagueiro alvirrubro que abriu o supercílio de Lúcio Flávio, causando um corte profundo. Era lance para expulsão imediata – e na frente do árbitro que, acovardado, nem falta marcou.

 Já, a partir dos 10 minutos do segundo tempo,  não é possível comentar a partida sem levar em conta a atuação desastrosa e escancaradamente parcial do árbitro.

Foram três erros cruciais em menos de cinco minutos: primeiro, anulou gol legítimo de Fahel, com marcação de impedimento inexistente (quem está avançado é o Renato, que não participa do lance). Botafogo 2 x 0, fatura praticamente liquidada – foi o que conseguimos, mas não foi o que obtivemos.

E, logo na sequência, duas falhas ainda mais clamorosas: a não-marcação de falta em Túlio Souza e, no mesmo lance, a marcação de pênalti de Renato em cima do mesmo artista alvirrubro, mestre na arte do contorcionismo.

  Aí, meus caros, não tem santo que resolva – ainda mais quando sabemos que nosso time já é limitadíssimo, e tem poucas chances de fazer gols. Sendo garfado, então, fica impossível vencer.

Depois que o náutico virou, eu tentei exercitar os mandamentos de todas as religiões que pregam a não-agressão para tentar acalmar o espírito.

Quando veio o empate, em mais um chute do Juninho que o goleiro bateu roupa e Reinaldo só tocou para dentro, nem comemorei direito. Até porque demorei a acreditar que o juiz tinha validado o gol. Naquele momento, eu ainda estava tentando refletir sobre o que estava ocorrendo – e o porquê desse carma que parece assombrar o Botafogo toda vez que visita os Aflitos.

E, ao final da partida, depois que o Fahel foi expulso, e jogamos com 8 homens por 15 minutos, já que Jônatas e Reinaldo caminhavam em campo sem a menor condição de jogo, me conformei.

Esse será o nosso destino em 2009: sofrer, sofrer, sofrer. Até mesmo para empatar com o lanterna do campeonato.

Agora vocês me dão licença que vou preparar o espírito para o resto da temporada.

E acender uma vela para o Juninho continuar iluminado. Só ele  pode nos salvar do rebaixamento.

Castillo – Acho que falhou no segundo gol ao sair em falso. No mais, correto. Nota 5

Túlio (ex-) Souza – Muita raça, pouca eficácia. Nota 5

Juninho – Nosso artilheiro do Brasileirão. Impressionante o seu aproveitamento. Quantos pontos ele já garantiu para o Botafogo? Já lá atrás… Nota 7,5

Wellington – Já o vi jogando melhor – mas, mesmo assim, é muito superior ao Emerson. Nota 7

Leandro Guerreiro – Razoável. Falhou no segundo gol do adversário. Nota 5

Batista – Alguns vacilos por conta do improviso, mas obviamente é titular absoluto. Nota 6,5

Fahel – Como é limitado! Ainda ficou puxando camisa do adversário dentro da área. Nota 4

Lúcio Flávio – Pela primeira vez vi o “maestro” jogando com raça. E ele tem sangue nas veias! Só falta superar o bloqueio inexplicável e voltar a chutar a gol – quem sabe um psicólogo resolva esse trauma? Nota 6

Renato – Alguns bons avanços e a displicência que irrita e sobrecarrega o time. Nota 5

André Lima – Decepção total. Nota 2

Victor Simões – Decepção total. Nota 2

Reinaldo – Decepção total. Nota 3 (pelo gol) .

Jônatas – Errou passe de menos de um metro. Inócuo. Nota 2 

Léo Silva – Um cartão amarelo por uma falta desnecessária e um chute ridículo. Nota 2

Ney Franco – É o de sempre – deixa seu time recuar toda vez que faz 1 x 0. Pelo menos aparenta ter descoberto que o Batista é titular. Agora só falta descobrir que Reinaldo e Jônatas estão sem condições de jogo. Nota 2

Transmissão do pay-per-view – Tão bisonha e tacanha quanto a arbitragem. Câmera mal posicionada, iluminação de filme brasileiro dos anos 70, dificuldade de foco – muitas vezes não consegui enxergar a bola. Nota ZERO

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As perguntas que não querem calar

22 21UTC 07pmTue, 21 Jul 2009 21:55:39 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

Castillo; Wellington, Juninho e Leandro Guerreiro; Túlio Souza, Fahel, Renato, Lucio Flavio e Batista; André Lima e Victor Simões. Técnico: Ney Franco. 

 Este é o Botafogo que entrará em campo contra o náutico.

Quem é o ídolo desse time?

Quem é o jogador no qual REALMENTE podemos confiar?

Por que Reinaldo, o jogador de maior salário, a mais importante contratação do futebol carioca no início do ano, continua sem condições de atuar por 90 minutos?

Por que Jônatas, considerado por muitos um craque, ainda não tem condições de jogo se estava treinando regularmente na Gávea?

Por que as nossas maiores esperanças de gols vêm de dois jogadores, André Lima e Juninho, que foram dispensados pelo atual campeão brasileiro?

Por que a nossa maior esperança de criatividade no meio-de-campo, Lúcio Flávio, vem de um jogador que foi dispensado por insuficiência técnica pelo Santos?

Por que Michael, que também é apontado como bom jogador (superior a todos de sua posição), de repente não tem mais condições de jogo e só poderá estrear em agosto?

E, por fim, a mais importante das perguntas: por que, em 2007,  o Botafogo liderava o Brasileirão e,  apenas dois anos depois, tem que travar duelos de vida ou morte contra os últimos colocados na tabela (avaí, náutico, etc) para garantir sua permanência na série A?

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Botafogo 2 x 2 flamengo: No reino de Alessandro

22 19UTC 07pmSun, 19 Jul 2009 21:10:14 +0000ç2009, 2008 · 4 Comentários

alessafla

Estranho esse clássico.

Sim, o resultado foi o de sempre: 2 x 2. Mas o melhor nome do Botafogo foi o Alessandro.

E isso é muito estranho – e, obviamente, preocupante.

Vou tentar deixar um pouco de lado a frustração pelo empate com sabor de derrota pela enésima vez, já que tomamos um gol aos 43 minutos do segundo tempo.

Também não vou me prolongar na polêmica da arbitragem: para mim, não foi falta no Victor Simões no gol do André Lima e houve falta do Emerson no Lúcio Flávio – mesmo assim, essa falta não é tão clara assim no primeiro momento, não chegou a ser “um erro grotesco” como definiu o Ney. Mas confesso que não entendo, pra usar um eufemismo, o porquê de, como a imagem mostrar claramente, o juiz levar o apito à boca e desistir de marcar a falta quando percebe que o centroavante rubro-negro vai concluir a jogada.

Só que não vou aproveitar as falhas da arbitragem para cair no conto do Ney Franco e responsabilizar apenas o Péricles Bassols pelo resultado da partida.

Quero dizer que o Botafogo, dentro da sua realidade limitadíssima, até que fez um bom primeiro tempo, graças ao esforço de alguns jogadores, como o Emerson (até se contundir), Batista, Victor Simões, Guerreiro e, especialmente, Alessandro.

E quando o Alessandro se destaca, aluga o meio-de-campo, até faz um gol, reina absoluto por conta do brio e da força de vontade, é porque tem algo de errado com o time.

O Botafogo tem que ser muito, mas muito maior do que o Alessandro.

Vamos agora às velhas notícias:

Lúcio Flávio não jogou nada novamente – não reteve a bola, não armou, não concluiu (aliás, há quanto tempo ele não chuta a gol com a bola em movimento?). Sua função em campo, em 2009, limita-se a cobrar escanteios e fazer corta-luz para as faltas do Juninho.

E o Renato, que entrou no lugar do Emerson, até que fez umas ciscadas na ala direita. E, sim, fez um gol importante.

Agora, meus caros, vamos falar a verdade: quem não sabia que o flamengo iria, no mínimo, empatar já que o Botafogo não consegue reter a bola no campo do adversário e os jogadores que deveriam chamar para si a responsabilidade simplesmente se omitem?

No segundo tempo, em um jogo muito ruim, o flamengo teve algumas boas chances e o Botafogo, além do gol do Renato, só conseguiu uma cabeçada do André Lima (sua única participação efetiva na partida).

O resultado, então, foi previsível, pois os dois times são fracos. Mas claro que  merecíamos a vitória – só que já deveríamos ter aprendido que, especialmente contra o flamengo, vitória não é questão de merecimento.

Assim eles atuaram:

Castillo – Uma falha feia no primeiro gol rubro-negro: erro primário de timing o obrigou a cometer a falta que originou o gol. Sem culpa no segundo gol. Irregular. Nota 5

 Alessandro – Pelo esforço, o melhor do time, apesar das crateras que deixou no seu lado. Foi expulso por uma questão de brio. Nota 7

Emerson – Até que estava bem quando se contundiu. Nota 6 Foi substituído por Renato, que fez algumas (poucas) incursões á área do adversário e mais uma vez marcou após concluir um escanteio. Depois, cansou e foi menos um em campo. Nota 5,5

Juninho – Ótimas cobranças de falta, nem sempre eficiência na marcação. Foi um dos que assistiu Adriano cabecear no primeiro gol rubro-negro. Nota 6

Eduardo – Sem brilho nem comprometimento. Nota 5

Leandro Guerreiro – A raça habitual, mas também assistiu Adriano cabecear. Nota 5,5

Thiaguinho – Perdidinho. Só vontade e muitos erros de passe e de marcação. Nota 4 Tava com jeito de ser expulso e foi substituído por Wellington, que não comprometeu mas também não brilhou. Nota 5

Reinaldo entrou e pouco fez – com sua experiência, tinha que ter contribuído de forma mais efetiva para manutenção da vantagem do placar. Nota 4

Lúcio Flávio – Nada, nada, nada, nada. E nem pra dar um tranco de verdade no Emerson no gol do empate. Nota 1

Victor Simões – Tentou muito, meteu bola na trave, mas não conseguiu engatar uma tabela. Nota 5

André Lima – Bisonho. Só foi notado pela ótima conclusão, no gol anulado, e em uma cabeçada na segunda etapa. Decepção. Nota 2

Ney Franco – Não pode culpar apenas a arbitragem. Não conseguiu, em uma semana, fazer seu time jogar bem nos 90 minutos – a aposta em Thiaguinho foi um fracasso, insiste com Lúcio Flávio e não percebeu que André Lima e Victor Simões ainda não se entrosaram. Mas até que mexeu bem dessa vez. Nota 3

 Foto: site Terra

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Eu estou louco ou o nome disso é incompetência?

22 17UTC 07pmFri, 17 Jul 2009 21:54:47 +0000ç2009, 2008 · 6 Comentários

Vocês lembram que,  quase um mês atrás, o departamento jurídico do Botafogo tinha consultado a CBF e obtido o OK quanto ao aproveitamento imediato do Michael?

E que o jogador só não estreou por conta de uma série de imprevistos médicos: primeiro uma gripe, depois uma contusão, depois uma indisposição, depois não sei o que mais, mas jamais voltou a ser questionada a liberação para ele estrear?

Pois nessa sexta-feira a notícia abaixo apareceu nos sites esportivos e aí eu não entendi mais nada.

“Botafogo recua e só escalará Michael em agosto”

Clube teme perder pontos no Brasileiro se lateral atuar Danilo Santos 

Apesar de a diretoria ter bancado que escalaria Michael, mesmo sofrendo pressões externas de que poderia perder pontos, já que ele veio do exterior, o lateral-esquerdo estreará apenas em agosto mesmo.

– O departamento jurídico me passou que o melhor é esperar mais um pouco – disse Ney Franco. A CBF aceitou inscrever o jogador devido à alegação de que não exerceu sua profissão pelo Dinamo de Kiev (UCR), no qual ficou sete meses, mas não atuou nem recebeu salários. Porém, mesmo respaldados pela entidade, os advogados do Botafogo temem que algum clube entre com recurso na Fifa e faça o time perder pontos no Brasileiro. A notícia pegou o treinador e também a diretoria de surpresa, já que esperavam contar com ele. (Lancenet) 

Que historinha mal-contada, não? A CBF, por meio de seu departamento jurídico, não deveria ser a fonte mais qualificada de informação? E quem foi que resolveu “esperar mais um pouco”, mesmo com o aval da entidade? Tem incompetência da grossa nesse episódio – só não sei se na sede da CBF ou em General Severiano. Ou em ambos os endereços.

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Números, números, números

22 16UTC 07amThu, 16 Jul 2009 00:15:20 +0000ç2009, 2008 · 2 Comentários

O Botafogo é o segundo time com maior número de finalizações da Série A do Brasileirão. Só perde para o Avaí, informou a Rede Globo na noite dessa quarta-feira.

E o que isso quer dizer?

Ora, o óbvio – que os finalizadores dos dois times são ruins pra dedéu, pois ambos estão na zona de rebaixamento.

Só de finalizações erradas do Alessandro, nos últimos três jogos, eu lembro de umas 324 – ele certamente foi um dos responsáveis pela nossa vice-liderança no ranking.

Já o time que comete o maior número de faltas é também um dos líderes do campeonato – o palmeiras.

E o que isso quer dizer?

Que os caras vendem caro uma derrota e fazem o máximo para impedir o gol adversário. Inclusive faltas – muitas faltas.

Ah, sabe quem lidera a estatística de roubada de bola? Sim, eles mesmos, nossos rivais do domingo.

Mas essa informação era completamente previsível: nessa categoria, roubada, o flamengo sempre vai liderar.

PS: Tem nova enquete aí do lado – quem deve ser o titular do gol alvinegro? Renan ou Castillo? Participem!

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Fogo no cerrado: vem aí o Botafogo-DF!

22 13UTC 07pmMon, 13 Jul 2009 21:13:55 +0000ç2009, 2008 · 25 Comentários

Tarde de Autógrafos Fogão Shop 2

Na próxima quarta-feira, o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, estará em Brasília para lançar o clube-empresa Botafogo-DF.

Ao contrário da malfadada experiência de alguns anos atrás de fazer uma filial do clube em Sobradinho, cidade satélite próxima ao Plano Piloto, me parece que dessa vez a ideia pode dar certo.

Por um motivo simples. Mais importante do que o desempenho do Botafogo-DF no campeonato candango será a sua função primordial: fincar no cerrado um centro de captação de talentos que pode atrair garotos de toda a região centro-oeste. O CT das divisões de base do Botafogo-DF será no Recanto das Emas, outra cidade satélite local.

Ou seja: a médio prazo, esse trabalho pode render dividendos para o Botafogo, com a descoberta de talentos que podem ser aproveitados no Rio ou revendidos para o exterior.

Já o time do Botafogo-DF começa na segundona local, utilizando a estrutura de um clube tradicional da cidade, o Guará.  Para nós, botafoguenses-brasilienses, será muito bacana ter um time local para torcer e acompanhar de perto. Ainda mais se o Botafogo-DF tiver condições para enfrentar daqui a alguns anos o Brasiliense, o time de aluguel do tricolor Luiz Estevão.

Jogo Botafogo 5

No lançamento de quarta-feira, haverá uma oportuna e merecida homenagem ao Wagner, goleiro que garantiu a conquista do campeonato brasileiro de 1995.

 No que depender da grande, fanática e bem-humorada torcida do Botafogo em Brasília, não vai faltar apoio para o Fogão do Cerrado!

As fotos são da passagem por Brasília do Botafogo-RJ, então líder do Brasileirão, em julho de 2007.  

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Avaí 1 x 2 Botafogo: Vitória na raça

22 12UTC 07amSun, 12 Jul 2009 00:03:46 +0000ç2009, 2008 · 5 Comentários

andrelimaavai

“Dei minha vida e minha alma. Saí acabado, mas tudo em prol do Botafogo. Vamos continuar assim. Isso aqui é Botafogo”.

A declaração do André Lima após a vitória na Ressacada ilustra à perfeição o que foi a partida.

Técnica zero, vitória da raça.

Lúcio Flávio nota zero, Leandro Guerreiro, nota dez.

E Castillo, André Lima e Victor Simões, pela disposição, igualmente nota dez. Idem para o Juninho que, mesmo com 38 graus de febre, entrou em campo e abriu o placar ao abrir um rombo na barreira.

Um Botafogo limitadíssimo, sim. Mas um Botafogo brioso como poucas vezes nos últimos tempos.

E, enfim, uma modificação certeira do Ney Franco – ao tapar o buraco causado pela entrada do Alex no intervalo, que estava perdidinho em campo e desorganizou a defesa inteira no início do segundo tempo.

Uma vitória importantíssima, ainda mais depois do adiamento do jogo da próxima rodada.

E salve André Lima, que, mesmo visivelmente desentrosado, jogou muito mais do que Jean Coral, Tony e Laio juntos. Jogou com vida, com alma alvinegra – como isso faz bem pra nós, torcedores tão cansados de sofrer! O André até puxou um melhor desempenho do V.Simões, obviamente agora incomodado com a concorrência.

Agora é torcer contra Sport, flu e Atlético-PR pra gente sair, ao menos até o outro fim de semana, da zona de rebaixamento.

Bom domingo a todos.

PS: Renato fez um gol importantíssimo, que bom pra nós. Mas não dá pra ser titular.

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