De qual clube estamos falando?
1. O time lidera, de forma isolada, o Brasileirão e a torcida já sonha com o título que não vê há muitos anos.
2. O time consegue vitórias empolgantes e, mesmo sem não ter ganho nenhum título, faz a torcida entrar em estado de euforia tão grande que já começa a cantar que “não é mole, não, esse time é melhor que a Seleção”.
3. O time fica revoltado com a influência da arbitragem no resultado de uma partida. A diretoria convoca a torcida para protestar em frente à sede da CBF. E se queixa de perseguição por parte do quadro de juízes da entidade, enumerando exemplos de lances em que o time foi prejudicado.
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As respostas corretas, claro, são framengo, fluzinho e vasco. Mas só se as perguntas se restringirem à atual temporada.
Porque, voltando no tempo em apenas um ano, o Botafogo seria a resposta certa para todas as alternativas.
O Botafogo 2007 concentrou os três picos emocionais vividos por seus adversários cariocas em 2008. E, menos de um mês depois, ainda veio o episódio do doping de Dodô e, menos de dois meses depois, o vexame contra o River Plate.
Não foi pouco; foi intensidade demais para um só clube.
Uma combinação única de euforia, revolta, sonho e frustração que merecia ser analisada a fundo para que jamais aconteça novamente – ou não com tanta intensidade, a ponto de desestruturar o time na reta final da competição mais importante do ano.
E, pior, ainda nem começamos a estudar a lição para tentar aprender alguma coisa do momento mais marcante da história recente do Botafogo.
1 resposta Até agora ↓
rodrigo federman // 22 11UTC 06amWed, 11 Jun 2008 11:18:52 +0000ç2008, 2008 às 12:48 p06 |
Marcelo,
Belíssima lembrança.
Realmente passamos por um turbilhão em pouquíssimo tempo. Acho que só o botafoguense tem a força suficiente para sair deste parafuso, que em tão pouco tempo nos levou do céu ao inferno.
Agora, mesmo com todas as dificuldades, chegamos na terra, tentando subir novamente para o céu..
Abs e SA!!!