Os Semeadores do Óbvio, aqueles especialistas em generalidades que não conseguem elaborar uma frase sobre o Botafogo sem mencionar as expressões ”toque de bola envolvente” e “instabilidade emocional”, estavam ontem com a corda toda. Dois singelos exemplos:
CENA I
Sérgio Noronha, analisando o primeiro tempo alvinegro: “O Botafogo marca muito, chega muito ao gol”.
Túlio, no intervalo: “Nosso time não está bem: o nosso jogo não está encaixando, estamos deixando o flamengo jogar”
Pano rápido.
CENA II
Júnior Capacete: “Com essa vantagem do flamengo, o Botafogo terá que mudar sua forma de jogar na próxima partida. Terá que partir para cima. Não vai poder ficar esperando o adversário e jogar no contra-ataque…”
Fogo Eterno: Em 99,7% das partidas de 2008, o Botafogo jogou da mesmíssima maneira: marcou no campo adversário, garantiu o domínio territorial ao ganhar o meio-de-campo e teve maior posse de bola. Por isso, quase sempre chegou ao gol ainda no primeiro tempo. Ou seja: tomou a iniciativa da partida. Só passou a jogar no contra-ataque depois de abrir o marcador.
E eles são pagos para isso…
1 resposta Até agora ↓
rodrigo // 22 28UTC 04pmMon, 28 Apr 2008 23:38:26 +0000ç2008, 2008 às 12:48 p04 |
Digo mais: Como o Jr. fala que o Botafogo terá que mudar a forma de atuar e passar a atacar? Aliás, como um time que tem o melhor ataque e artilheiro pode não ter o perfil ofensivo por natureza? Não consigo entender!!
Abs e SA!!!