Entradas do Março 2008
22 31UTC 03pmMon, 31 Mar 2008 23:20:07 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário
Dezembro de 2004: O Botafogo e as minas do rei Salomão
C. Pereira
Tinha tudo para ser um domingo igual aos outros, com o sol de verão a brilhar nas manhãs radiosas daquele dezembro de 2004. Com mulheres lindas, quase desnudas, a desfilar seus corpos sarados e suados à beira-mar e com crianças vindas não sei de onde a enfrentar as ondas, entre um picolé e outro.
Mas, o domingo não foi igual aos outros. O sol foi ficando cinzento e desbotado, as mulheres sumiram e os banhistas deixaram-se ficar nas barracas mal prontas que enfeiam a orla, a comer pedaços de galeto mal assado, entre goles de cachaça nem sempre de boa procedência.
O domingo foi diferente e bem diferente mesmo, até porque foi o último domingo de futebol do ano. E o inusitado ficou por conta de que, ao invés dos aficionados discutirem quem seria o campeão brasileiro, a briga maior ficou na parte de baixo da tabela, isto é , na adivinhação de quem iria descer às profundezas do inferno da segunda divisão.
Como em questões que envolvem mulher, futebol e religião todos discutem e ninguém tem razão, deixei-me ficar entre a esperança de uma última reação do meu Botafogo (um dos prováveis rebaixados segundo os matemáticos) e a desilusão da provável queda para o segundo grupo em cuja passarela, aliás, já havíamos desfilado (com brilho, é verdade) no ano anterior. O ceticismo me quedou sem ânimo e sequer pude entornar a última taça do gostoso vinho português (de sugestivo nome Periquita) que me foi servido à hora do almoço.
Chegada a hora do futebol, quando todos se reuniram para acompanhar a última rodada desse emocionante campeonato de pontos corridos, adotei uma decisão pragmática: em vez de assistir aos jogos pela TV ou ouvi-los pelo rádio, deitei na minha rede e fiquei a me balançar, como a ignorar que naqueles momentos cruciais se decidia a sorte do meu querido alvinegro, parte da minha vida.
Fiz mais: pus um filme no DVD e deixei o telefone celular no chão, ao alcance da mão, mas programado num proverbial “silencioso”. Com isso, evitaria manifestações a favor ou contra o Botafogo que, naquela hora, jogava suas últimas esperanças na casa do adversário, em Curitiba, contra o excelente Atlético Paranaense que, inclusive, ainda tinha chance de ser campeão. A mim, naqueles instantes, só interessava que o tempo passasse rapidamente e, se possível, uma combinação de resultados favoráveis mantivesse o Glorioso na divisão de honra do futebol nacional.
Decorrido o tempo do jogo e ao ouvir o espocar de alguns foguetões, olhei de soslaio para o minúsculo celular que registrava três chamadas não atendidas: três dos meus cinco filhos haviam me ligado durante aquela eternidade. Como eles eram conhecedores da minha aflição, resolvi atender e, para alegria, a primeira manifestação foi de alívio e entusiasmo num grito a plenos pulmões:
- Pai, estamos salvos. O Botafogo continua na primeira divisão.
A partir daí, desliguei o DVD, liguei a televisão, liguei o rádio, tomei várias taças do vinho que rejeitara no almoço e foi uma alegria só. Afinal, o meu clube de coração, no ano do seu centenário não sofreria a humilhação de cair para a divisão inferior.
Já se disse que há coisas que só acontecem com o Botafogo. Acrescento – essas coisas só acontecem com o Botafogo e comigo.
Ah! Antes que esqueça: o filme que comecei a ver era um “remake” de “As minas do rei Salomão”. Só deu tempo para assistir à metade, claro.
(toda terça, uma história gloriosa contada por quem a presenciou)
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22 31UTC 03pmMon, 31 Mar 2008 17:03:19 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário
O campeonato carioca é mesmo surreal. Vejam: o procurador responsável por denunciar irregularidades durante as partidas é declaradamente “framenguista”. Quem falar contra o “framengo” pode ser punido, até este colunista. Para piorar, ninguém pode denunciá-lo. Que Justiça é essa?
Os clássicos da primeira fase da Taça Rio não valem nada. Parece que os times estão cheios da grana e não se preocupam com a renda do Maraca. Imaginem o prejuízo que os quatro principais times vão tomar só por jogar “amistosos”. Brincadeira… Seria melhor para o Fogão encher o Engenhão em grandes shows amistosos, como Botafogo x Milan, Botafogo x Chelsea. Seria o novo Rock in Rio… Abração!!!!
Vieira
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22 31UTC 03amMon, 31 Mar 2008 11:25:04 +0000ç2008, 2008 · 4 Comentários
Com exceção do jogo contra o vasco, Wellington Paulista fez gol em todos os clássicos. Não é nada, não é nada? É muito, é o que o Botafogo precisa.
Reforçando a principal diferença dele para Dodô. Ao receber a bola, WP não hesita: visa tão e somente o gol, não a plasticidade estética da jogada.
No jogo de ontem, por exemplo, se fosse “o artilheiro dos gols bonitos”, ao receber aquela bola açucarada, certamente haveria um toque a mais – e o risco de perder a chance, muito maior.
WP não pensa em enfeitar a jogada, driblar o adversário, arriscar uma jogada de efeito, alcançar a honra de fazer o gol mais bonito da rodada. Ele vai lá e tenta fazer: de bico, de canela, de mão, de qualquer jeito. WP segue em linha reta, não é sinuoso (e, há de se reconhecer, muitas vezes brilhante) como nosso ex-centroavante.
E, mais importante, Wellington não foge à responsabilidade que lhe é confiada. Essa simplicidade, esse ato por instinto, faz bem a um atacante nesse momento do Botafogo.
WP encara a bola como um prato de comida, como diria Nelson Rodrigues. E era exatamente o que precisávamos depois da overdose de glacê fornecida pelo Dodô em 2007.
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22 30UTC 03pmSun, 30 Mar 2008 21:13:50 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários
Registro: Jorge Henrique, mais uma vez, não jogou bem. Parece sem confiança, sem pique, sem ímpeto, sem tesão. E, pior, meio alheio ao jogo, pouco participativo, insistindo no cai-cai. Até a vibração com o gol foi morna.
Registro II: Lúcio Flávio, que sempre parece meio desligado, só precisa de lampejos para mostrar a que veio. Nos primeiros 45 minutos, pouco se mexeu, pouco produziu – contribuiu para isso a ausência do Túlio.
No segundo tempo, cumpriu o que prometeu na lúcida entrevista do intervalo: maior movimentação… do seu jeito, é claro. A enfiada de bola para o Triguinho (que desperdiçou o gol mais feito do jogo) foi primorosa. E bateu o pênalti como deve fazer: sem paradinha, com força, à meia-altura (só falta variar mais o canto escolhido para não se tornar previsível).
Lúcio Flávio é um jogador diferenciado. Para o bem e para o mal.
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22 30UTC 03pmSun, 30 Mar 2008 20:42:44 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário
A escolha foi difícil porque o Fábio Fabuloso fez o melhor trabalho de pivô desde que para isto foi designado pelo Cuca.
Mas foram a raça e a antecipação de Diguinho, que jogou por ele e Túlio Souza, que fizeram a diferença, especialmente no primeiro tempo. Ainda mais porque a zaga não estava tão segura como em outras vezes.
Diguinho, então, leva para casa o radinho de pilha!
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22 30UTC 03pmSun, 30 Mar 2008 20:38:35 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário
Tudo bem, vamos dar um novo desconto ao Túlio Souza porque ele vem de uma cirurgia delicada, está fora de ritmo, etc, etc.
Mas a verdade é que o reforço mais badalado da temporada 2008 novamente decepcionou. Jogou muito mal, não encontrou posicionamento. Pior: errou dois passes que resultaram em contra-ataques perigosíssimos, sem contar a sucessão de bisonhos chutes a gol e a ridícula cobrança de falta (lance que deve ficar sempre nos pés de Lúcio Flávio, pois antigüidade é posto).
Então, é simples: enquanto Túlio Souza estiver fora de ritmo, ele deve permanecer fora de jogo.
Para que ele seja preservado - e o time também.
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22 30UTC 03pmSun, 30 Mar 2008 20:30:20 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário
O primeiro tempo foi devagar, quase parando (ao contrário do que viu Júnior, o comentarista Mr. Magoo, que enxergou um “ritmo alucinante” nos primeiros minutos). Com exceção de Diguinho e Fábio, ninguém estava afim de correr. LF e especialmente, WP e JH, simplesmente não entraram em campo. E Túlio Souza…, bem, Túlio Souza terá que ser alvo de um comentário à parte.
No segundo tempo, Cuca arrumou o posicionamento do ataque, o pessoal mostrou um pouco (só um pouco) a mais de disposição. Aí a vitória foi construída sem muitas dificuldades e, coisa rara em se tratando do Botafogo, com ajuda da sorte no lance do terceiro gol.
O que ficou novamente comprovado é que os reservas ainda estão em nível abaixo dos titulares. Nosso elenco está no limite: qualquer desfalque faz muita diferença. Nesse domingo foi o caso do Túlio e (jamais pensei que escreveria isso mas lá vai…) o time também sentiu a falta do Alessandro.
No mais: não valia nada, ok. O primeiro lugar já estava assegurado, ok. O adversário escalou os reservas, ok. É necessário se concentrar na semifinal e na Copa do Brasil, ok.
Mas como é bom ganhar um clássico!
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22 30UTC 03pmSun, 30 Mar 2008 15:17:06 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

“Adentrou o gramado o fluminense, perfilando-se defronte às sociais. Seus atletas foram aplaudidos com frenesi. O Botafogo, ao fim do trote, tomou a tradicional chuva de vaias. Fazia parte do espetáculo.
Heleno de Freitas, o ídolo da massa alvinegra, batia bola para se aquecer. A aristocrática social de Álvaro Chaves não o perdoava, xingando-o sem cessar sempre que por lá pisava os pés. Afinal, jogara na base tricolor, era um traidor. O centroavante, titular da Seleção Brasileira, seguia tranqüilamente se exercitando. E com um quê de narcisismo. Bem ou mal, adorava ser reconhecido (….).
Houve um instante em que a torcida tricolor gritou com todas as forças: Gilda! Gilda! Heleno olhou o placar, meditou, e só depois de concluir a jogada colocou o indicador e o médio em V, como que antecipando a conquista do segundo gol. E teve sorte, porque Teixeirinha fez o segundo.
O Botafogo ganhou de 2 x 1. O outro gol foi assinalado por Geninho. Ironizando os tricolores – fez sinais que espalhava pó-de-arroz pelo rosto -, Heleno de Freitas, a melhor figura em campo, saiu de campo nos ombros da torcida”
Trechos do primeiro capítulo de “Nunca houve um homem como Heleno”, de Marcos Eduardo Neves, excelente biografia do centroavante que, em 235 jogos pelo Botafogo, fez 206 gols
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22 30UTC 03amSun, 30 Mar 2008 11:37:01 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário
Hoje é dia de aproveitar as circunstâncias do jogo para assistir a um clássico sem risco de taquicardia nem colapso nervoso.
Aproveitemos, pois.
Hoje dá para avaliar com atenção o desempenho de reforços como Túlio Souza, observar a aplicação tática do time, dar risada com as sandices de um certo fanfarrão gaúcho, enfim, tudo aquilo que vai para o espaço no calor dos 90 minutos de uma decisão.
Os próximos clássicos (e, se tudo der certo, serão mais quatro), serão de destroçar os nervos. Será necessário salvar dois match points consecutivos (semifinal e final da Taça Rio) e, dependendo das circunstâncias do destino, um deles pode ser exatamente o que pode conferir o título estadual ao flamengo.
Qual foi a última vez que você fez um check up?
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22 29UTC 03pmSat, 29 Mar 2008 15:33:04 +0000ç2008, 2008 · 3 Comentários

Renato Silva - Juninho - Alex
Os ex-zagueiros do Botafogo, que, pela excelência dos serviços prestados, ganharam da torcida alvinegra os carinhosos apelidos de Curly, Moe e Larry, demonstram orgulho ao vestir o tradicional uniforme do aristocrático time da elite de São Paulo.
foto Three Stooges: www.allposters.com
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22 29UTC 03pmSat, 29 Mar 2008 15:18:13 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários
É bom demais para ser verdade! E pensar que, caso concretizada a negociação com o tricolor, eles terão, em caso de suspensão ou contusão, de formar a zaga titular com Renato Silva-Juninho-Alex, que deram uma larga contribuição para afundar o Botafogo em 2007. Quantos pontos foram perdidos ano passado por falhas individuais de um dos três?
(nunca é demais lembrar: RS é o cara que conseguiu a proeza de fazer dois pênaltis em dois jogos contra o flamengo em um ano)
E, voltando ao São Paulo, que maravilha será observar, sem sofrer, o Joilson perdendo bolas fáceis no meio-de-campo por insistir na firula, no toque a mais, se achando o craque que ele não é e jamais será. E ter, na cobertura, um dos três zagueiros ex-alvinegros.
Um pedido à diretoria tricolor: para o banco de Rogério Ceni, peguem o Roger de volta. Aí vai ser testada a eficácia do tão incensado “sistema defensivo” do Murici. E, se ele conseguir com esses três o título de defesa menos vazada do campeonato, merece uma estátua no Morumbi.
Para ver Renato Silva usando a camisa do São Paulo, nem precisa ceder Aloísio (que faria a função de pivô com muito mais eficiência do que o Fábio) ou Dagoberto (muito irregular). A troca pode ser pelo Hugo, mesmo, que já está afastado. Ou por um ano de tratamento grátis no Refiis para qualquer jogador alvinegro. Ou por um quilo de alimento não-perecível.
O Cuca vai protestar. Mas nós fazemos qualquer negócio.
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22 29UTC 03amSat, 29 Mar 2008 10:50:41 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário
Estava com amigos no Bar do Roberto, à espera da feijoada, conversando sobre o Glorioso e sua torcida. Entre um gole de cerveja e uma mordida no torresmo, tecia comentários alvinegros.Como a de um fanático torcedor do Fogão, que anda pelos bares de Taguatinga e do Guará tocando o hino do nosso time no CD do carro em dias de jogo. “Tu és o glorioso, não podes perder, perder pra ninguém…”
Amanhã tem churrasco na casa do Tatá, o flamenguista que torce para o Fogão porque o filho de 10 anos, alvinegro e mais inteligente que ele, o obriga. Todo mundo na casa do Tatá!
Vieira
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22 29UTC 03amSat, 29 Mar 2008 01:29:21 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário
Depois das revelações de Túlio e Wellington Paulista, mais uma entrevista imperdível no site Arena Alvinegra. Dessa vez, com Márcio Touson, o novo coordenador de futebol do Botafogo.
O mais valioso, nesse caso específico, é porque Touson tem atuação fundamental no dia-a-dia do clube, mas passa longe dos holofotes e das entrevistas: ou seja, é o próprio Homem Invisível. As histórias de dedicação e paixão pelo trabalho que ele conta são particularmente arrepiantes, e nos levam a acreditar que dias ainda melhores virão.
Abaixo, destaquei um trecho em que ele comenta sua participação (ele invadiu o campo e acabou suspenso) na batalha épica contra o vasco na Taça Rio do ano passado, quando o Botafogo arrombou a festa do milésimo gol do Romário. Na minha opinião, aquele foi um dos três momentos mais felizes de 2007, um dos anos mais intensos da história recente alvinegra.
Fala, Touson!
“Ali valia a história de um clube, valia a história do Botafogo. Tomar o milésimo gol numa situação daquelas iria marcar o clube para o resto da … eternidade. E ali, na hora, quando ele expulsou o Túlio, eu tinha que tomar uma providência. E na hora achei que a melhor providência era aquela. Ali, só vi o Botafogo, a torcida, o sofrimento que era. A expectativa. Os jogadores ali jogando e tudo pronto para o Romário fazer o milésimo gol: a festa, a rampa, uma ponte lá armada … Ali eu vi então o lado do clube, de uma história. Eu vi o lado dos meus jogadores acuados. Eles não poderiam fazer nada e não tinha ninguém pra fazer. Eu faria de novo”
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22 28UTC 03pmFri, 28 Mar 2008 21:50:03 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário
O Rotenberg, colaborador para contratação de reforços (responsável pela vinda do Ferrero e Castillo, vale lembrar), afirmou nessa sexta que o Botafogo está de olho em Elias, da Ponte Preta, por ser a maior revelação do Campeonato Paulista.
Quando voltou da segunda incursão à Argentina, Rotenberg revelou os nomes de todos os jogadores que foi avaliar - dos que o agradaram e também dos rejeitados.
As negociações alvinegras, muitas frustradas, são acompanhadas nos mínimos detalhes – ficamos sabendo até da reação emocional (dizem que o De Federico chorou) quando não dá certo.
Sinceramente, é preciso tanta transparência? Não é melhor deixar para anunciar quando o cara já estiver de contrato assinado, de preferência já em General Severiano?
Esse é o tipo de notícia que a torcida compreenderá se for conduzida em silêncio.
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22 28UTC 03pmFri, 28 Mar 2008 17:57:11 +0000ç2008, 2008 · 2 Comentários
O fluminense anunciou que vai jogar com dez reservas no domingo. Não me interessa, quero ver gol, quero ver gol. O time de Cuca precisa ganhar musculatura com mais vitórias.
Nada de dizer que estão cansados. Os caras ganham (em dia) para isso. São profissionais. Seria engraçado eu chegar para o meu chefe e dizer: “Tõ cansado, não vou trabalhar hoje”. Força máxima! Cada jogo contra os ditos grandes vai para a história.
Quero chegar no bar e dizer que o Fogão goleou.
Se não ”güenta” pra que veio?
Vieira
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